quarta-feira, 11 de março de 2026

6 alimentos que causam muitos gases mas que pouca gente sabe

 


Embora a formação de gases seja um processo natural do organismo, alguns alimentos podem aumentar a fermentação no intestino e provocar inchaço e desconforto abdominal. Especialistas apontam itens comuns da dieta que favorecem esse problema digestivo.






 A formação de gases é um processo natural do organismo, mas quando acontece em excesso pode provocar desconforto, inchaço abdominal e sensação de estufamento. De acordo com especialistas em saúde digestiva, alguns alimentos podem favorecer essa produção maior de gases no intestino.

Segundo informações do portal Saúde em Dia, certos alimentos são mais propensos a causar esse efeito, especialmente porque passam por fermentação no intestino ou são mais difíceis de digerir.

Veja alguns dos principais:

1. Feijão
Muito consumido na alimentação brasileira, o feijão contém oligossacarídeos, um tipo de carboidrato que não é completamente digerido no intestino delgado. Quando chega ao intestino grosso, acaba sendo fermentado pelas bactérias, o que favorece a formação de gases.

2. Brócolis e outros vegetais crucíferos
Brócolis, couve-flor e repolho são ricos em fibras e nutrientes importantes, mas também possuem compostos que podem intensificar a fermentação intestinal, contribuindo para o surgimento de gases.

3. Leite e derivados
Pessoas com intolerância à lactose podem apresentar dificuldade para digerir o açúcar presente no leite. Quando a lactose não é bem absorvida, ela chega ao intestino e pode provocar gases, inchaço e desconforto abdominal.

4. Refrigerantes e bebidas gaseificadas
Essas bebidas introduzem gás diretamente no sistema digestivo. O resultado pode ser o aumento da sensação de estufamento e maior produção de gases.

5. Alimentos ricos em fibras
As fibras são essenciais para o bom funcionamento do intestino. No entanto, quando consumidas em excesso ou introduzidas de forma repentina na dieta, podem aumentar a fermentação intestinal e gerar gases.

6. Alimentos ultraprocessados
Produtos industrializados, como salgadinhos, batatas fritas e snacks, frequentemente contêm aditivos e açúcares fermentáveis que podem prejudicar a digestão e contribuir para a formação de gases.

Especialistas também destacam alguns hábitos simples que podem ajudar a reduzir o problema. Comer com calma, mastigar bem os alimentos, evitar falar enquanto se alimenta e reduzir o consumo de bebidas com gás são medidas que podem diminuir a ingestão de ar durante as refeições.

Além disso, caminhar por cerca de 10 a 15 minutos após comer pode ajudar no processo digestivo.

Outros alimentos que também podem favorecer a produção de gases incluem grão-de-bico, ervilhas, couve-de-bruxelas, aspargos, cebola, trigo, milho, cevada, sucos industrializados e produtos dietéticos sem açúcar.






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quinta-feira, 5 de março de 2026

Médicos revelam os piores alimentos para quem sofre de azia

 


A azia, que se caracteriza por uma sensação de ardor no estômago (assim como o refluxo gástrico), poderá ter origem no consumo de determinados alimentos. Em declarações à BBC, médicos referiram quais os alimentos a evitar nestes casos.










A azia, caracterizada por uma sensação de “queimação” no estômago, afeta parte da população portuguesa. Normalmente, ela aparece depois da ingestão de refeições muito pesadas e ricas em gordura. O álcool, assim como o café e o chocolate, também podem ser fatores que contribuem para o problema.

“Há pessoas que acham que os alimentos picantes pioram os sintomas. Curiosamente, eles não pioram necessariamente o refluxo ácido, mas a capsaicina presente nos alimentos picantes ativa os mesmos receptores nervosos que o ácido”, explica o gastroenterologista Philip Woodland à BBC.

O especialista também destaca os refrigerantes como outra possível causa da azia.

Como saber quais alimentos estão causando azia


Segundo o médico James Kennedy, a melhor forma de combater a azia é eliminar os alimentos que desencadeiam os sintomas. “Mas, como em qualquer dieta, é importante não cortar tudo de uma vez”, afirma.

“Pare de consumir um alimento de cada vez. Se os sintomas desaparecerem quando ele for retirado da dieta e, principalmente, voltarem quando for reintroduzido, é provável que seja um fator desencadeador”, ressalta.

Existem alimentos que aliviam a azia?


Woodland destaca que “não existem alimentos específicos que melhorem o refluxo gástrico”, alertando para informações equivocadas que circulam nas redes sociais.

Para quem sofre com esse problema, o médico recomenda “evitar refeições grandes e gordurosas, especialmente perto da hora de dormir. Isso reduz a diferença de pressão entre o estômago e o esôfago e pode diminuir o refluxo”.

Ele também destaca os benefícios de uma alimentação saudável e equilibrada. “A dieta mediterrânea costuma ser pobre em gorduras saturadas e rica em alimentos de origem vegetal, além de ter baixo consumo de álcool”, explica.

“Isso geralmente está associado a níveis mais baixos de obesidade. A obesidade é um grande fator de risco para o refluxo ácido, principalmente porque aumenta a pressão abdominal, o que acaba empurrando o ácido em direção ao esôfago”, acrescenta.

Kennedy, por sua vez, sugere uma alimentação rica em frutas, vegetais, grãos integrais, peixes e carnes brancas.

Chá de hortelã ajuda a aliviar a azia?


Kennedy afirma que o chá de hortelã pode ser benéfico para quem sofre com azia ou refluxo gástrico. A bebida tem um papel útil em sintomas gastrointestinais, como cólicas abdominais, inchaço e gases, porque relaxa a musculatura lisa das paredes do intestino.





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domingo, 22 de fevereiro de 2026

Saiba o que acontece à sua pressão arterial depois de comer bananas

 


As bananas são vistas como um alimento saudável, mas será que pode afetar a sua pressão arterial? Alguns especialistas apontam as consequências de comer este alimento. Saiba tudo o que acontece.





As bananas são uma fruta popular e quase certamente fazem parte da sua alimentação. Elas trazem diversos benefícios ao organismo. Mas será que podem afetar a pressão arterial, seja de forma positiva ou negativa? Alguns especialistas explicam.

A revista Parade conversou com cardiologistas e nutricionistas para entender de que forma as bananas podem influenciar a pressão arterial.

Como as bananas afetam a pressão arterial?

“As bananas podem ajudar a baixar a pressão arterial porque são ricas em potássio”, explica a nutricionista Laura Isaacson. Ela destaca o potássio como um grande aliado nesse caso, já que o mineral ajuda a reduzir o excesso de sódio no organismo por meio dos rins.

O potássio também contribui para diminuir a retenção de líquidos e aliviar a pressão nos vasos sanguíneos. “Isso significa que comer uma banana pode ser especialmente benéfico se você consumiu algo salgado recentemente”, acrescenta a especialista.

Embora os efeitos possam ser positivos, eles não acontecem de forma imediata. O alerta foi feito à Parade pelo cardiologista Ragavendra Baliga, que afirma que a redução da pressão tende a ser moderada, tanto no curto quanto no longo prazo.

“O potássio ajuda o corpo a neutralizar o sódio, que é um dos principais responsáveis pela hipertensão na alimentação. Também ajuda os vasos sanguíneos a relaxarem, melhora o fluxo sanguíneo e reduz a pressão dentro das artérias. Em termos simples, o potássio ajuda a aliviar a pressão nos vasos sanguíneos”, explica o médico.

Comer várias bananas aumenta o efeito?


Consumir várias bananas para potencializar os efeitos não é uma boa estratégia. O excesso não aumenta significativamente as chances de reduzir a pressão arterial em pouco tempo.

“Comer várias bananas não traz benefícios adicionais para a pressão arterial e pode aumentar a ingestão de calorias ou de potássio em excesso.”

Além disso, algumas pessoas devem evitar o consumo exagerado da fruta, pois isso pode interferir em determinados medicamentos.

“Pessoas que tomam medicamentos que elevam os níveis de potássio devem ter cuidado. Pacientes com problemas renais também precisam de atenção. Se você usa remédios para o coração ou para a pressão arterial, é sempre prudente consultar um médico antes de aumentar drasticamente a ingestão de potássio”, orienta o médico Rajeev L. Narayan.

Mais benefícios do consumo de banana


Em média, uma banana tem cerca de 40 calorias. A recomendação é consumir uma unidade por dia para evitar ganho de peso e, ao mesmo tempo, aproveitar seus benefícios.

Um detalhe importante: a banana madura não costuma causar prisão de ventre, enquanto a banana mais verde ajuda a prender o intestino e pode ser consumida em casos de diarreia.

Principais benefícios da banana:

1. Reduz a pressão arterial: é rica em magnésio, que ajuda a relaxar os vasos sanguíneos;

2. Regula o intestino: bananas maduras ajudam em casos de prisão de ventre; as verdes são indicadas para diarreia;

3. Diminui o apetite: é rica em fibras, promovendo maior saciedade;

4. Previne cãibras musculares: por ser fonte de potássio e magnésio;

5. Melhora o humor e ajuda no combate à depressão: contém triptofano, aminoácido que participa da formação de hormônios relacionados ao bem-estar e relaxamento;

6. Fortalece o sistema imunológico e previne doenças: por ser rica em vitamina C;

7. Melhora o metabolismo do colesterol e dos carboidratos: graças ao manganês;

8 Ajuda a controlar o colesterol e a prevenir câncer intestinal: devido à presença de fibras solúveis.





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domingo, 15 de fevereiro de 2026

Mau hálito pode indicar problemas de saúde além da higiene bucal

 


Especialistas alertam que baixa produção de saliva, alimentação ácida e acúmulo de placa bacteriana estão entre as causas mais comuns do problema, que pode afetar a autoconfiança e exigir cuidados que vão além da escovação diária.







O mau hálito vai muito além de um incômodo pontual. Além de afetar quem convive com o problema, a condição pode comprometer a autoconfiança e a vida social, alerta o dentista Scott Young, em entrevista à revista Women's Health. E engana-se quem acredita que a causa esteja apenas na escovação inadequada.

Segundo especialistas ouvidos pela publicação, o hálito desagradável pode ser um sinal de que algo não vai bem no organismo ou na rotina de cuidados com a saúde bucal.

Quando a saliva não dá conta do recado

Uma das causas mais comuns do mau hálito é o baixo fluxo de saliva. “A saliva funciona como o sistema de defesa da boca, ajudando a controlar os níveis de bactérias”, explica a dentista Michaela Tozzi. Quando a produção é insuficiente, as bactérias se multiplicam com mais facilidade, favorecendo o mau cheiro e aumentando o risco de cáries, gengivite e doença periodontal.

O problema pode estar associado ao uso de determinados medicamentos. Para minimizar os efeitos, a especialista recomenda aumentar a ingestão de água e utilizar pastas de dente ou géis específicos para boca seca, com cálcio ou flúor adicionados, sempre sob orientação profissional.

Alimentação ácida também pesa

Outro fator frequentemente ignorado é a dieta. “Uma alimentação rica em alimentos ácidos pode provocar refluxo gástrico, uma das principais causas do mau hálito”, alerta Tozzi. Os sinais costumam incluir azia, arrotos frequentes, náuseas e gosto amargo na boca.

A orientação, nesse caso, é observar os alimentos que desencadeiam os sintomas e reduzir gradualmente o consumo, em vez de manter hábitos que perpetuam o problema.

Higiene oral incompleta

Embora a má higiene bucal seja uma causa conhecida, o problema nem sempre está apenas na falta de escovação. A dentista explica que o acúmulo de placa bacteriana pode levar à formação de tártaro, o que intensifica o mau hálito.

Por isso, escovar os dentes não basta. É preciso adotar outras medidas preventivas para garantir uma limpeza eficaz da boca.

O papel essencial do fio dental

Para os dentistas, o fio dental é indispensável na remoção da placa bacteriana entre os dentes, região onde a escova não alcança e que costuma ser um foco de mau odor.

De acordo com especialistas da DECO Proteste, o fio dental deve ser usado antes da escovação, para potencializar o efeito protetor do creme dental. A recomendação é cortar entre 40 e 45 centímetros de fio, enrolar nas extremidades dos dedos médios e guiá-lo suavemente entre os dentes até a gengiva, formando um “C” ao redor de cada dente. O movimento deve ser delicado e repetido em todos os espaços, inclusive nos dentes posteriores.





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sábado, 7 de fevereiro de 2026

 

A relação entre olhos e cérebro tem sido cada vez mais estudada. Os especialistas acreditam que avanços nessa área podem trazer novas estratégias para prevenir e tratar o Alzheimer e outras formas de demência.




SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) 

 Um estudo publicado na revista Nature Communications no fim de Janeiro aponta que a presença da bactéria Chlamydia pneumoniae na retina pode estar associada à progressão do Alzheimer. A pesquisa foi conduzida por cientistas do Cedars-Sinai Medical Center, nos Estados Unidos, e reforça a ligação entre infecção bacteriana e doenças neurodegenerativas.

Os pesquisadores analisaram tecidos de olho e cérebro de 104 pessoas após a morte e observaram níveis mais altos da bactéria em quem tinha Alzheimer. A Chlamydia pneumoniae, geralmente encontrada no sistema respiratório, já havia sido detectada em cérebros de pessoas com a doença, mas agora foi identificada em maior quantidade também na retina.

O estudo mostrou que a presença da bactéria está ligada a mais inflamação e morte de células nervosas, além de maior acúmulo da proteína beta-amiloide no cérebro. Esses fatores são conhecidos por contribuir para o avanço do Alzheimer, mas ainda não há comprovação de que a infecção seja a causa principal do problema.

Segundo Maya Koronyo-Hamaoui, neurocientista do Cedars-Sinai, o olho pode funcionar como um reflexo do cérebro. "O estudo mostra que a infecção bacteriana e a inflamação crônica na retina podem refletir a patologia cerebral e ajudar a prever o risco da doença, apoiando a ideia de exames oculares não invasivos para identificar pessoas em risco de Alzheimer", afirma.

Os testes em laboratório com neurônios e modelos animais também confirmaram que a infecção pela bactéria aumenta a inflamação e acelera a degeneração dos neurônios. Para Timothy Crother, biomédico do Cedars-Sinai, a descoberta abre caminho para novas formas de tratar o Alzheimer. "Essa descoberta levanta a possibilidade de tratar o eixo infecção-inflamação para combater o Alzheimer", diz.

LIMITAÇÕES E PRÓXIMOS PASSOS

Apesar dos resultados promissores, os autores ressaltam que ainda não há prova definitiva de que a bactéria cause o Alzheimer. O estudo sugere que a Chlamydia pneumoniae pode agir como um fator que agrava a doença, e não como o gatilho principal. Mais pesquisas são necessárias para entender o papel exato da infecção no desenvolvimento do Alzheimer.

O próximo passo dos cientistas é investigar como a bactéria ativa processos inflamatórios e se é possível bloquear esse efeito. Os pesquisadores também querem avaliar se o exame da retina pode realmente ajudar a prever o risco de demência de forma prática e segura.

A relação entre olhos e cérebro tem sido cada vez mais estudada. Os especialistas acreditam que avanços nessa área podem trazer novas estratégias para prevenir e tratar o Alzheimer e outras formas de demência.






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6 alimentos que causam muitos gases mas que pouca gente sabe

  Embora a formação de gases seja um processo natural do organismo, alguns alimentos podem aumentar a fermentação no intestino e provocar in...