sexta-feira, 31 de janeiro de 2025

Veja os alimentos que podem fortalecer os dentes e melhorar a saúde bucal

 

Dentista destaca que laticínios, vegetais e frutas podem ter um impacto positivo caso consumidos de maneira regular.









Manter os dentes fortes e saudáveis vai muito além de uma boa escovação e o uso diário do fio dental. A alimentação desempenha um papel fundamental na preservação da saúde bucal. Alimentos ricos em cálcio são essenciais para a mineralização dos dentes, pois ajudam a reforçar o esmalte, que é a primeira barreira contra cáries. Já as frutas e vegetais crocantes, estimulam a produção de saliva, o que auxilia na limpeza dos dentes e no controle do pH bucal. 

Vanessa Oliveira, dentista e coordenadora do curso de Odontologia da Faculdade Anhanguera, aponta e explica quais alimentos podem ser aliados na manutenção ou aumento do fortalecimento dos dentes. 

Queijo: o queijo é uma excelente fonte de cálcio, mineral essencial para a saúde dos dentes. Rico também em fosfatos, ele ajuda a equilibrar o pH da boca, reduzindo o risco de cáries. Além disso, mastigar queijo estimula a produção de saliva, que auxilia na limpeza dos dentes e na neutralização de ácidos nocivos.

Maçã: a maçã, muitas vezes chamada de "escova de dentes natural", exige uma mastigação vigorosa, o que ajuda a limpar os dentes de resíduos alimentares e a fortalecer as gengivas. Além disso, seu alto teor de água estimula a produção de saliva, um protetor natural contra bactérias.

Cenoura: crocante e cheia de nutrientes, a cenoura é outro alimento que contribui para a saúde bucal. Rica em vitamina A, essencial para a manutenção do esmalte dentário, a cenoura também estimula a produção de saliva e promove a limpeza mecânica dos dentes enquanto é mastigada.

Amêndoas: são ricas em proteínas, cálcio e baixo teor de açúcar, sendo uma ótima opção de lanche para quem deseja fortalecer os dentes. Consumir amêndoas regularmente pode ajudar a manter os dentes fortes e a prevenir cáries, além de serem excelentes para a saúde geral.

Iogurte: é uma poderosa fonte de cálcio e probióticos. O cálcio ajuda a reforçar o esmalte dentário, enquanto os probióticos promovem um equilíbrio saudável das bactérias na boca, ajudando a combater as que podem causar cáries e gengivite. Prefira versões sem açúcar para garantir o máximo de benefícios.

Folhas verdes: alimentos como espinafre, couve e rúcula são repletos de cálcio e outros minerais que ajudam a fortalecer os ossos e dentes. Além disso, as folhas verdes têm propriedades anti-inflamatórias, contribuindo para a saúde das gengivas.

"Embora esses alimentos ajudem na manutenção da saúde bucal, é crucial escovar os dentes pelo menos três vezes ao dia, usar fio dental e visitar o dentista regularmente para garantir um sorriso sempre saudável", conclui a especialista.




FONTE DE PESQUISA:  https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

quinta-feira, 16 de janeiro de 2025

Acordou parecendo um pão? Dez alimentos que deixam o rosto inchado

 

Reduzir o consumo de bebidas alcoólicas e processadas contribui para a saúde geral e ajuda a evitar o inchaço facial após as refeições.






Já reparou em seu rosto mais inchado após uma noite fora ou uma refeição mais pesada? Esse inchaço facial, conhecido popularmente como "cara de sushi", pode ser causado pelo consumo de alimentos ricos em sódio, explicam especialistas.

O que causa o inchaço facial?

De acordo com a nutricionista Starla Garcia, de Houston, Texas, e a dermatologista Rebecca Baxt, de Paramus, Nova Jersey, o inchaço é resultado da retenção de líquidos que o corpo realiza para equilibrar os altos níveis de sódio ingeridos. Esse fenômeno foi apelidado de "cara de sushi" pela atriz Julianne Moore, devido ao consumo frequente de alimentos como sushi, que incluem molho de soja e carboidratos refinados, conhecidos por contribuir para a retenção de líquidos.

"Normalmente, após uma refeição rica em sódio, o corpo tenta reter água para se equilibrar, o que pode incluir áreas como o rosto," explica Starla Garcia em entrevista ao portal Healthline.

Alimentos que contribuem para o inchaço facial
Entre os principais alimentos que podem causar inchaço no rosto estão:

Macarrão instantâneo

Sushi (especialmente com molho de soja)

Carnes processadas como presunto, salame, bacon e chouriço

Leite e derivados como queijos

Alimentos fritos

Pretzels e batatas fritas, incluindo de pacote

Bebidas alcoólicas

Condimentos e molhos, como ketchup e molho de soja

Esses alimentos são ricos em sódio e, em alguns casos, contêm glutamato monossódico (MSG), que pode intensificar a retenção de líquidos.

Como evitar o inchaço

Para prevenir o inchaço facial, os especialistas recomendam evitar o consumo excessivo de alimentos ricos em sódio, especialmente à noite. Manter-se hidratado e equilibrar a dieta com alimentos ricos em potássio, como bananas e vegetais verdes, também pode ajudar a minimizar os efeitos do sódio no organismo.

Além disso, reduzir o consumo de bebidas alcoólicas e processadas contribui para a saúde geral e ajuda a evitar o inchaço facial após as refeições.


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segunda-feira, 6 de janeiro de 2025

Ansiedade e depressão podem impactar diretamente na saúde do coração

 

Alterações biológicas, causadas por esses transtornos mentais, podem causar estreitamento dos vasos, aumento da pressão arterial e frequência cardíaca.





Segundo o Relatório Mundial de Saúde Mental da OMS (2022), uma em cada oito pessoas no mundo vive com algum transtorno mental, sendo a ansiedade e a depressão os mais comuns, representando 60% dos casos.1 No Brasil, cerca de 9,3% da população convive com ansiedade, enquanto a depressão afeta 5,8%.2,3 Esses transtornos não apenas comprometem o bem-estar mental, mas também podem impactar gravemente a saúde do coração.

A médica Patrícia Oliveira, do Centro de Cardiologia do Hospital Sírio-Libanês, área liderada pelo médico cardiologista Roberto Kalil Filho, explica que, para além de uma questão comportamental, o coração e o estado de espírito estão intimamente relacionados. “Transtornos mentais desencadeiam alterações biológicas importantes, mudando as vias de sinalização entre o sistema nervoso central e os órgãos. Além disso, podem levar à elevação de citocinas inflamatórias, agravando condições como aterosclerose e isquemia miocárdica”, afirma.

A especialista explica ainda que quadros de depressão e ansiedade se caracterizam pela hiperativação do sistema simpático (que prepara o organismo para reagir em situações de medo, estresse e excitação) e liberação de cortisol. “Como resultado, os indivíduos podem sofrer com vasoconstrição e aumento da pressão arterial e frequência cardíaca”, conta.

Um dos maiores exemplos do impacto das doenças mentais na saúde do coração tem nome conhecido: a ‘síndrome do coração partido’ é uma cardiopatia induzida por estresse, que se manifesta de maneira similar ao infarto agudo do miocárdio, mas sem lesões ateroscleróticas obstrutivas, caracterizadas pelo estreitamento e enrijecimento das artérias causado pelo acúmulo de gordura em suas paredes. Neste caso, segundo a especialista, o estresse e a depressão ativam o sistema neuro-hormonal, levando a liberação de substâncias que reduzem o fluxo sanguíneo no músculo cardíaco (vasoconstrição) e possível lesão celular.

Cuidados multidisciplinares

A abordagem multidisciplinar é essencial para prevenir os efeitos negativos da ansiedade e depressão no coração. "O acompanhamento por uma equipe que inclui cardiologistas, psicólogos e psiquiatras é fundamental, especialmente em pacientes que já passaram por eventos cardíacos", explica Patrícia.

Entre as abordagens estão:

  • Terapias psicológicas e psiquiátricas: ajudam a tratar os transtornos mentais, reduzindo o risco cardiovascular.
  • Exercícios físicos regulares: promovem bem-estar emocional e melhoram a saúde cardiovascular.
  • Medicação apropriada: quando indicada, pode controlar sintomas emocionais e prevenir complicações cardíacas.

Além disso, protocolos clínicos específicos permitem o rastreio precoce de transtornos mentais em pacientes cardíacos, melhorando tanto a qualidade de vida quanto a sobrevida. "O equilíbrio emocional é tão importante quanto o controle de fatores tradicionais, como colesterol e pressão arterial. Ao cuidar da saúde mental, estamos cuidando também do coração", conclui a cardiologista.I


FONTE DE PESQUISA:  https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

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