sábado, 9 de setembro de 2017

É só tosse ou algo mais?

A tosse, mais ou menos seca e mais ou menos ruidosa, é uma resposta comum do organismo a uma série de causas, como a gripe, as alergias, uma inflamação nos brônquios, entre outros.

À priori, a tosse é uma consequência benigna e inofensiva. Contudo, a duração que tem e a intensidade que vai ganhando por revelar algo mais, devendo ser um fator de análise por parte de um médico.

A tosse aguda, por exemplo, pode ser um sinal claro de INFECÇÃO NA VIA RESPIRATÓRIA SUPERIOR, como acontece quando se tem rinossinusite, faringite ou laringite, condições que além de tosse causam ainda dor de garganta, febre e congestionamento nasal.

Quando a tosse vem lado a lado com pressão no peito, falta de ar e ruído ao respirar, então podemos estar perante um caso de crise de ASMA. Já quando a tosse surge com uma espécie de afrontamento (azia), então o mais provável é que a pessoa esteja com aquilo a que se chama TOSSE CRôNICA REFRATÁRIA, também denominada de síndrome da hipersensibilidade à tosse crônica. Algumas pessoas com a doença por REFLUXO GÁSTRICO GASTROESOFÁGICO também podem ter como sintomas a tosse.

A BRONQUITE é uma outra patologia que pode ter a tosse como sintoma, contudo, é preciso prestar atenção a um outro fator muito comum nestes casos: a expectoração. Se a tosse com expectoração dura entre três meses a dois anos, pode-se estar perante uma bronquite crônica ou uma bronquiectasia, caso se trate de um fumante.

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segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Descubra o momento do dia mais indicado para tirar um cochilo

20 a 30 minutos pode ser a duração ideal do cochilo.

Conseguir tirar um cochilo na vida adulta é quase uma arte. Nem todo mundo consegue parar no meio do dia para dormir 30 minutos, mesmo quando está muito cansado. Aqueles que conseguem fazer, especialmente sem acordar com ainda mais sono e pior humor, reportam benefícios para a saúde, produtividade e capacidade cerebral.

Se 20 a 30 minutos pode ser a duração ideal do cochilo – dormir mais do que isto pode lhe fazer cair em sono profundo, fazendo com que acorde com mais cansaço e mau humor -, qual será a melhor hora do dia para fazer esta pausa? O Independent afirma que é às 15h.

Isto porque é a esta hora que o nosso ritmo circadiano cai (responsável por aquele ‘soninho’ e aquela preguiça que surgem depois do almoço). Portanto, se esta é a hora do dia em que estamos mais cansados e desatentos, é o momento ideal para fazer uma sesta, não é verdade?

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terça-feira, 22 de agosto de 2017

Excesso de proteína pode sobrecarregar os rins, alerta nefrologista

Antes de iniciar uma dieta ou consumir qualquer suplemento alimentar, é preciso fazer um check-up para descartar a presença de doença renal pré-existente.

A dietas hiperproteicas vem ganhando cada vez mais adeptos por acelerar a perda de peso e o ganho de massa muscular. As proteínas são ricos nutrientes com importante função na formação de células, renovação de músculos e tecidos, mas esse processo deixa um produto final, a ureia. Ou seja, a “fórmula mágica” pode sobrecarregar os rins já doentes, aumentar a sua taxa de filtração e acelerar a progressão da doença renal. Se não houver uma hidratação adequada, o excesso de excreção de ureia abre portas para a formação de cristais de ácido úrico, cálculos renais e até mesmo crise de gota.

O risco, segundo explica a nefrologista do HCor – Hospital do Coração, Dra. Leda Lotaif, é ainda maior em pessoas com doenças pré-existentes nos rins e ou histórico familiar de doença renal. “Antes de iniciar uma dieta ou consumir qualquer suplemento alimentar, é preciso fazer um check-up. No caso específico de dietas com alto consumo de proteínas, é necessário descartar a presença de doença renal pré-existente que é, muitas vezes, desconhecida por ser silenciosa e sem sintomas”, orienta.

Entre as principais consequências do excesso de proteínas, destacam-se o aumento do risco de doenças cardiovasculares, pedra nos rins, aumento de peso e problemas no fígado. Para evitar complicações, é fundamental ter moderação e conhecer a quantidade ideal de proteínas que se deve comer. “A recomendação deve ser individualizada, levando em consideração a idade, doenças de base, atividade e objetivos da pessoa”, salienta.

Pacientes com doença renal crônica (DRC) em hemodiálise, de acordo com a Dr. Leda, devem consumir de 1 a 1,2g de proteína por quilo de peso diariamente. Já para os que os portadores de DRC que não fazem hemodiálise recomenda-se de 0,6 a 0,8g de proteína a fim de retardar a evolução da doença renal. “Em indivíduos saudáveis, com função renal normal, não existe contraindicação formal para dieta hiperproteica, embora os seus efeitos por períodos prolongados não sejam bem conhecidos”, explica a nefrologista do HCor.

Alimentos ricos em proteínas

Com uma dieta equilibrada é possível obter a quantidade ideal de proteínas, carboidratos e lipídios de que o corpo precisa. Carne, peixe, ovo, leite, queijo e iogurte são riscos em proteínas de origem animal. Além disso, vegetais como ervilha, feijão e soja também possuem boas quantidades do nutriente. “Basta consumi-los na proporção adequada para garantir um bom resultado de manutenção e produção de massa muscular, sem a necessidade de suplementação”, recomenda.

Confira algumas dicas importantes:

· Invista em carnes como a do frango (peito), porco (lombo ou filé mignon), peixe e a bovina (músculo, filé mignon);

· Evite embutidos (salsicha, presunto, salame), pois são ricos em sal e conservantes, mesmo os denominados light;

· Beba bastante líquido, para manter seu corpo hidratado e prevenir a formação de cálculos renais. O ideal é que a urina saia clara.

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sábado, 12 de agosto de 2017

Conheça os sintomas da falta de vitamina D, mais comum no inverno

Entenda a importância de manter o equilíbrio desse pró-hormônio para a manutenção de uma boa saúde.

Durante as estações mais frias do ano, verificamos maior incidência de deficiência de vitamina D em nosso meio. Há, evidentemente, um aumento do uso de roupas fechadas e diminuição da exposição corporal por raios UVB, o que compromete a absorção de vitamina D pela pele. Estima-se que no período de meados de maio até setembro, a deficiência de vitamina D (níveis < 20 ng/mL) na população paulista se eleve de 39% para 77%, segundo levantamento da Unifesp – Universidade Federal de São Paulo.

Os níveis baixos de vitamina D prejudicam as defesas do organismo e bom funcionamento do sistema endócrino, aumentam dos casos de resistência insulínica e diabetes tipo 1 e propensão de doenças ósseas, cardiovasculares, autoimunes e até alguns tipos de câncer, como mama , colón, e pâncreas. Dados mais recentes sugerem que níveis de 25OHVD > 40ng/mL parecem ter benefício na prevenção de câncer e esclerose múltipla.

Para driblar essa situação, o médico endocrinologista do Hospital Israelita Albert Einstein, especialista titular pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), Frederico Maia selecionou algumas informações que te ajudarão a passar pela estação com o nível adequado de vitamina D, entenda:

Os principais sintomas da falta de vitamina D são genéricos, por isso, fique atento:

Após os 20 anos de idade o organismo vai perdendo, ano após ano, a capacidade de absorção de vitamina D. Os principais sintomas dessa ausência são: dor ou sensação de fraqueza osteomuscular, fadiga e cansaço, aliados a queda intensa de cabelo e unhas consideradas “fracas”. Se os sintomas forem persistentes, procure um médico e descubra o seu nível de vitamina D (25-OH-VD) no exame simples de sangue.

Toda faixa etária merece atenção!

De acordo com estudo da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, na cidade de São Paulo, 85% dos idosos possuem valores inadequados de Vitamina D. Os jovens não ficam trás, apenas metade da população de jovens não necessita ajustar os níveis da vitamina no corpo. A tabela de níveis adequados de 25(OH)VD no sangue é:

Deficiente Insuficiente Suficiente

0 – 20 ng/ml 20 a 29 ng/ml Acima de 30 ng/ml

Existem fontes alternativas ao sol para consumir a vitamina D

Além da luz solar, existem algumas maneiras para suprir a vitamina D no organismo. Com a alimentação é possível equilibrar os níveis, desde que o consumo esteja adequado as necessidades diárias do organismo, conforme a faixa etária. Alguns alimentos como salmão, sardinha, atum, ovos e cogumelos são algumas das principais fontes do pró-hormônio. Em casos específicos, podem ser necessárias a reposição com suplementos de vitamina D em doses variadas conforme cada caso, e de acordo com a avaliação médica. Essa alternativa possui a vantagem da praticidade, mas é necessário que a dose suplementada seja recomendada por um médico.

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sexta-feira, 28 de julho de 2017

Você sabia que todo mundo beija da mesma forma? Entenda

Os seres humanos estão ‘programados’ para inclinar a cabeça em uma única direção quando vão beijar os seus parceiros.

Um estudo realizado por pesquisadores das universidades de Dhaka, Bath e Bath Spa revela que os seres humanos estão ‘programados’ para inclinar a cabeça para o lado direito quando beijam os seus parceiros.

Para o estudo, publicado na revista científica Scientific Reports, os investigadores estudaram 48 casais casados no Bangladesh, onde os beijos geralmente não são observados em público.

Foi pedido aos casais que se beijassem em privado, nas suas casas, e que de forma independente reportassem os diferentes aspectos dos beijos.

Como reporta o Independent, este estudo concluiu que os homens eram 15 vezes mais propensos a iniciar o beijo do que a mulher e que ambos os parceiros preferem inclinar a cabeça para o lado direito. Em mais de dois terços dos casos, tanto quem iniciava o beijo como quem o recebia inclinava a cabeça para a direita.

Os dados recolhidos pelo estudo também revelaram que ser destro ou canhoto previa a direção no qual as pessoas inclinavam a cabeça, sendo que a direção estabelecida pelo iniciador determinava a de quem o recebia, que a imita, como um espelho, de forma a que os rostos de encaixem no beijo, em vez de ficarem para o mesmo lado.

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domingo, 9 de julho de 2017

Cinco conselhos simples para criar bons filhos, segundo Harvard

Psicólogo revela algumas dicas para que os pais consigam fazer dos seus filhos jovens e adultos simpáticos, respeitadores, responsáveis e preocupados com os outros.

Todos os pais sonham ter filhos bem comportados, simpáticos, respeitadores e responsáveis.

O Independent conversou com Richard Weissbourd, psicólogo de Harvard. O profissional partilhou cinco conselhos que podem ajudá-lo a conseguir educar os seus filhos nesse sentido:

1. Faça da empatia uma prioridade. As crianças precisam aprender a cuidar dos outros de uma perspectiva parental. Elas devem equilibrar as suas necessidades com as dos outros e a ajudar os outros.

2. Providencie momentos e espaços próprios para a criança praticar a preocupação e a assistência que deve ser capaz de dar aos outros à sua volta. As crianças não se tornam mais empáticas sem que tenham a oportunidade para o ser, é preciso praticar. Seja com uma responsabilidade ou uma tarefa, é importante dar esse tipo de oportunidades aos seus filhos.

3. Alargue o grupo de pessoas importantes para o seu filho. Por instinto, as crianças preocupam-se com os amigos e a família. Ensine-o e o encoraje a respeitar, considerar e sentir empatia por pessoas fora desse círculo mais chegado.

4. Seja um exemplo a seguir. Pregar sobre aquilo que não se faz, vai deixar a criança confusa e a questionar-se porque é que as regras se aplicam a ela e não a você. Se quer que os seus filhos adotem certos padrões éticos, é melhor que também os siga.

5. Encoraje-os a equilibrar as emoções primárias e destrutivas. Por vezes, a nossa capacidade de cuidar dos outros é subjugada por emoções primárias e destrutivas como a raiva ou a vergonha. É por isto que as crianças culpam alguém de quem gostam, por exemplo, por algo que foram elas a fazer. Por que por mais que gostem daquela pessoa, têm vergonha de assumir as culpas e o segundo sentimento ultrapassa o primeiro.

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domingo, 2 de julho de 2017

Aprenda a prevenir as principais doenças de inverno

O sistema respiratório é o principal alvo desses problemas.

Em tempos de baixas temperaturas, diversas doenças passam a atingir o organismo. Com o frio, a tendência da maioria das pessoas é fechar portas e janelas, e é assim - em locais fechados e cheios de gente - que vírus e bactérias se espalham e provocam os sintomas que todos conhecem: coriza, obstrução nasal, diminuição do olfato e da gustação, nariz entupido, rouquidão, febre e dores pelo corpo.

O sistema respiratório é o principal alvo desses problemas, que merecem ser remediados o quanto antes para evitar complicações.

As "doenças de inverno" possuem sintomas muito semelhantes e diferenciar uma gripe de um resfriado, ou até mesmo de uma sinusite, rinite ou meningite, não é fácil, mas é imprescindível para tratá-las de forma adequada, sempre seguindo as orientações de um profissional médico.

O resfriado é uma infecção causada pelo rinovírus e acomete principalmente nariz e garganta. Sua transmissão é feita pelo contato com outras pessoas via tosse, espirro, a própria fala ou até objetos contaminados. "Não há remédio específico para os vírus do resfriado. Os medicamentos usados são os analgésicos e antipiréticos. A recomendação é manter uma alimentação saudável, boa hidratação, evitar bebidas alcoólicas e permanecer em repouso relativo", afirma o Vice-Diretor Clínico do Hospital e Maternidade São Cristóvão, Dr. Hélcio Valério Passos.

Já a gripe é um problema respiratório causado pelo vírus influenza. Ao contrário do que muita gente pensa, não tem nada a ver com o resfriado. Para identificar a gripe, basta prestar atenção nos seguintes sintomas: febre alta, tosse, secreção nasal, dor de garganta, dores pelo corpo e cansaço físico. "Para o tratamento, são adotados remédios que atenuam os sintomas, como os antitérmicos e os analgésicos", completa o profissional. Depois de avaliar o caso, o médico pode receitar apenas repouso ou recorrer também a antivirais, cuja função é justamente exterminar o influenza.

Para prevenir, o importante é lavar sempre muito bem as mãos, evitar o contato com pessoas com sintomas da gripe e, se possível, não frequentar locais fechados e cheios de gente. "A vacina é a mais importante prevenção da gripe, principalmente nos grupos de risco como idosos, gestantes, crianças de 6 meses a 2 anos de idade, diabéticos e portadores de doenças pulmonares crônicas. Ela ensina o sistema imune a criar um pelotão atento, capaz de desmobilizar o ataque do influenza", alerta Dr. Hélcio.

Não havendo um tratamento adequado, os resfriados e gripes podem complicar evoluindo para sinusite (inflamação dos seios da face) de causa infecciosa. Sinusites infecciosas podem ser causadas por diferentes tipos de germes, algumas por bactérias, outras por vírus. As sinusites virais, assim como os resfriados e gripes, têm sintomas leves e não requerem o uso de antibióticos. Já as sinusites causadas por bactérias têm sintomas mais intensos, como dor na face, febre em torno de 38 - 38,5 graus, tosse que piora ao deitar e secreção nasal. "Nesses casos, os medicamentos indicados são sintomáticos, mucolíticos, e nos casos de complicação por contaminação bacteriana está indicado o tratamento com antibioticoterapia", completa o médico.

Para quem sofre de asma e rinite em todas as estações no ano, no inverno é preciso dobrar os cuidados, pois essas patologias podem se agravar devido à baixa umidade relativa do ar, comum nesta estação. Segundo o clínico geral do Hospital São Cristóvão, as medidas preventivas são se manter bem agasalhado e umidificar o ambiente.

Além das doenças supracitadas, as mais preocupantes são as meningites - doença infecciosa causada por vários tipos de germes (vírus, bactérias e fungos) que acometem as membranas do sistema nervoso - e as pneumonias - infecção ou inflamação dos pulmões, que podem ser causada por vários microrganismos diferentes, incluindo vírus, bactérias, parasitas ou fungos. Como prevenção, devem-se evitar grandes aglomerações e ambientes fechados.

"Medidas como lavar sempre as mãos, evitar colocá-las na boca, nariz e olhos, além de utilizar sempre lenço de papel ao espirrar ou tossir são essenciais para a prevenção dessas doenças", finaliza Dr. Hélcio Valério Passos.

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