terça-feira, 30 de dezembro de 2025

Armazenamento inapropriado do vinagre pode trazer riscos à saúde

 

Especialista alerta que o produto alterado pode ocasionar infecções, intoxicações, vômitos, diarreia, febre e outros sintomas.





Armazenar o vinagre de forma inadequada pode representar riscos à saúde. Jéssica Felipe, professora do curso de Nutrição da Faculdade Anhanguera, adverte que um produto alterado pode causar infecções, intoxicações, vômitos, diarreia, febre, cólicas abdominais e outros sintomas. Embora o vinagre seja um componente importante na dieta dos brasileiros, poucos consideram os impactos negativos que o armazenamento impróprio pode acarretar para a saúde.

A palavra "vinagre" tem origem no francês "vinaigre", significando "vinho azedo", mas, na verdade, é resultado da transformação do álcool em ácido acético por bactérias acéticas. Jéssica destaca que o vinagre possui propriedades funcionais, como estimular a digestão e agir como antisséptico e condimento.

Você já parou para pensar qual seria o local ideal para armazenar o vinagre? Segundo a nutricionista, um armazenamento inadequado pode proporcionar condições favoráveis ao crescimento e multiplicação microbiana, podendo alterar desde as características organolépticas (odor, cor, textura e sabor) até a segurança para consumo. “Alguns microrganismos podem causar desde sintomas leves, como vômitos e diarreia, até complicações mais graves, como distúrbios neurológicos e infecções generalizadas ou até mesmo levar a óbito, dependendo do microrganismo, da quantidade e da intensidade de multiplicação no alimento”.

Os principais fatores que contribuem para a deterioração do vinagre quando armazenado de forma inadequada são o processo produtivo realizado de maneira inadequada, sem higiene e controle microbiológico, resultando em um produto contaminado desde sua fabricação até o armazenamento incorreto, favorecendo o desenvolvimento microbiológico.

De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), as principais alterações que podem ocorrer no vinagre são causadas por agentes como a Anguilula do vinagre (Anguillula aceti), um pequeno nematóide que se desenvolve principalmente em vinagres fracos, causando odores desagradáveis, mas não prejudiciais à saúde; a Mosquinha do vinagre (Drosophylla melanogaster), responsável pela transmissão de microrganismos infectantes; elementos químicos como ferro e cobre, que em concentrações elevadas causam escurecimento, turvação e sabor metálico; e diversos microrganismos, como bactérias, fungos e ácaros, que podem contaminar o vinagre, tornando-o impróprio para o consumo.

Jéssica destaca que, devido à fermentação das frutas pelas acetobactérias, o vinagre é naturalmente suscetível ao crescimento de bactérias e outros microrganismos. “O armazenamento inadequado, como deixá-lo destampado em locais úmidos, sujos e com vetores, favorece o crescimento microbiano, aumentando o risco de contaminação por patógenos”.

Sinais de armazenamento inadequado do vinagre incluem alterações nas características naturais do produto, como escurecimento da cor, aumento da acidez no sabor, odor diferente do habitual, textura mais viscosa e presença de turvação ou matéria gelatinosa na base da embalagem.

A Dra. recomenda que o vinagre seja armazenado em local arejado e fresco antes de ser aberto, longe da umidade e do calor. “Após aberto, deve ser mantido sob refrigeração e tampado. É essencial seguir as recomendações do fabricante contidas no rótulo e respeitar a data de validade do produto. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) exige que o fabricante forneça instruções claras sobre armazenamento, conservação, data de fabricação e validade do produto”.

A professora alerta que negligenciar o armazenamento e a conservação do vinagre favorece a proliferação de microrganismos, alguns dos quais podem causar doenças ao organismo humano. "Muitos microrganismos patogênicos crescem em faixas de temperaturas entre 25ºC e 45ºC, a famosa temperatura ambiente. Portanto, é essencial evitar o armazenamento em locais úmidos e quentes. A contaminação por microrganismos patogênicos pode resultar em infecções, intoxicações e alterações em diversos órgãos e tecidos, colocando em risco até mesmo a vida. É fundamental seguir as recomendações contidas no rótulo para manter o alimento íntegro e apropriado para consumo, evitando qualquer dano à saúde."





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domingo, 21 de dezembro de 2025

Maxilar estalando? Saiba o que pode ser e quais são os riscos

 

Costuma ouvir ou sentir o maxilar estalando? Há alguns problemas de saúde relacionados com este fenômeno. Descubra o que pode estar a provocar isso e quais são os riscos associados.





Embora possa ser desconfortável, na maioria dos casos o estalo no maxilar não é motivo de preocupação. No entanto, quando esse quadro é frequente, pode indicar um desequilíbrio no funcionamento dessa articulação.

Em alguns casos, o estalo pode ser acompanhado de dor, dificuldade para mastigar ou até para abrir a boca — o que pode caracterizar uma disfunção da articulação temporomandibular (DTM).

Essas situações exigem cuidados específicos e a avaliação por um profissional de saúde.

De acordo com a rede de saúde CUF, alguns tratamentos incluem o uso de placas oclusais, sessões de fisioterapia e o uso de relaxantes musculares.

Entenda os estalos na mandíbula


O estalo na mandíbula ocorre devido a alterações na articulação temporomandibular (ATM), responsável por conectar a mandíbula ao crânio.

As causas mais comuns têm origem multifatorial, incluindo:


  • Traumas na mandíbula;
  • Doenças articulares;
  • Apertar ou ranger os dentes (bruxismo);
  • Tensão muscular e emocional.

Em geral, o problema está relacionado ao deslocamento do disco de cartilagem, que sai de sua posição correta e provoca movimentos irregulares da mandíbula.

Quanto à influência emocional, é importante destacar que o estresse pode levar ao hábito frequente de apertar a mandíbula ou ranger os dentes. Um estudo publicado no Journal of Oral Rehabilitation confirma essa associação com o bruxismo.

Comportamentos que aumentam a chance de estalos na mandíbula


  • Mascar chiclete em excesso: pode sobrecarregar os músculos da mandíbula e a ATM, causando fadiga.
  • Má postura: especialistas alertam que apoiar o queixo na mão pode provocar desalinhamento da mandíbula.

Procure um profissional se houver:


  • Dor persistente;
  • Dificuldade para abrir ou fechar a boca;
  • Bloqueio ou limitação dos movimentos;
  • Inchaço no rosto.
  • Dicas de prevenção
  • Reduzir o estresse para evitar o bruxismo;
  • Evitar alimentos que exijam mastigação excessiva, como chicletes, balas e caramelos;
  • Evitar alimentos muito duros, como nozes, frutas inteiras ou gelo;
  • Realizar exercícios de relaxamento da mandíbula, como abrir e fechar a boca suavemente, mantendo a língua no céu da boca, o que pode melhorar o alinhamento mandibular, segundo especialistas.

Ao compreender as causas dos estalos na mandíbula, é possível avaliar melhor as opções de tratamento.

Como reduzir os estalos na mandíbula


Tratamentos não cirúrgicos: fisioterapia, aparelhos orais e aplicações semelhantes ao Botox podem proporcionar alívio a longo prazo.

Casos mais graves: podem exigir intervenção cirúrgica para corrigir alterações estruturais.

Se o problema persistir, o ideal é buscar avaliação em uma consulta de oclusão, área da odontologia responsável pelo diagnóstico e tratamento desse tipo de disfunção.





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quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

13 hábitos que deixam a sua casa mais suja e que passam despercebidos

 


Descubra os 13 hábitos comuns que podem estar deixando a sua casa mais suja do que imagina. Estes erros podem ser a razão pela qual a sua casa acumula sujeira e pó com facilidade, mesmo quando se esforça para mantê-la limpa.






Se a sua casa parece acumular sujeira e poeira rápido demais, mesmo com limpezas frequentes, alguns hábitos cotidianos podem estar contribuindo sem que você perceba. Profissionais consultados pelo site Martha Stewart apontam comportamentos comuns que, embora pareçam inofensivos, deixam o ambiente mais sujo e favorecem a proliferação de germes. A seguir, veja os 13 erros mais frequentes que podem estar sabotando a limpeza da sua casa.

1. Usar sapatos dentro de casa

Os sapatos carregam germes e bactérias acumulados durante o dia. Deixá-los na entrada ajuda a reduzir a sujeira espalhada pelos ambientes.

2. Não fechar a tampa do vaso

Ao dar descarga com a tampa aberta, gotículas com bactérias podem se espalhar pela pia, toalhas e escovas de dente.

3. Aspirar com o saco cheio

Se o saco do aspirador estiver cheio, ele perde eficiência e pode até devolver a sujeira para o ar. O ideal é esvaziar antes de usar.

4. Não lavar os panos de cozinha

Panos de cozinha acumulam bactérias rapidamente. O mesmo vale para toalhas de banho. Lave com frequência.

5. Deixar janelas abertas por muito tempo

É importante ventilar a casa diariamente, mas janelas abertas por longos períodos facilitam a entrada de poeira, pólen e poluentes.

6. Não limpar o pet ao voltar da rua

Patas e pelos podem trazer sujeira do passeio. Limpar rapidamente com uma toalha úmida já faz grande diferença.

7. Acumular tralha nas gavetas

Além de desorganização, gavetas "entulhadas" acumulam poeira com facilidade. Mantenha apenas o necessário.

8. Deixar roupa suja no chão

Quando o cesto enche, muita gente acaba deixando peças no chão. Isso atrai poeira, mau cheiro e pode favorecer mofo em roupas úmidas. Evite não acumular roupas sujas por muitos dias

9. Não arrumar a cama

Arrumar a cama ajuda a reduzir o acúmulo de poeira nos lençóis e deixa o quarto visualmente mais limpo.

10. Usar utensílios de limpeza sujos

Esponjas, panos e vassouras também acumulam sujeira e bactérias. Se não forem limpos, espalham contaminação pela casa.

11. Deixar roupa molhada na máquina

A roupa molhada pode desenvolver cheiro de mofo em poucas horas. O ideal é retirar no mesmo dia e estender logo após o ciclo.

12. Manter armários desorganizados

Armários bagunçados dificultam a circulação de ar e aumentam a formação de pó. Doar o que não usa e reorganizar o espaço ajuda muito.

13. Esquecer roupas no varal

Peças deixadas por muito tempo no varal acumulam poeira novamente, reduzindo o efeito da lavagem e proporcinando uma limpeza mais facil e abrangente.

São 13 habitos simples que podem ser adequados a qualquer ambiente, proporcionando saúde e bem estar a todos.

Esses ajustes simples na rotina podem transformar a limpeza diária e manter a casa mais saudável por mais tempo, deixando aquela sensação de bem estar no seu ambiente.




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domingo, 23 de novembro de 2025

Quando roncar é sinal de alerta e motivo para ir ao médico

 

Médicos alertam que o problema pode estar ligado à apneia do sono e a doenças como hipertensão, diabetes e distúrbios cardíacos, exigindo avaliação médica e mudanças nos hábitos de sono.






Roncar pode parecer algo inofensivo, mas em alguns casos é sinal de alerta para problemas de saúde que exigem atenção médica. Embora muitas pessoas encarem o ronco apenas como um incômodo noturno, ele pode estar relacionado a distúrbios respiratórios e cardíacos.

O médico Girish Anand explicou ao site Only My Health quando o ronco passa a ser motivo de preocupação. Segundo ele, o problema se torna grave “quando é alto, frequente ou vem acompanhado de pausas na respiração”.

Roncos leves e ocasionais costumam ser inofensivos, mas o ronco constante pode indicar apneia obstrutiva do sono, uma condição em que as vias respiratórias ficam parcialmente bloqueadas durante o descanso. O médico alerta que isso pode reduzir os níveis de oxigênio no sangue, causar cansaço durante o dia, dificuldades de concentração e alterações de humor.

Além disso, o ronco persistente pode aumentar o risco de hipertensão, doenças cardíacas, AVC e diabetes. Fatores como obesidade, tabagismo e consumo de álcool tendem a agravar o quadro. Anand recomenda que quem ronca de forma intensa procure um médico para avaliação e tratamento adequado.

Há, porém, formas de prevenir o problema. Manter as vias nasais desobstruídas, parar de fumar e adotar bons hábitos de sono são medidas que podem ajudar. Em alguns casos, o uso de travesseiros especiais, dispositivos orais ou tratamentos médicos específicos é indicado. O especialista também recomenda manter um peso saudável, evitar bebidas alcoólicas e sedativos antes de dormir e preferir deitar-se de lado.

O médico do sono Scott Kutscher reforça que dormir de lado ou com a cabeça levemente elevada ajuda a reduzir o ronco. “Nunca durma de costas. O objetivo é impedir que a gravidade empurre as vias respiratórias para baixo e cause o bloqueio que provoca o ronco”, explica.

Caso o problema persista, é importante investigar a possibilidade de apneia do sono, distúrbio que interrompe a respiração por breves períodos e está ligado a condições como obesidade, ansiedade e depressão.




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domingo, 9 de novembro de 2025

Colega tóxico no trabalho? Veja 6 estratégias para lidar com a situação


Críticas constantes, manipulação e fofocas podem transformar o ambiente profissional em um espaço insuportável. 

Especialistas explicam como identificar comportamentos tóxicos e adotam seis medidas práticas para se proteger emocionalmente e preservar a saúde mental no trabalho.







Trabalhar em equipe pode ser um grande desafio, especialmente quando há colegas tóxicos (prejudicial ou nocivo) que criam um ambiente pesado e negativo. 

Críticas constantes, comportamentos passivo-agressivos, reclamações sem fim e manipulação são atitudes que, com o tempo, podem afetar a saúde mental e até levar ao esgotamento pessoal.

Por isso, aprender a lidar com pessoas difíceis é essencial não apenas para o sucesso profissional, mas também para manter o equilíbrio emocional e profissional.

De acordo com o médico Bhumesh Tyagi, em entrevista ao site Only My Health, “pessoas tóxicas podem causar sofrimento emocional intenso, levando à ansiedade, insônia e até problemas físicos, como aumento da pressão arterial e dores de cabeça constantes”. O especialista reforça que estabelecer limites é fundamental para preservar a mente e o bem-estar.

Como identificar comportamentos tóxicos no trabalho

Ambientes de trabalho tóxicos nem sempre são fáceis de reconhecer. Algumas atitudes negativas podem ser confundidas com competitividade, ironia ou “brincadeiras”. Mas Tyagi alerta para sinais que merecem atenção:

Negatividade constante: reclamações frequentes, críticas e tendência a culpar os outros.

Como lidar com colegas tóxicos
Existem estratégias práticas que ajudam a se proteger e manter o equilíbrio diante de pessoas difíceis.

1. Estabeleça limites
Aprenda a dizer “não” com educação e firmeza. Evite permitir que colegas tóxicos invadam seu espaço pessoal ou emocional. Mantenha as conversas profissionais e não compartilhe informações pessoais que possam ser usadas contra você.

2. Não alimente o drama
Pessoas tóxicas se alimentam de reações alheias. Quanto mais atenção recebem, mais controle exercem. Mantenha a calma, evite fofocas e não entre em discussões desnecessarias . “Manter o autocontrole demonstra maturidade emocional e tira delas o poder que buscam”, diz Tyagi.

3. Registre tudo
Se o comportamento do colega estiver prejudicando sua reputação ou trabalho, registre os fatos — por e-mail, mensagens ou atas de reunião. Esses registros podem servir de prova em casos de denúncia aos recursos humanos ou à liderança.

4. Busque apoio
Converse com amigos, familiares ou mentores de confiança. O apoio emocional é essencial e primordial. “O isolamento agrava o impacto dos comportamentos tóxicos. Ter pessoas por perto traz perspectiva e mostra que você não está sozinho”, afirma o médico.

5. Acione o RH ou a chefia
Se o comportamento ultrapassar os limites profissionais ou éticos — como casos de bullying, discriminação ou assédio —, é preciso comunicar imediatamente aos superiores ou ao setor de recursos humanos. Intervenções precoces evitam danos maiores.

6. Cuide da sua saúde mental
Ambientes tóxicos podem levar ao burnout e à ansiedade. Tire pausas, pratique meditação, respire fundo e invista em atividades prazerosas fora do trabalho. “A saúde mental nunca deve ser sacrificada por causa do emprego. Se o ambiente se tornar insustentável, talvez seja hora de buscar novas oportunidades”, alerta Tyagi.

Manipulação: vitimização, falsos elogios e mentiras para atingir objetivos. Isso pode caracterizar um auto dominio próprio, se sentindo superior ao outro colega de trabalho. 

Falta de responsabilidade: recusa em admitir erros e hábito de “apontar o dedo” para os colegas sendo que isso pode demonstrar incapacidade pessoal de adquimitir que esta errando.

Fofocas e rumores: criação de intrigas e clima de desconfiança podem ser constantes no ambiente de trabalho. Esteja sempre atento aos pequenos detalhes de cada tarefa a ser realizada.

Desvalorização dos outros: roubo de créditos pelo trabalho alheio e humilhações públicas são atitudes que desvalorizam o poder de persuasão de quem esta sendo vitima.

empatia: é a capacidade psicológica de se colocar no lugar de outra pessoa para compreender seus sentimentos, desejos e perspectivas. Ela vai além de simplesmente sentir compaixão; envolve uma conexão genuína e a habilidade de entender a situação do outro a partir do ponto de vista dele, e não do seu próprio



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Potássio Baixo: sinais preocupantes que muita gente ignora

  Deficiência do mineral é comum e pode provocar cãibras, dores de cabeça e até alterações no ritmo cardíaco. Especialistas alertam para a i...