Nutricionista explica como aproveitar o lanche queridinho dos brasileiros com mais equilíbrio.
Apesar da má fama dos fast foods, a especialista destaca que há uma diferença significativa entre os hambúrgueres prontos vendidos em redes e aqueles feitos em casa. Os caseiros, segundo ela, podem ser preparados com carnes mais magras como patinho ou lagarto, e temperos naturais como alho, cebola, salsa e cebolinha.
“Se usar esses temperos na versão seca, o hambúrguer ainda retém mais líquido e não reduz tanto de tamanho”, explica.
A batata frita também pode passar por uma repaginação mais leve. Em vez da fritura por imersão no óleo, a sugestão é assar no forno ou preparar na airfryer, usando batatas in natura e pouco sal. No caso dos complementos do lanche, o ideal é evitar queijos processados, bacon e molhos prontos, que adicionam ainda mais gordura e sódio à refeição. Acrescentar folhas verdes e legumes é uma boa forma de incluir fibras e tornar o sanduíche mais equilibrado.
Mas e a frequência, qual seria o limite saudável? Lilian explica que essa recomendação deve ser individualizada, mas deixa um recado importante:
“Dentro de um plano alimentar equilibrado, o nutricionista pode definir uma frequência aceitável levando em consideração o preparo do lanche e o estado de saúde da pessoa”.
Para ela, o mais preocupante é quando essas refeições passam a substituir refeições balanceadas de forma rotineira, levando a um desequilíbrio nutricional a longo prazo.
E se a ideia é “compensar” um lanche mais calórico com dietas restritivas ou pular refeições, a nutricionista é categórica: essa estratégia pode gerar um ciclo de culpa, frustrações e até compulsão alimentar.
“O importante é manter uma rotina rica em frutas, legumes e verduras para que o corpo esteja bem nutrido no dia a dia”, reforça.
FONTE DE PESQUISA: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

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