sexta-feira, 1 de maio de 2026

Pressão Alta: um a cada quatro adultos no Brasil convive com a condição

 


Especialista alerta que o diagnóstico precoce é a principal ​​estratégia​​​​ para prevenir complicações graves como infarto e AVC.









hipertensão arterial, ou pressão alta,​ ​pode​ não ​apresentar​ si​ntomas​ evidentes em seus estágios iniciais, evoluindo de forma silenciosa ao longo do tempo.​ ​​Essa​​​ ​condição crônica​​ ​​afeta cerca de 28% dos adultos no Brasil, segundo o Ministério da Saúde, ​​e é​​ um dos principais fatores de risco para eventos cardiovasculares graves.​

A doença é caracterizada pela elevação persistente da pressão sanguínea nas artérias e está intrinsecamente ligada ao desenvolvimento de complicações severas, como infarto, acidente vascular cerebral (AVC), insuficiência cardíaca e doença renal crônica.

O grande desafio reside em sua natureza assintomática. "Muitos pacientes só descobrem em fases avançadas, quando os danos já podem ser significativos. Esse atraso no diagnóstico eleva drasticamente o risco de eventos cardiovasculares e de lesões em órgãos vitais, como coração, rins e cérebro", ​​esclarece​​​​ ​​a cardiologista Lilian Carvalheiro, d​​a​​​ ​AMA Especialidades Jardim São Luiz, unidade gerenciada pelo CEJAM – Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim”​ em parceria com a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo (SMS-SP)​.

Fatores como predisposição genética, dieta inadequada — rica em sódio e ultraprocessados —, sedentarismo, sobrepeso, consumo de álcool e tabagismo são os principais gatilhos para o desenvolvimento da hipertensão. Diante disso, a aferição regular da pressão arterial é a ferramenta mais eficaz para a detecção precoce, mesmo na ausência de sintomas.

"O tratamento vai além da medicação. A adesão a um estilo de vida saudável e o acompanhamento médico contínuo são pilares para avaliar a resposta terapêutica e realizar os ajustes necessários. A condição exige vigilância constante, pois seu controle inadequado pode resultar em complicações progressivas", reforça a especialista.

Para enfrentar este desafio de saúde pública, o CEJAM ​​possui​​​​ ​​uma linha de cuidados específica para a hipertensão, que organiza o acompanhamento do paciente de forma integrada e contínua na Rede de Atenção à Saúde.

“Este modelo permite um acompanhamento longitudinal e baseado no risco de cada indivíduo. Ao fortalecer o vínculo entre o paciente e a equipe de saúde, desde o diagnóstico até o controle da doença, contribuímos diretamente para a prevenção de complicações e para a melhoria da qualidade de vida”, destaca Poliana de Lima, gerente da UBS Jardim Coimbra — unidade que também é administrada pelo CEJAM em parceria com a SMS-SP.

​​Na prática, o fluxo assistencial abrange a identificação ativa de pacientes, aferição periódica da pressão, consultas médicas e de enfermagem, e orientações com equipes multiprofissionais. Casos de maior complexidade são encaminhados a especialistas, mas sempre com a Atenção Primária coordenando o cuidado. ​​Esse acompanhamento contribui para a redução de agravos e para a promoção do bem-estar dos pacientes.​​​






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domingo, 19 de abril de 2026

Café com açúcar, adoçante ou puro, qual é a melhor opção?

 


Forma de consumo pode impactar a saúde; especialista explica como fazer escolhas mais equilibradas no dia a dia.





O café faz parte da rotina de milhões de brasileiros e, no Dia Mundial do Café, surge uma dúvida comum: afinal, qual é a melhor forma de consumir a bebida no dia a dia? A resposta pode depender do hábito de cada pessoa, mas, do ponto de vista da saúde, o café puro costuma ser a opção mais equilibrada. Isso porque ele mantém seus compostos naturais e não adiciona calorias extras à rotina.

Segundo Michel Silva, coordenador de Nutrição da Faculdade Anhanguera, o problema geralmente não está no café, mas no que é adicionado a ele. “O café pode trazer benefícios, como melhora da concentração e mais disposição. O ponto de atenção é o consumo de açúcar ao longo do dia, que muitas vezes acontece sem que a pessoa perceba”, explica.

Para quem tem o hábito de adoçar, vale observar a quantidade. Pequenas doses ao longo do dia podem se somar e impactar a saúde, contribuindo, por exemplo, para o aumento do risco de doenças como o diabetes tipo 2.

Já o adoçante costuma ser uma alternativa para reduzir o consumo de açúcar, mas também não deve ser usado em excesso. “O ideal é não depender do sabor doce. O paladar pode ser reeducado aos poucos, reduzindo a quantidade de açúcar ou adoçante gradualmente”, orienta o especialista.

Na prática, pequenas mudanças já fazem diferença. Diminuir a quantidade de açúcar aos poucos, evitar adoçar todas as xícaras e testar o café puro em alguns momentos do dia são estratégias simples que ajudam na adaptação.

Outra dica importante é prestar atenção na quantidade total consumida. Mesmo sem açúcar, o excesso de café pode causar efeitos como ansiedade, irritação e dificuldade para dormir.

No fim das contas, não existe uma única regra que funcione para todos. O mais importante é buscar equilíbrio e entender como o corpo reage. Aproveitar o Dia Mundial do Café pode ser um bom ponto de partida para rever hábitos e fazer escolhas mais conscientes, sem abrir mão do prazer de um bom café.






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sexta-feira, 27 de março de 2026

Proteína: veja as melhores opções para a saúde do coração

 


Especialistas destacam alimentos ricos em proteína que ajudam a manter músculos, energia e saúde cardiovascular. Fontes vegetais, peixes e oleaginosas ganham destaque por oferecer benefícios além do ganho de massa muscular.








A proteína ganhou destaque nas dietas atuais e vem sendo cada vez mais valorizada por quem busca saúde e ganho de massa muscular, além de outros benefícios importantes para o organismo.

“A proteína é essencial para construir e reparar músculos e ossos, fornecer energia e contribuir para a saúde geral, incluindo a do coração”, destaca a Fundação do Coração, segundo reportagem do programa “Today”.

“[Mas] nem todas as fontes de proteína impactam a saúde da mesma forma”, ressalta a entidade.

A cardiologista Nieca Goldberg revelou ao programa quais são suas principais escolhas quando o assunto é proteína.

Dica da cardiologista: prefira fontes saudáveis de proteína

Goldberg destaca o consumo de pasta de amendoim sem açúcar e oleaginosas, especialmente amêndoas, por oferecerem uma boa combinação de gorduras saudáveis e proteína. As amêndoas, por exemplo, contêm cerca de 6 gramas de proteína em uma porção de 28 gramas.

O peixe também está entre as opções favoritas da médica. “O peixe é rico em ômega 3. Costumo prepará-lo assado ou grelhado, porque não é apenas a proteína que importa, mas também a forma de preparo”, explicou.

Outro alimento citado por ela é o frango, principalmente quando preparado assado.

Por que a proteína é importante?

A proteína tem papel fundamental no fortalecimento do sistema imunológico, na produção de hormônios, no controle do açúcar no sangue, no envelhecimento saudável e na manutenção da massa muscular, explica a nutricionista Rachael DeVaux.

“Gosto de incentivar as pessoas a enxergarem a proteína não apenas como um nutriente voltado para o desempenho físico, mas como algo essencial para a saúde no dia a dia”, afirmou.

As proteínas de origem vegetal também são recomendadas, por apresentarem baixos níveis de gordura saturada e serem ricas em fibras.

Um estudo de 2024 apontou que uma maior proporção de proteína vegetal em relação à animal está associada à redução de 19% no risco de doenças cardiovasculares e de 27% no risco de doença arterial coronariana.

Além disso, os ácidos graxos ômega 3 presentes em peixes como anchova, arenque, cavala, salmão e sardinha ajudam a reduzir o risco de insuficiência cardíaca e problemas nas artérias.

Proteína: por onde começar

Para quem quer melhorar a saúde do coração, as melhores opções incluem proteínas vegetais, como feijão, grão-de-bico, lentilha, tofu, nozes e sementes, além de peixes e frutos do mar, segundo recomendação da Fundação do Coração.








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sábado, 21 de março de 2026

Potássio Baixo: sinais preocupantes que muita gente ignora

 


Deficiência do mineral é comum e pode provocar cãibras, dores de cabeça e até alterações no ritmo cardíaco. Especialistas alertam para a importância da alimentação adequada para evitar complicações mais graves.








O potássio é um mineral essencial para o organismo e, apesar disso, muita gente apresenta níveis baixos sem perceber. Embora pareça algo sem grande importância, ele está diretamente ligado à saúde do coração e pode até ajudar a reduzir o risco de AVC.

O professor John Young explicou ao jornal Daily Mail que a deficiência de potássio é bastante comum. “Isso acontece principalmente por causa de dietas pobres, com muitos alimentos ultraprocessados e excesso de sal, além da falta de informação. A menos que os níveis estejam muito baixos ou exista um problema de saúde, como doenças cardíacas ou renais, dificilmente a pessoa recebe um diagnóstico”, afirmou.

O potássio desempenha um papel fundamental no funcionamento do sistema nervoso, dos músculos e na manutenção do ritmo cardíaco. Ele também ajuda a controlar a pressão arterial e a eliminar o excesso de sódio do organismo.

De acordo com o especialista, sinais mais leves de deficiência incluem cãibras, especialmente nos dedos dos pés, prisão de ventre e dores de cabeça. “Quando a deficiência é mais leve, esses sintomas costumam aparecer”, explicou.

Já em casos mais graves, os efeitos podem ser mais preocupantes. “Quando os níveis estão muito baixos, podem surgir sintomas como confusão mental, alterações de humor, depressão, palpitações, além de problemas gastrointestinais e respiratórios”, alertou.

O potássio também é importante para a saúde muscular, óssea, nervosa e circulatória, sendo um aliado na prevenção de doenças cardiovasculares e no equilíbrio do organismo. Além disso, contribui para o controle do peso, ajuda a aliviar dores, reduzir o estresse e manter o equilíbrio dos líquidos no corpo.

Muita gente associa o potássio à banana, mas ela não é a única nem a principal fonte do mineral. Uma unidade média da fruta contém cerca de 422 mg de potássio. Já a batata-doce, por exemplo, pode oferecer aproximadamente 542 mg por unidade média, enquanto a batata comum chega a 941 mg.

Outros alimentos ricos em potássio incluem molho de tomate (cerca de 728 mg por xícara), melancia (641 mg em duas fatias), espinafre congelado (540 mg por xícara), beterraba (518 mg por xícara) e feijão preto (739 mg por xícara).

Entre as opções também estão o atum enlatado, com cerca de 487 mg, o edamame, com 676 mg por xícara, e a abóbora, que pode oferecer aproximadamente 582 mg por porção. O iogurte natural também é uma boa escolha, com cerca de 573 mg.

Entre todos, o destaque fica para o feijão branco, considerado uma das maiores fontes do mineral. Uma xícara do alimento cozido pode fornecer cerca de 1.189 mg de potássio.






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quarta-feira, 11 de março de 2026

6 alimentos que causam muitos gases mas que pouca gente sabe

 


Embora a formação de gases seja um processo natural do organismo, alguns alimentos podem aumentar a fermentação no intestino e provocar inchaço e desconforto abdominal. Especialistas apontam itens comuns da dieta que favorecem esse problema digestivo.






 A formação de gases é um processo natural do organismo, mas quando acontece em excesso pode provocar desconforto, inchaço abdominal e sensação de estufamento. De acordo com especialistas em saúde digestiva, alguns alimentos podem favorecer essa produção maior de gases no intestino.

Segundo informações do portal Saúde em Dia, certos alimentos são mais propensos a causar esse efeito, especialmente porque passam por fermentação no intestino ou são mais difíceis de digerir.

Veja alguns dos principais:

1. Feijão
Muito consumido na alimentação brasileira, o feijão contém oligossacarídeos, um tipo de carboidrato que não é completamente digerido no intestino delgado. Quando chega ao intestino grosso, acaba sendo fermentado pelas bactérias, o que favorece a formação de gases.

2. Brócolis e outros vegetais crucíferos
Brócolis, couve-flor e repolho são ricos em fibras e nutrientes importantes, mas também possuem compostos que podem intensificar a fermentação intestinal, contribuindo para o surgimento de gases.

3. Leite e derivados
Pessoas com intolerância à lactose podem apresentar dificuldade para digerir o açúcar presente no leite. Quando a lactose não é bem absorvida, ela chega ao intestino e pode provocar gases, inchaço e desconforto abdominal.

4. Refrigerantes e bebidas gaseificadas
Essas bebidas introduzem gás diretamente no sistema digestivo. O resultado pode ser o aumento da sensação de estufamento e maior produção de gases.

5. Alimentos ricos em fibras
As fibras são essenciais para o bom funcionamento do intestino. No entanto, quando consumidas em excesso ou introduzidas de forma repentina na dieta, podem aumentar a fermentação intestinal e gerar gases.

6. Alimentos ultraprocessados
Produtos industrializados, como salgadinhos, batatas fritas e snacks, frequentemente contêm aditivos e açúcares fermentáveis que podem prejudicar a digestão e contribuir para a formação de gases.

Especialistas também destacam alguns hábitos simples que podem ajudar a reduzir o problema. Comer com calma, mastigar bem os alimentos, evitar falar enquanto se alimenta e reduzir o consumo de bebidas com gás são medidas que podem diminuir a ingestão de ar durante as refeições.

Além disso, caminhar por cerca de 10 a 15 minutos após comer pode ajudar no processo digestivo.

Outros alimentos que também podem favorecer a produção de gases incluem grão-de-bico, ervilhas, couve-de-bruxelas, aspargos, cebola, trigo, milho, cevada, sucos industrializados e produtos dietéticos sem açúcar.






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quinta-feira, 5 de março de 2026

Médicos revelam os piores alimentos para quem sofre de azia

 


A azia, que se caracteriza por uma sensação de ardor no estômago (assim como o refluxo gástrico), poderá ter origem no consumo de determinados alimentos. Em declarações à BBC, médicos referiram quais os alimentos a evitar nestes casos.










A azia, caracterizada por uma sensação de “queimação” no estômago, afeta parte da população portuguesa. Normalmente, ela aparece depois da ingestão de refeições muito pesadas e ricas em gordura. O álcool, assim como o café e o chocolate, também podem ser fatores que contribuem para o problema.

“Há pessoas que acham que os alimentos picantes pioram os sintomas. Curiosamente, eles não pioram necessariamente o refluxo ácido, mas a capsaicina presente nos alimentos picantes ativa os mesmos receptores nervosos que o ácido”, explica o gastroenterologista Philip Woodland à BBC.

O especialista também destaca os refrigerantes como outra possível causa da azia.

Como saber quais alimentos estão causando azia


Segundo o médico James Kennedy, a melhor forma de combater a azia é eliminar os alimentos que desencadeiam os sintomas. “Mas, como em qualquer dieta, é importante não cortar tudo de uma vez”, afirma.

“Pare de consumir um alimento de cada vez. Se os sintomas desaparecerem quando ele for retirado da dieta e, principalmente, voltarem quando for reintroduzido, é provável que seja um fator desencadeador”, ressalta.

Existem alimentos que aliviam a azia?


Woodland destaca que “não existem alimentos específicos que melhorem o refluxo gástrico”, alertando para informações equivocadas que circulam nas redes sociais.

Para quem sofre com esse problema, o médico recomenda “evitar refeições grandes e gordurosas, especialmente perto da hora de dormir. Isso reduz a diferença de pressão entre o estômago e o esôfago e pode diminuir o refluxo”.

Ele também destaca os benefícios de uma alimentação saudável e equilibrada. “A dieta mediterrânea costuma ser pobre em gorduras saturadas e rica em alimentos de origem vegetal, além de ter baixo consumo de álcool”, explica.

“Isso geralmente está associado a níveis mais baixos de obesidade. A obesidade é um grande fator de risco para o refluxo ácido, principalmente porque aumenta a pressão abdominal, o que acaba empurrando o ácido em direção ao esôfago”, acrescenta.

Kennedy, por sua vez, sugere uma alimentação rica em frutas, vegetais, grãos integrais, peixes e carnes brancas.

Chá de hortelã ajuda a aliviar a azia?


Kennedy afirma que o chá de hortelã pode ser benéfico para quem sofre com azia ou refluxo gástrico. A bebida tem um papel útil em sintomas gastrointestinais, como cólicas abdominais, inchaço e gases, porque relaxa a musculatura lisa das paredes do intestino.





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Pressão Alta: um a cada quatro adultos no Brasil convive com a condição

  Especialista alerta que o diagnóstico precoce é a principal ​​estratégia​​​​ para prevenir complicações graves como infarto e AVC. A  hipe...