quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Alimentos que nunca deve guardar em recipientes de plástico

 


Especialistas em segurança alimentar alertam que certos alimentos podem favorecer a contaminação ou a migração de substâncias químicas quando armazenados em plástico; carnes cruas, itens gordurosos e sobras para reaquecer estão entre os principais riscos.










Guardar corretamente os alimentos é uma das formas mais eficazes de aumentar a durabilidade, evitar desperdícios e reduzir riscos à saúde. No dia a dia, os recipientes de plástico costumam ser a escolha mais prática para armazenar sobras e ingredientes. No entanto, nem todos os alimentos devem ser guardados nesse tipo de embalagem. Especialistas em segurança alimentar ouvidos pelo site Martha Stewart alertam que, em alguns casos, o plástico pode favorecer a contaminação ou a migração de substâncias químicas para a comida.

Veja cinco tipos de alimentos que não devem ser armazenados em recipientes plásticos.

Carne crua

Arranhões e fissuras comuns em recipientes de plástico podem acumular bactérias presentes na carne crua, favorecendo sua proliferação. Para reduzir o risco de contaminação, o ideal é armazenar esse tipo de alimento em recipientes de vidro, que são mais fáceis de higienizar.

Alimentos ricos em gordura

Comidas com alto teor de gordura não são indicadas para recipientes plásticos, já que muitos aditivos presentes nesse material são lipofílicos, ou seja, se dissolvem com mais facilidade em gordura do que em água. Isso aumenta o risco de substâncias químicas migrarem para os alimentos. Entram nessa lista azeite, manteiga, queijos, carnes, aves, peixes, nozes, pastas de oleaginosas, frituras, molhos cremosos e sobras de refeições.

Alimentos ácidos

Assim como os alimentos gordurosos, os ácidos também facilitam a migração química quando armazenados em plástico. Pratos à base de tomate, frutas cítricas, molhos para salada e alimentos fermentados, como iogurte e kimchi, devem ser guardados preferencialmente em recipientes de vidro.

Ração para animais de estimação

Manter ração por longos períodos em recipientes de plástico pode aumentar o risco de contaminação ou de exposição a substâncias tóxicas. A recomendação é optar por embalagens de vidro ou aço inoxidável, que preservam melhor a qualidade do alimento.

Sobras que serão reaquecidas

Para aquecer alimentos no micro-ondas, é importante utilizar recipientes próprios para esse fim. Embalagens plásticas descartáveis, como as fornecidas por alguns restaurantes, podem derreter ou liberar substâncias nocivas quando aquecidas, representando um risco à saúde.






FONTE DE PESQUISA:  https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

O hábito esquecido que faz bem para a saúde emocional e do cérebro

 

Um hábito que vem sendo cada vez mais abandonado com o avanço da tecnologia merece voltar ao centro da atenção. Para estimular a saúde emocional e cerebral, basta resgatar uma prática simples e tradicional: a escrita.






Existem muitas maneiras de fortalecer a saúde do cérebro e o equilíbrio emocional, e a atividade física é uma delas. Desta vez, porém, o benefício vem sem esforço físico. Pelo contrário: quase não exige movimento.

Um hábito que vem sendo cada vez mais abandonado com o avanço da tecnologia merece voltar ao centro da atenção. Para estimular a saúde emocional e cerebral, basta resgatar uma prática simples e tradicional: a escrita.

Mas não qualquer escrita. Digitar no celular ou no computador não traz os mesmos efeitos. O que faz a diferença é o contato com o papel e a caneta. Ou, mais precisamente, os benefícios da escrita à mão.

Especialistas ouvidos pela Psychology Today destacam que os ganhos vão muito além da melhora da caligrafia. Escrever manualmente ativa processos cognitivos e emocionais que não são estimulados da mesma forma no meio digital.

Benefícios emocionais da escrita à mão

De acordo com psicólogos, escrever à mão, em vez de digitar, aprofunda o processamento das informações e contribui para a saúde emocional de diversas maneiras. A prática permite registrar experiências de forma mais pessoal e detalhada, ajuda a resgatar memórias e favorece a sensação de reviver momentos importantes. Também estimula a autenticidade e facilita a organização de pensamentos, reflexões e ideias.

Benefícios cerebrais da escrita à mão

Embora seja mais lenta do que a escrita digital, a prática diária da escrita manual pode ajudar a combater o declínio cognitivo. O hábito estimula a coordenação motora, ativa diferentes áreas do cérebro e contribui para a manutenção da destreza mental.

Especialistas afirmam ainda que a caligrafia regular pode melhorar a estrutura e o funcionamento do cérebro. Além disso, registrar experiências no papel facilita o resgate dessas memórias no futuro. Ao reler textos escritos à mão, o cérebro é estimulado a reativar lembranças, fortalecendo a memória.

Como retomar o hábito de escrever à mão

Algumas estratégias simples podem ajudar a trazer a escrita manual de volta ao dia a dia:

Fazer listas de compras no papel
Substituir o bloco de notas do celular por um caderno
Manter um diário
Praticar journaling regularmente
Usar uma agenda de papel

Se a escrita à mão estava ficando de lado, este pode ser um bom momento para resgatá-la  e também incentivar esse hábito entre as crianças. Além de ser uma habilidade fundamental, os benefícios para a saúde emocional e cerebral são evidentes.






FONTE DE PESQUISA:  https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

sábado, 10 de janeiro de 2026

Atitudes que podem beneficiar seu relacionamento

 

Já pensou que a qualidade da sua vida pode estar a depender da qualidade da vida útil do seu telémovel? Conheça as três dicas que podem ter um impacto imediato na forma como se relaciona e lida com tudo o que o rodeia, nomeadamente a forma como interage com as tecnologias.





Receber o aviso de “bateria fraca” no meio do dia pode parecer um simples incômodo, mas para muitas pessoas esse alerta desperta frustração, ansiedade e até pânico. Segundo os especialistas Joshua Fields Millburn e Ryan Nicodemus, conhecidos como The Minimalists, essa reação pode indicar um tipo de dependência digital.

Para eles, o problema não é o uso do celular em si, mas a compulsão com que nos conectamos a ele. “Se o seu telefone está constantemente ‘prestes a morrer’, talvez não seja o aparelho que esteja com problemas”, afirmam.

Os autores defendem que o minimalismo, filosofia que busca eliminar excessos e valorizar o essencial, pode ser a chave para recuperar o equilíbrio e reduzir a influência da tecnologia sobre o bem-estar. Eles sugerem três práticas simples para começar:

1. Ative o modo avião


Nem sempre é necessário estar disponível o tempo todo. Ativar o modo avião em determinados momentos do dia ajuda o cérebro a descansar da sobrecarga de notificações. Caso precise estar acessível, reserve horários específicos para se reconectar.

2. Guarde o celular em uma gaveta


A ideia não precisa ser literal, mas manter o aparelho fora do alcance visual pode ajudar no “detox digital”. Quanto menos tentação de checar o celular, maior a concentração e a produtividade.

3. Faça algo que não envolva telas


Descubra atividades que estimulem o foco e o prazer fora do mundo digital — ler, caminhar, cozinhar ou iniciar um novo hobby. Isso ajuda a reconectar-se com o presente e a perceber que é possível viver bem sem depender das notificações.

Segundo os The Minimalists, abrir espaço na rotina para o silêncio e a desconexão é o primeiro passo para uma vida mais leve e intencional  e, curiosamente, com menos necessidade de recarregar a bateria.





FONTE DE PESQUISA:  https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

Potássio Baixo: sinais preocupantes que muita gente ignora

  Deficiência do mineral é comum e pode provocar cãibras, dores de cabeça e até alterações no ritmo cardíaco. Especialistas alertam para a i...