sexta-feira, 22 de novembro de 2024

Quatro sinais de que você está consumindo açúcar em excesso diariamente

 

Reduzir o consumo de açúcar adicionado e preferir alimentos naturais pode ajudar a prevenir esses sintomas e melhorar a qualidade de vida.




Consumir açúcar em excesso, mesmo que involuntariamente ao ingerir alimentos com açúcares escondidos em sua composição, pode trazer impactos negativos à saúde. Especialistas citados no portal BestLife destacaram sinais de alerta que, além do aumento de peso, podem indicar o consumo excessivo de açúcar no dia a dia.

Quatro sinais de que você pode estar ingerindo açúcar demais:

Dores de cabeça

De acordo com a endocrinologista Rekha B. Kumar, "o consumo excessivo de açúcar pode causar dores de cabeça em algumas pessoas devido à rápida absorção dos açúcares simples ou processados. Isso leva a um pico abrupto de glicose no sangue, seguido por uma queda repentina".

Pressão arterial elevada

O consumo excessivo de açúcar adicionado está associado ao aumento da pressão arterial e à inflamação crônica, conforme destaca a Harvard Health.

Fadiga e compulsão por doces

Segundo a médica Katherine Masoud, ao consumir açúcar, "os níveis de glicose no sangue sobem, e o corpo libera insulina para equilibrá-los". No entanto, essa reação muitas vezes faz com que os níveis de açúcar no sangue caiam muito rapidamente, o que pode causar fadiga, irritabilidade e fome. Isso resulta em um ciclo de desejos por mais açúcar para restaurar a sensação de energia.

Dificuldade para dormir

James Gangwisch, professor assistente da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, explica que "quando o nível de açúcar no sangue aumenta rapidamente, o corpo libera insulina, e a queda abrupta pode ativar hormônios como adrenalina e cortisol, que podem atrapalhar o sono".

Esses sinais são importantes alertas para repensar os hábitos alimentares. Reduzir o consumo de açúcar adicionado e preferir alimentos naturais pode ajudar a prevenir esses sintomas e melhorar a qualidade de vida.

FONTE DE PESQUISA:  https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/


sexta-feira, 15 de novembro de 2024

Estudo aponta fragilidade física como sinal precoce de demência

 

A descoberta foi revelada num estudo publicado recentemente na JAMA Network.











Um estudo recente publicado na JAMA Network revelou que a fragilidade física crescente pode ser um sinal precoce de demência, manifestando-se de quatro a nove anos antes do diagnóstico. A pesquisa sugere que, além de ser uma consequência da demência, o declínio físico também pode ser uma causa da doença. "Os dados sugerem que a fragilidade física contribui para o início da doença", afirmou o médico David Ward, coautor do estudo, em comunicado à imprensa.

O estudo avaliou 28 mil voluntários com uma idade média de 71 anos ao longo de duas décadas. Os pesquisadores analisaram pelo menos 30 indicadores de fragilidade física por meio de questionários regulares, buscando entender a relação entre o declínio físico e a incidência de demência.

Os principais indicadores analisados foram:

-Andar 100 metros sem se cansar;
-Sentar-se por duas horas sem sentir dores;
-Ter força para levantar-se sozinho de uma cadeira;
-Subir escadas;
-Agachar-se ou ajoelhar-se;
-Levantar os braços acima dos ombros;
-Ter força para levantar cinco quilos;
-Empurrar objetos grandes, como um sofá;
-Vestir-se e tomar banho sozinho;
-Fazer compras sem auxílio;
-Pegar uma moeda sobre uma mesa;
-Comer sem ajuda;
-Levantar-se da cama sozinho.

Os resultados indicam que dificuldades nesses aspectos podem ser sinais de alerta para o desenvolvimento da demência.

A demência é um termo amplo que engloba várias condições, como o Alzheimer (sua forma mais comum) e o Parkinson. Essas doenças afetam funções cognitivas como memória, linguagem e orientação no tempo e espaço. Estima-se que cerca de 40% dos casos de demência podem ser prevenidos ou atrasados com intervenções adequadas, como mudanças no estilo de vida e cuidados médicos.


De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), há atualmente 47,5 milhões de pessoas com demência no mundo. Esse número pode chegar a 75,6 milhões em 2030 e quase triplicar até 2050, atingindo 135,5 milhões. A OMS destaca a importância de ações preventivas e investimentos em pesquisas para frear o impacto global da doença.


FONTE DE PESQUISA:    https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/


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