sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Quais alimentos devem ser evitados por quem tem pressão alta?

 


A alimentação tem influência direta sobre a pressão arterial. Especialistas recomendam reduzir o consumo de produtos ricos em sódio e gorduras saturadas e priorizar vegetais, frutas, grãos integrais e leguminosas.









Para quem foi diagnosticado com hipertensão, a alimentação pode fazer diferença no controle da pressão arterial. Enquanto alguns alimentos são aliados da saúde cardiovascular, outros devem ser consumidos com bastante moderação.

"O que você coloca no prato tem uma grande influência na sua pressão arterial. Uma dieta que prioriza vegetais, frutas, grãos integrais e leguminosas pode ajudar a baixar a pressão arterial", afirmou a nutricionista Veronica Rouse ao EatingWell.

"Esses alimentos fornecem minerais importantes, como potássio, magnésio e cálcio, que ajudam a regular o equilíbrio de fluidos e a manter a saúde dos vasos sanguíneos", acrescentou.

Se alguns alimentos ajudam a manter o sistema vascular saudável, outros podem favorecer o aumento da pressão, principalmente quando têm grandes quantidades de sódio ou gordura saturada.

1. Snacks salgados

Petiscos salgados, como pretzels, batatas fritas e pipoca com manteiga e sal, podem concentrar grandes quantidades de sódio.

O consumo excessivo de sal favorece a retenção de líquidos, o que pode aumentar o volume de sangue circulando pelo organismo e elevar a pressão arterial.

"Snacks salgados como pretzels, batatas fritas e pipoca com manteiga e sal podem fazer com que o corpo retenha mais líquidos, pressionando os vasos sanguíneos e aumentando a pressão arterial", explicou a nutricionista Sheri Gaw.

Além disso, a alta quantidade de sal presente nesses produtos ultraprocessados pode estimular um consumo ainda maior, aumentando significativamente a ingestão diária de sódio.

2. Carnes processadas

Bacon, presunto, salsicha, linguiça e outros tipos de carne processada também merecem atenção de quem tem hipertensão.

"Carnes processadas como bacon, linguiça e cachorro-quente contêm gorduras saturadas e sódio, que podem elevar a pressão arterial quando consumidas em excesso e regularmente", afirmou Gaw.

A recomendação é reduzir ao máximo esse tipo de alimento e, sempre que possível, substituí-lo por carnes frescas e magras ou fontes vegetais de proteína.

Como ajudar a manter a pressão arterial sob controle

Mesmo que alguns alimentos menos recomendados façam parte da rotina ocasionalmente, outros hábitos podem ajudar a proteger o coração e contribuir para o controle da pressão.

Mantenha-se hidratado: adultos com hipertensão tendem a beber menos água do que aqueles que não têm a doença. Beber água e consumir frutas e vegetais ricos em líquidos pode ajudar na hidratação e na regulação da pressão arterial.

Coma mais vegetais: frutas, verduras, nozes, feijão, grãos integrais e sementes fornecem nutrientes como potássio, magnésio e cálcio, que contribuem para o relaxamento dos vasos sanguíneos e ajudam o organismo a eliminar o excesso de sódio.

Pratique atividade física: "Movimente o corpo com atividades de que gosta, como andar de bicicleta, nadar e caminhar em ritmo acelerado, para controlar o peso e manter a pressão arterial sob controle", orientou Gaw.

Cozinhe mais em casa: refeições preparadas em restaurantes costumam ter maiores quantidades de sal. Fazer mais refeições em casa permite controlar melhor os ingredientes e, além disso, pode ser mais econômico.

 






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quarta-feira, 9 de setembro de 2026

6 hábitos simples podem melhorar a digestão e o bem-estar intestinal


 


Inchaço, cólicas e desconfortos podem aparecer quando o sistema digestivo não funciona bem. Especialistas ouvidos pelo Real Simple explicam quais mudanças na rotina podem favorecer a digestão e contribuir para um intestino mais equilibrado.










Melhorar a digestão não depende apenas do que vai ao prato. A forma de comer, os horários das refeições, o nível de estresse, a quantidade de fibras e até a movimentação ao longo do dia também podem influenciar o funcionamento do sistema digestivo.

Especialistas ouvidos pelo Real Simple reuniram seis hábitos que podem ser incorporados à rotina para reduzir desconfortos e favorecer a saúde intestinal.

1. Mastigue com calma

A digestão começa antes mesmo de o alimento chegar ao estômago. Mastigar bem facilita as etapas seguintes do processo e pode influenciar o esvaziamento gástrico e até a microbiota intestinal.

"O ato de mastigar é medicinal", afirma Hector Perez, médico e cirurgião bariátrico.

A nutricionista Dawn Menning também recomenda diminuir o ritmo das refeições. A orientação é comer devagar, parar antes de atingir a sensação de estômago completamente cheio e evitar refeições muito tarde.

2. Mantenha horários regulares para comer

O organismo segue um ritmo circadiano, e o sistema digestivo também responde a esse ciclo.

Segundo Perez, a digestão envolve uma combinação de movimentos intestinais, atividade neural, microbiota e horários. Por isso, manter uma rotina alimentar mais previsível pode ajudar o organismo a funcionar de maneira mais coordenada.

O especialista também cita pesquisas que associam uma maior ingestão de calorias no início do dia e horários regulares de alimentação a um melhor funcionamento do sistema nervoso do intestino.

3. Evite comer sob tensão

Fazer as refeições em momentos de estresse pode dificultar o processo digestivo.

A médica Shylah Schauer lembra que o sistema nervoso parassimpático é conhecido como o estado de "descanso e digestão". Quando o corpo está mais relaxado, há melhores condições para processar os alimentos e absorver nutrientes.

Por isso, diminuir distrações, reduzir a pressa e tentar fazer as refeições em um ambiente mais tranquilo pode ser benéfico.

4. Aumente o consumo de fibras aos poucos

Frutas, verduras, legumes, grãos integrais, feijão e lentilhas são fontes importantes de fibras e ajudam no funcionamento intestinal.

A recomendação, porém, é aumentar a quantidade de forma gradual, especialmente para quem não está acostumado a consumir esses alimentos com frequência.

Schauer também cita a orientação de incluir diferentes tipos de vegetais na alimentação ao longo da semana para favorecer a diversidade da microbiota intestinal.

Além de contribuir para a formação e movimentação das fezes, as fibras servem de alimento para bactérias benéficas presentes no intestino.

5. Cuidado com dietas detox e limpezas intestinais

Produtos vendidos com a promessa de "limpar" ou "desintoxicar" o intestino não são recomendados pelos especialistas.

Segundo Perez, chás detox, shots e protocolos antimicrobianos podem interferir também em microrganismos benéficos e alterar o equilíbrio da microbiota.

Quando há necessidade de modificar a alimentação ou utilizar prebióticos e probióticos, a recomendação é fazer mudanças graduais e, de preferência, com orientação profissional.

6. Beba água e mantenha o corpo ativo

A hidratação adequada participa de diferentes etapas da digestão e também ajuda o intestino a funcionar regularmente.

"Beber bastante líquido ao longo do dia ajuda nas funções digestivas", afirma Menning.

A prática de atividade física também pode contribuir. Segundo a nutricionista, movimentar o corpo, inclusive após as refeições, favorece o fluxo sanguíneo para o sistema digestivo e pode ajudar no processo de digestão.

Sintomas persistentes, como dores, inchaço frequente, alterações importantes no funcionamento intestinal ou cólicas intensas, devem ser avaliados por um profissional de saúde para identificar a causa.




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terça-feira, 25 de agosto de 2026

Médico alerta: 7 sinais de problemas no coração que nunca deve ignorar

 


Poderá achar que está tudo bem e que não tem com que se preocupar. Contudo, existem alguns sinais que nunca deve ignorar. O aviso é deixado por um médico que revela os sete sinais de problemas no coração. Alguns acabam por ser mais silenciosos. Saiba tudo.










Existem alguns sinais que parecem inofensivos, mas que, na verdade, podem indicar problemas cardíacos. Um médico fez um alerta e revelou sete sinais de problemas no coração que você nunca deve ignorar. O melhor é conhecê-los bem e agir o mais rápido possível.

Conheça os sinais aos quais você deve ficar atento.


1 — Falta de ar durante atividades simples

"Ficar sem fôlego após exercícios intensos geralmente é normal. Mas sentir falta de ar incomum ao caminhar, subir alguns degraus ou realizar tarefas domésticas cotidianas pode ser um sinal de alerta. Problemas cardíacos podem reduzir a capacidade do coração de bombear sangue de forma eficiente."

2 — Desconforto na região do peito

"A dor no peito é um dos sinais mais conhecidos de problemas cardíacos, mas nem sempre é uma dor intensa. Você pode sentir uma leve pressão, aperto ou apenas um desconforto."

3 — Cansaço extremo

"Algumas pessoas, particularmente mulheres e idosos, podem sentir um cansaço incomum antes ou durante um problema cardíaco, em vez de uma dor evidente no peito. Se, de repente, você perceber que atividades comuns estão sendo exaustivas, ou se a fadiga vier acompanhada de falta de ar, tontura ou desconforto no peito, consulte um médico."

4 — Tontura ou sensação de desmaio

"Tonturas ocasionais podem ocorrer quando você se levanta repentinamente, fica desidratado ou passa muito tempo sem comer. No entanto, tontura recorrente ou a sensação de quase desmaio ou desmaio, especialmente durante exercícios, pode, às vezes, indicar um problema no ritmo cardíaco ou outra condição cardiovascular."

5 — Inchaço nos tornozelos ou nas pernas

"Inchaço nos pés e tornozelos é comum depois de passar longos períodos em pé, em clima quente ou após ficar sentado por muitas horas. No entanto, um inchaço persistente sem uma explicação óbvia pode, às vezes, estar associado à insuficiência cardíaca."

6 — Batimentos cardíacos acelerados ou irregulares

"Você pode perceber ocasionalmente que o coração bate mais rápido após exercícios físicos, consumo de cafeína, momentos de empolgação ou estresse. Geralmente, isso é temporário. Ainda assim, é importante ficar atento a episódios repetidos de batimentos cardíacos fortes ou irregulares."

7 — Dor ou desconforto na mandíbula, nas costas, no ombro ou no braço

"Um problema cardíaco nem sempre causa dor diretamente no coração. Durante um ataque cardíaco, o desconforto pode se espalhar do peito para o braço esquerdo ou ambos os braços, ombros, costas, pescoço ou mandíbula. Algumas pessoas podem sentir desconforto nessas regiões primeiro."




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quarta-feira, 29 de julho de 2026

Descansar também é produtivo: os benefícios do ócio para a mente

 


Psicóloga explica como momentos de pausa podem favorecer a criatividade, reduzir o estresse e promover o bem-estar emocional.








Em uma sociedade marcada pela pressa e pela necessidade de estar sempre produzindo, reservar momentos para simplesmente descansar pode parecer um desperdício de tempo. No entanto, especialistas afirmam que períodos de ócio são importantes para a saúde mental e podem trazer benefícios para o cérebro.

Segundo a coordenadora do curso de Psicologia da Faculdade Anhanguera Taboão da Serra, Elisângela Ribeiro, o descanso é uma necessidade do organismo e não deve ser encarado como sinal de preguiça ou falta de produtividade.

"Existe uma pressão constante para aproveitar cada minuto do dia, mas a mente também precisa de momentos de pausa. Eles são importantes para recuperar as energias, organizar pensamentos e reduzir a sobrecarga causada pelo excesso de estímulos", explica.

Estímulo à criatividade

Quando o cérebro não está focado em tarefas e obrigações o tempo todo, há mais espaço para a imaginação e para o surgimento de novas ideias. Por isso, momentos de descanso podem contribuir para a criatividade e para a resolução de problemas.

"É comum que algumas pessoas tenham insights ou encontrem soluções para determinadas situações justamente em momentos de relaxamento, como durante uma caminhada ou enquanto estão descansando", afirma a psicóloga.

Menos estresse e ansiedade

A hiperconectividade e a rotina intensa podem favorecer o estresse e a sensação de exaustão. Nesse cenário, desacelerar e permitir-se momentos de ócio pode ajudar a aliviar a tensão e promover maior equilíbrio emocional.

As pequenas pausas ao longo do dia e períodos de descanso nas férias contribuem para diminuir a sensação de sobrecarga e melhorar a qualidade de vida.

Mais autoconhecimento

Momentos de silêncio e de menor estímulo também favorecem a reflexão e permitem que as pessoas se reconectem com seus interesses, emoções e necessidades.

"Quando estamos constantemente ocupados, muitas vezes deixamos de prestar atenção em nós mesmos. O ócio saudável pode ser uma oportunidade para fortalecer o autoconhecimento e identificar o que realmente nos faz bem", destaca.

Descansar não é procrastinar

A especialista ressalta que é importante diferenciar o descanso da procrastinação. Enquanto o primeiro é necessário para a recuperação física e mental, o segundo está relacionado ao adiamento frequente de tarefas e responsabilidades.

"Descansar é uma forma de autocuidado. Permitir-se momentos de pausa não significa deixar de ser produtivo, mas sim reconhecer que o corpo e a mente precisam de equilíbrio para funcionar adequadamente", conclui a coordenadora.




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