sábado, 28 de junho de 2025

Novo remédio para obesidade pode reduzir peso em até 20%, diz estudo

 

A substância pertence à mesma classe de medicamentos que o Ozempic e o Mounjaro, mas ainda precisa ser aprovada por órgãos reguladores antes de estar disponível para uso.




Uma nova medicação para obesidade, a ecnoglutida, demonstrou potencial para reduzir até 20% do peso corporal, conforme estudo publicado no periódico The Lancet Diabetes & Endocrinology. O ensaio clínico, denominado "Slimmer", foi conduzido pela farmacêutica chinesa Hangzhou Sciwind Biosciences e apresentado no congresso anual da American Diabetes Association (ADA), em Chicago, nos Estados Unidos.

 A substância pertence à mesma classe de medicamentos que o Ozempic e o Mounjaro, mas ainda precisa ser aprovada por órgãos reguladores antes de estar disponível para uso.

O estudo envolveu 664 chineses com idades entre 18 e 75 anos, divididos aleatoriamente em grupos que receberam doses subcutâneas de 1,2 mg, 1,8 mg ou 2,4 mg, além de um grupo placebo. A maior redução de peso foi observada na dose mais alta, com uma média de 15,4%. Entre os participantes nessa dose, 20,7% perderam 20% ou mais do peso corporal em quase um ano de uso. Além disso, 79,6% dos participantes nessa dose perderam pelo menos 10% do peso, e 63,5% perderam 15% ou mais.

Os efeitos do medicamento também foram positivos no controle de comorbidades associadas à obesidade, como pré-diabetes, hipertensão e esteatose hepática. O tratamento resultou em uma redução significativa da gordura no fígado e em outros problemas metabólicos. Os efeitos colaterais foram classificados como leves ou moderados, sendo os mais comuns problemas gastrointestinais. Apenas 10 participantes descontinuaram o uso devido a reações adversas.

Os resultados indicam que a ecnoglutida tem um perfil de segurança semelhante ao de outros medicamentos já aprovados para obesidade. A substância representa um avanço no tratamento da doença, mas ainda depende de aprovação regulatória antes de estar disponível para o público.



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sábado, 21 de junho de 2025

Quantas vezes é normal urinar por dia? Veja o que diz a medicina

 


Urologista explica quantas idas ao banheiro são esperadas em cada fase da vida e alerta sobre sinais que merecem atenção médica.





Se você já se perguntou se a frequência com que vai ao banheiro é normal, saiba que esse hábito pode variar de acordo com idade, tipo de bebida ingerida e até condições de saúde. Segundo o urologista Hamid Abboudi, algumas bebidas – como café, chá, álcool e refrigerantes – estimulam os rins e aumentam a vontade de urinar, fazendo com que as idas ao banheiro sejam mais frequentes.

Além disso, algumas doenças, como câncer de próstata ou de bexiga, também podem ter como sintoma a micção frequente. Mas, para pessoas saudáveis, existe um padrão considerado normal.

De acordo com o médico, ouvido pelo jornal britânico Metro, o número de vezes que uma pessoa urina ao dia pode variar de acordo com a faixa etária:

Crianças: entre 6 e 14 vezes por dia

Adolescentes: de 4 a 6 vezes ao dia

Adultos: de 6 a 9 vezes ao dia

Pessoas com mais de 60 anos: até 10 vezes por dia

Se você tem ido ao banheiro com mais ou menos frequência do que o habitual e sente desconforto, vale procurar um especialista. Alterações persistentes podem ser sinal de algo que merece atenção.



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quinta-feira, 12 de junho de 2025

Hambúrguer com batata frita: dá para comemorar sem culpa?

 

Nutricionista explica como aproveitar o lanche queridinho dos brasileiros com mais equilíbrio.






No fim de maio, duas datas ganham o coração — e o paladar — de muita gente: o Dia do Hambúrguer, comemorado em 28 de maio, e o Dia da Batata Frita, celebrado dois dias depois, em 30 de maio. A dupla é uma das mais populares quando se fala em lanches rápidos e saborosos. Mas será que esse combo tão querido pode ser incluído na rotina alimentar sem pesar na saúde?

Segundo a nutricionista e docente da Estácio, Lilian Asis, hambúrguer com batata frita é considerado um lanche pouco saudável por ser, em geral, altamente calórico e rico em gorduras saturadas e sódio. 

“O quanto vai ser prejudicial depende do modo de preparo e da frequência com que o lanche é consumido”, alerta. 

O consumo exagerado e frequente pode favorecer quadros de obesidade, hipertensão e doenças cardiovasculares — consequências diretas do excesso de calorias, sal e gordura presente nessas refeições.

Apesar da má fama dos fast foods, a especialista destaca que há uma diferença significativa entre os hambúrgueres prontos vendidos em redes e aqueles feitos em casa. Os caseiros, segundo ela, podem ser preparados com carnes mais magras como patinho ou lagarto, e temperos naturais como alho, cebola, salsa e cebolinha. 

“Se usar esses temperos na versão seca, o hambúrguer ainda retém mais líquido e não reduz tanto de tamanho”, explica.

A batata frita também pode passar por uma repaginação mais leve. Em vez da fritura por imersão no óleo, a sugestão é assar no forno ou preparar na airfryer, usando batatas in natura e pouco sal. No caso dos complementos do lanche, o ideal é evitar queijos processados, bacon e molhos prontos, que adicionam ainda mais gordura e sódio à refeição. Acrescentar folhas verdes e legumes é uma boa forma de incluir fibras e tornar o sanduíche mais equilibrado.

Mas e a frequência, qual seria o limite saudável? Lilian explica que essa recomendação deve ser individualizada, mas deixa um recado importante: 

“Dentro de um plano alimentar equilibrado, o nutricionista pode definir uma frequência aceitável levando em consideração o preparo do lanche e o estado de saúde da pessoa”

Para ela, o mais preocupante é quando essas refeições passam a substituir refeições balanceadas de forma rotineira, levando a um desequilíbrio nutricional a longo prazo.

E se a ideia é “compensar” um lanche mais calórico com dietas restritivas ou pular refeições, a nutricionista é categórica: essa estratégia pode gerar um ciclo de culpa, frustrações e até compulsão alimentar. 

“O importante é manter uma rotina rica em frutas, legumes e verduras para que o corpo esteja bem nutrido no dia a dia”, reforça.




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segunda-feira, 2 de junho de 2025

Sobremesas frias causam gripes e resfriados? Especialista explica!

 


Segundo especialistas, é um mito que as sobremesas frias causem gripes e resfriados ou que interfiram no sistema imunológico.







Embora o consumo de sorvetes e gelatos esteja tradicionalmente associado ao verão, é um mito que as sobremesas frias causem gripes e resfriados ou que interfiram no sistema imunológico. Pelo contrário, há indicações de serem excelentes aliviadoras da dor de garganta.

“Antigamente se achava que sorvete, leite, iogurte e derivados faziam a pessoa doente ter mais catarro, piorando resfriado ou dor de garganta. Mas isso é mito. Estudos já mostraram que essa associação não existe, e que o sorvete pode até ajudar a aliviar alguns sintomas”, conta o médico Braian Sousa, da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).  “O que causa o problema é um micro-organismo, não algo gelado”, ressalta.

De acordo com a ABIS (Associação Brasileira das Indústrias e do Setor de Sorvetes), existem mais de 11 mil empresas ligadas ao setor de sorvetes operando no Brasil. Entre estas, estima-se que 10% são gelaterias artesanais. Mas o que, de fato, diferencia os sorvetes dos gelatos?

“A grande maioria dos sorvetes é constituída de ingredientes básicos como leite, açúcar, gordura, água, aromatizantes, estabilizantes e emulsificantes. É realizada uma mistura desses ingredientes, chamada de calda, que é pasteurizada, homogeneizada e congelada. No processo de congelamento, é onde ocorre a incorporação do ar, com objetivo de deixar o produto mais leve e macio”, explica Matheus Krauze, sócio proprietário da rede de gelatos artesanais SOFT.

A legislação brasileira não considera diferenciais de ingredientes ou qualidade, por isso surgem termos mercadológicos para categorizar produtos que utilizam processos, ingredientes e equipamentos diferenciados na produção. “No caso de hamburguerias, o termo escolhido foi o gourmet. No caso do sorvete, gelato, que é a tradução literal em italiano da palavra sorvete", conta Matheus. Esta nova categoria de mercado só surgiu no Brasil a partir da década de 1990, quando começaram a emergir sorveterias artesanais, que produziam sorvetes com ingredientes frescos e selecionados.

Os grandes diferenciais do gelato no molde original, o italiano, estão na forma de preparar a sobremesa. “Ao contrário dos sorvetes tradicionais, que utilizam gorduras vegetais como óleo de coco, palma e girassol, o gelato italiano utiliza a gordura animal na sua produção: leite integral, creme de leite, nata e/ou manteiga”, diz. Os insumos utilizados no gelato também são naturais, e não há adição de conservantes, corantes e aromatizantes artificiais, como no sorvete tradicional.

Outro diferencial entre as sobremesas é a temperatura em que são servidas. Enquanto o sorvete tradicional fica a - 20°, tanto no supermercado quanto no freezer da casa do consumidor, o gelato é servido a - 13°. “A temperatura de serviço é inversamente proporcional a quantidade de gordura e açúcar que precisa ser adicionado. Quanto mais frio, menor é a percepção de sabor, portanto é necessário adicionar mais ingredientes saborizantes. A gordura e açúcar também tem poder anti congelamento na mistura: quanto mais fria a temperatura, mais gordura e açúcar é necessário para deixar o sorvete cremoso. Portanto, o gelato tende a ser mais saudável do que o sorvete de massa”, complementa Matheus Krauze.




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