domingo, 29 de dezembro de 2024

Só não vê quem não quer: 5 sinais de infelicidade num relacionamento!

 

O 'ponto final' para uma separação  está para breve?




Muitas vezes, nos relacionamentos amorosos, é fácil cair na rotina e se acomodar com o que se tem, mesmo que isso signifique não estar completamente satisfeito. O medo de ficar sozinho ou de não encontrar alguém melhor pode nos fazer ignorar sinais de insatisfação em nosso relacionamento. No entanto, é importante reconhecer esses sinais, pois podem indicar que a relação está caminhando para uma ruptura.

O portal Nova Mujer identificou cinco sinais que podem apontar para a insatisfação em um relacionamento:

1. Declínio no Desejo Sexual e Intimidade:

Se o desejo sexual entre você e seu parceiro diminuiu significativamente e a intimidade se tornou cada vez mais rara, isso pode ser um sinal de que algo não está bem. A falta de conexão física muitas vezes reflete problemas emocionais subjacentes.

2. Preso ao Passado:

Se você ou seu parceiro continuam se apegando ao passado, relembrando antigas discussões ou ressentimentos, isso pode criar um ambiente de negatividade na relação. Deixar o passado para trás é essencial para o crescimento e a felicidade no relacionamento.

3. Preferência por tempo sozinho:

Se você se sente mais confortável passando tempo sozinho do que na companhia do seu parceiro, isso pode ser um sinal de que a relação está perdendo sua conexão. O desejo de estar só pode indicar que você não está mais satisfeito com a dinâmica do relacionamento.

4. Falta de Interesse em resolver problemas:

Quando você e seu parceiro evitam discutir problemas ou demonstram falta de interesse em resolvê-los, isso pode indicar uma falta de compromisso com a relação. Resolver conflitos é fundamental para o crescimento e a saúde do relacionamento.

5. Irritação constante:

Se pequenas coisas que antes não o incomodavam agora o irritam profundamente, isso pode ser um sinal de que a insatisfação está se acumulando. A irritação constante pode prejudicar a comunicação e a harmonia no relacionamento.

É importante lembrar que todos os relacionamentos passam por altos e baixos, e nem todos os sinais de insatisfação são necessariamente o fim. No entanto, reconhecer esses sinais e abordar os problemas de frente é essencial para tentar melhorar a relação.


FONTE DE PESQUISA:  https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

domingo, 22 de dezembro de 2024

Colesterol elevado? Dicas de como diminuir com hábitos saudáveis

 

Estima-se que cerca de 40% da população brasileira sofrem de colesterol elevado, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).




O colesterol elevado está diretamente relacionado a diversos problemas de saúde, incluindo doenças cardíacas, que são uma das principais causas de morte no Brasil. Estima-se que cerca de 40% da população brasileira sofrem de colesterol elevado, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Para controlar e reduzir os níveis de colesterol, é essencial adotar hábitos saudáveis que, felizmente, não são tão difíceis de implementar.

O colesterol é uma substância gordurosa essencial para o funcionamento do corpo, mas ele se divide em dois tipos principais: o LDL (lipoproteína de baixa densidade) e o HDL (lipoproteína de alta densidade). O LDL, popularmente conhecido como "colesterol ruim", pode se acumular nas paredes das artérias, formando placas que dificultam a circulação sanguínea, aumentando o risco de doenças cardiovasculares como infarto e AVC. Já o HDL, o "colesterol bom", ajuda a remover o excesso de colesterol das artérias, levando-o de volta ao fígado, onde é eliminado. Manter o equilíbrio entre esses dois tipos é essencial para a saúde do coração.


Dicas para reduzir o colesterol

O site StudyFinds cita recomendações da Harvard Health Publishing, do National Health Service do Reino Unido, e da Health Partners, apresentando algumas orientações importantes para manter os níveis de colesterol controlados:

1. Alimentação saudável

Para reduzir o colesterol, é importante consumir alimentos ricos em fibras, como aveia, grãos integrais, frutas, legumes e verduras. Além disso, alimentos como peixes ricos em ômega-3 (salmão e sardinha) e frutos secos (amêndoas e nozes) são ótimos aliados no combate ao colesterol elevado, especialmente o LDL. Evite alimentos ricos em gorduras saturadas e trans, como carnes gordurosas, queijos amarelos, frituras, doces e produtos industrializados.

2. Prática de exercícios físicos


A atividade física regular é uma das formas mais eficazes de aumentar os níveis de HDL, o colesterol bom. Recomenda-se ao menos 150 minutos de exercício moderado por semana, como corrida, ciclismo ou natação. A prática de exercícios também ajuda a controlar o peso, que tem um impacto direto nos níveis de colesterol.

3. Controle do peso


Manter um peso saudável é crucial para equilibrar os níveis de colesterol. A combinação de uma alimentação equilibrada e a prática regular de exercícios é essencial para alcançar e manter o peso ideal.

4. Parar de fumar


O hábito de fumar contribui para o aumento das placas de gordura nas artérias, acelerando o processo de aterosclerose, o que pode levar a doenças cardíacas graves. Parar de fumar melhora significativamente a saúde cardiovascular e ajuda a elevar os níveis de HDL.

5. Beber álcool com moderação


O consumo excessivo de álcool pode aumentar os níveis de colesterol e trazer outros prejuízos à saúde. Especialistas do National Health Service recomendam que homens e mulheres não ultrapassem 14 unidades de álcool por semana, além de intercalar dias sem ingestão alcoólica.

6. Gerenciamento do estresse e controle do diabetes


O estresse prolongado pode contribuir para o aumento do colesterol, assim como o diabetes mal controlado. Técnicas como meditação, yoga e mindfulness ajudam a reduzir os níveis de estresse. Já para quem vive com diabetes, é fundamental controlar a glicose no sangue, o que contribui para a estabilização dos níveis de colesterol.

7. Uso de medicamentos para controle do colesterol


Em alguns casos, mudanças no estilo de vida podem não ser suficientes, e os médicos podem prescrever medicamentos para reduzir os níveis de colesterol, como as estatinas. Esses remédios ajudam a diminuir o LDL e aumentar o HDL, sendo essenciais para pessoas com níveis de colesterol muito elevados.

8. Monitoramento regular dos níveis de colesterol


Fazer exames de sangue regulares para medir o colesterol total, LDL e HDL é fundamental para o acompanhamento da saúde cardiovascular. Isso permite a detecção precoce de alterações nos níveis de colesterol e a adoção de medidas preventivas, se necessário.


FONTE DE PESQUISA:  https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

sábado, 14 de dezembro de 2024

Objetos do cotidiano que mais acumulam bactérias e como se proteger

 

Para reduzir os riscos de contaminação e proteger sua saúde, é fundamental adotar algumas práticas simples e eficazes.










Embora todos saibam que banheiros e lixeiras são locais com grande potencial para acumular sujeira e bactérias, existem muitos outros objetos em nosso cotidiano que também são fontes de contaminação e podem gerar problemas de saúde. De forma geral, é essencial estar ciente de como esses itens aparentemente comuns podem representar um risco para nossa saúde.

Aqui estão alguns dos objetos mais contaminados com os quais você entra em contato todos os dias:

Carrinhos de compras:

Esses itens podem ser uma fonte significativa de infecções. Estudo aponta que os carrinhos de compras podem transmitir doenças como a febre aftosa, que causa feridas na boca e erupções cutâneas nas mãos e pés. Isso acontece devido ao contato constante com diversos consumidores.

Celulares:

Um estudo publicado na revista Germs revelou que os celulares de estudantes do ensino médio estavam infestados com cerca de 17.000 tipos de genes bacterianos, alguns dos quais são causadores de infecções. Isso se deve ao uso constante do celular, especialmente quando ele é tocado sem que as mãos estejam completamente limpas.

Suporte da escova de dentes:

Os suportes de escovas de dentes estão constantemente em contato com umidade, o que favorece o crescimento de bactérias. A NSF International, organização independente de saúde pública, realizou um estudo que indicou que mais de 25% dos suportes de escova de dentes apresentam bactérias como E. coli, que podem ser transmitidas diretamente pela boca.

Xícaras de escritório:

As xícaras de escritório são frequentemente compartilhadas e, muitas vezes, lavadas com esponjas que não são trocadas com regularidade. Isso cria um ambiente perfeito para a proliferação de bactérias, incluindo E. coli, aumentando o risco de infecções.

Bolos de aniversário:

Embora pareçam inofensivos, os bolos de aniversário podem ser um foco de contaminação. Estudo publicado no Journal of Food Research descobriu que ao apagar as velas do bolo, as bactérias podem ser espalhadas pela cobertura em até 1.400%, expondo todos os convidados a potenciais infecções.

Roupa suja:

A roupa suja também é um dos objetos mais contaminados da casa. Uma pesquisa de 2005 demonstrou que muitos vírus, como adenovírus, rotavírus e hepatite A, podem sobreviver no ciclo de lavagem da roupa, especialmente quando não são tomadas medidas adequadas para higienização.

Como se proteger da contaminação:

Para reduzir os riscos de contaminação e proteger sua saúde, é fundamental adotar algumas práticas simples e eficazes:

Desinfete seu celular regularmente com um pano umedecido com álcool 70%.
Lave as mãos frequentemente, especialmente antes de comer e após usar o banheiro.
Guarde sua escova de dentes em um recipiente fechado para evitar que ela entre em contato com bactérias presentes no ambiente.
Lave as xícaras de escritório com água quente e sabão, e sempre que possível, use a xícara pessoalmente, evitando o uso coletivo.
Lave a roupa suja com água quente e sabão, e procure evitar que peças muito contaminadas sejam misturadas com as mais limpas.

Com esses cuidados simples e eficazes, você pode diminuir significativamente a exposição a bactérias e ajudar a manter a saúde de toda a sua família.


Fonte de Pesquisa: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

sábado, 7 de dezembro de 2024

Quatro sinais de que está com a imunidade baixa

 

Descubra os principais indícios de que seu sistema imunológico está debilitado






Todo mundo sabe que o sistema imunológico ajuda a proteger o corpo de infecções e outros problemas. Quando está mais fraco, afeta significativamente o dia a dia. Como? Recentemente, o DailyMail listou (e explicou) alguns dos sinais mais comuns. Confira:

1. Cansaço excessivo


1. Cansaço excessivo

"Quando o sistema imunológico está ocupado lutando contra uma infecção de baixo grau, isso muitas vezes esgota as reservas de energia", explica Susie Perry, uma cientista alimentar e nutricionista.

Ela também explicou que sofrer de herpes labial regularmente, cistite, uma doença autoimune, alergias ou intolerâncias alimentares significa que o sistema imunológico está trabalhando demais e/ou com falta de "zinco e de vitaminas A, C e D3", ficando mais vulnerável a infecções comuns do inverno.

2. Problemas digestivos

De acordo com Peter Abel, professor de Ciências Biomédicas na University of Central Lancashire, no Reino Unido, citado no mesmo jornal, 70% das células imunológicas encontram-se no trato gastrointestinal, no revestimento do intestino.

"Normalmente, combatem as toxinas que podem ter sido ingeridas" e, além disso, "regulam a entrada de nutrientes, pelo que um sistema imunológico enfraquecido pode provocar cólicas estomacais e diarreia".

3. Gripes (e resfriados) recorrentes

Quem tem o sistema imunológico enfraquecido fica doente mais vezes. "Isso se deve ao fato de não se produzirem linfócitos suficientes, que produzem anticorpos que combatem as infecções virais. Isso pode ser causado por fatores como uma dieta pouco saudável", explica Peter Abel.

Por exemplo, "vitaminas como a B12, o ácido fólico ou o zinco, presentes na alimentação, contribuem para a produção dessas células". Quando estão em falta ou são utilizadas em excesso, fazem com que pegue resfriados com mais frequência e que o tempo de recuperação seja mais prolongado.

4. Infecções leves

Não são as mais fáceis de detectar. Por exemplo, "sangrar das gengivas pode significar que você tem uma infecção bacteriana nas gengivas, o pé de atleta é um fungo da pele que seu sistema imunológico pode estar lutando para controlar, e ter uma barriga irritada pode ser devido a uma infecção intestinal ou do microbioma", explica Susie Perry.

"Essas infecções precisam constantemente da atenção do sistema imunológico e as células imunológicas encarregadas de eliminar as infecções do corpo são ativadas e apoiadas por nutrientes como o zinco, as vitaminas C e D3", acrescenta.


FONTE DE PESQUISA:  https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/






domingo, 1 de dezembro de 2024

Atenção ao reaquecer alimentos: alguns podem ser prejudiciais à saúde

 

São dicas que servem como um alerta sobre a importância de práticas seguras na manipulação e armazenamento de alimentos, reduzindo os riscos de contaminações e problemas de saúde associados ao consumo de sobras.





Embora seja prático reutilizar sobras de comida, nem todos os alimentos são seguros para serem reaquecidos. De acordo com a nutricionista Harini Bala, citada pelo Daily Mail, alguns alimentos não devem ser reaquecidos de forma alguma, pois podem se tornar tóxicos e trazer riscos à saúde.

Por que evitar o reaquecimento?

Harini explica que o reaquecimento pode alterar os compostos químicos dos alimentos, liberando substâncias potencialmente tóxicas. "Isso pode estar relacionado a problemas como lesões renais", alerta. Além disso, permitir que certos alimentos esfriem antes de serem reaquecidos pode favorecer o crescimento de bactérias como a E. coli e a Listeria, que são difíceis de eliminar e podem causar infecções graves.

Alimentos que devem ser evitados ao reaquecer

Espinafre
Segundo Harini, o espinafre contém ácido oxálico, que é inofensivo quando consumido cru ou na primeira cocção. No entanto, ao ser reaquecido, o ácido oxálico pode cristalizar, tornando-se tóxico. Em quantidades elevadas, isso pode aumentar o risco de formação de cálculos renais. Além disso, os nitratos presentes no espinafre se transformam em nitritos durante o reaquecimento, substâncias que podem ser prejudiciais à saúde.

Arroz
O arroz é outro alimento que merece atenção. Quando deixado esfriar e depois reaquecido, ele pode conter Bacillus cereus, uma bactéria formadora de esporos comumente encontrada no solo e em vegetais. Esses esporos são resistentes ao calor e podem causar intoxicações alimentares, especialmente se o arroz não for armazenado adequadamente.

Chá
Embora menos comum no dia a dia, reaquecer chá também não é recomendado. Segundo a especialista, além de alterar o sabor da bebida, tornando-a mais amarga devido ao aumento dos taninos, o reaquecimento pode reativar bactérias inativas, representando um risco potencial à saúde.

Cuidados adicionais

Harini reforça que alimentos devem ser armazenados de forma correta, em temperaturas abaixo de 5°C, para evitar o crescimento de bactérias. Além disso, é importante consumir alimentos reaquecidos imediatamente e evitar deixá-los expostos à temperatura ambiente por longos períodos.


FONTE DE PESQUISA:  https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

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