segunda-feira, 2 de julho de 2018

Saiba quantas vezes pode reutilizar o óleo para fritar alimentos

Se há quem prefira a primeira fritura, aquela da qual as batatas fritas saem ‘limpinhas’, fritas no óleo estrado, outros apontam que a terceira fritura de uma dose de óleo é que é a mais saborosa e crocante, pois conta já com algum sabor dos anteriores alimentos que por ali passaram.

O Lavanguardia explica que sim, o melhor óleo é aquele que já aqueceu e fritou por duas ou três vezes, isto porque o óleo precisa de se ‘abrir’. Mas atenção que tudo depende do alimento frito já que, com quanta mais gordura contar, menos propício fica o óleo para os próximos usos.

Especialistas garantem que não. Se separar o óleo utilizado dos resíduos desagregados durante a fritura, e o deixar arrefecer bem antes de o voltar a guardar, o óleo de fritar as batatas pode durar até sete meses, aponta Brígida Jiménez, doutorada em farmácia.

Tal como acontece em específico nas batatas por ser um alimento baixo em gorduras que não ‘suja’ muito o óleo de fritar. O mesmo não ocorre com a fritura de peixe ou mesmo carne, em que ocorre a libertação de várias gorduras que põem em causa a próxima utilização daquele mesmo óleo.

Para saber, em cada caso, quando é que o óleo já deu o que tinha a dar, atente na quantidade de bolhas que são formadas durante a fritura: se forem muitas, poderá estar na altura de mudar o óleo. O próprio sabor do alimento altera-se quando é frito num óleo de baixa qualidade.

Posto isso, será boa ideia manter um frasco específico para cada óleo a reutilizar: o do peixe e o da carne (um para cada, para se evitar a mistura de sabores) serão usados mais uma, duas ou três vezes, provavelmente, já o das batatas fritas, vale a pena manter separado, por ser muito mais duradouro.

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domingo, 17 de junho de 2018

Tudo o que você deve saber na hora de escolher um psiquiatra

A busca por um tratamento psiquiátrico muitas vezes acontece de forma tardia, devido ao estigma que ainda ronda as pessoas que sofrem de transtornos mentais. Além disso, a falta de informações faz com que os pacientes e seus familiares tenham dificuldade em entender a necessidade de procurar um especialista.

Para o Dr. Caio Macedo Athayde Bonadio, psiquiatra e médico do sono, “qualquer sofrimento psíquico que esteja atrapalhando a vida do indivíduo merece uma avaliação psiquiátrica para verificar se isso representa, ou não, uma doença mental”.

Um levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que os transtornos mentais atingem 10% da população mundial, o que corresponde a mais de 700 milhões de pessoas. No Brasil, cerca de 46 milhões de pessoas sofrem de transtornos mentais, de acordo com o Ministério da Saúde.

Em relação ao tratamento, o órgão do governo federal estima que 3% da população brasileira necessitam de cuidados contínuos em saúde mental, devido a transtornos severos e persistentes, e 9% precisam de atendimentos eventuais.

Esses dados mostram a importância do acesso a serviços de saúde mental e a profissionais especializados, para essa população receba o diagnóstico e o tratamento adequados. Por isso, neste post esclareceremos algumas questões para ajudá-lo a escolher um psiquiatra qualificado e de confiança.

O que faz um psiquiatra?

Muitas pessoas ficam em dúvida se devem consultar um psicólogo ou um psiquiatra, quando procuram orientação sobre doenças mentais. Apesar de poderem se especializar e atuar no tratamento desse tipo de transtorno, esses dois profissionais têm conhecimentos e formações diferentes.

Psiquiatra

A formação do psiquiatra tem início no curso de graduação em Medicina, com duração mínima de seis anos. Após essa primeira etapa, o médico precisa realizar uma especialização, ou residência médica, em psiquiatria para obter o Registro de Qualificação de Especialista (RQE) no Conselho Federal de Medicina (CFM).

O médico que deseja ter o título de especialista em psiquiatria, concedido pela Associação Médica Brasileira (AMB), deve ser aprovado em três avaliações. Nesse caso, o especialista precisa comprovar sua atualização na área a cada cinco anos para manter a qualificação profissional.

Segundo Bonadio, o psiquiatra “é responsável pelo diagnóstico e tratamento das doenças mentais. Ele também pode coordenar equipes multidisciplinares (médicos, psicólogos, terapeutas ocupacionais), que muitas vezes conduzem o tratamento dos pacientes”. Além disso, esse profissional está habilitado a receitar medicações.

Psicólogo

Quem deseja ser psicólogo precisa realizar um curso de graduação em Psicologia, com duração mínima de cinco anos. Assim como o médico, esse profissional pode se especializar na área de saúde mental e atuar em equipes multidisciplinares no tratamento de pessoas com transtorno, por meio de psicoterapias, como a psicanálise e a terapia cognitivo comportamental.

Por não ter a mesma formação de um profissional de Medicina, o psicólogo não pode realizar procedimentos médicos ou prescrever remédios, apesar de ter conhecimentos básicos sobre como as medicações atuam no cérebro. “O apoio psicológico ao sofrimento psíquico é importante, e o tratamento combinado geralmente é o que alcança os melhores resultados”, afirma o doutor.

Quando buscar ajuda?

De acordo com o Dr. Bonadio, o psiquiatra deve ser procurado quando o indivíduo apresenta sintomas que estão prejudicando a sua vida profissional, social, familiar e conjugal, bem como o seu autocuidado pessoal — que inclui higiene pessoal, alterações de peso corporal e hábitos alimentares. Entre os principais sintomas que exigem o atendimento de um psiquiatra, estão:

- pensamentos de morte;

- planejamento de suicídio;

- alucinações;

- delírios;

- compulsões (compras excessivas, sexo, manias de limpeza e organização, automutilação, entre outros);

- alterações de memória;

- alterações de sono;

- irritabilidade intensa;

- desinteresse pela vida pessoal;

- perda de prazer em atividades corriqueiras;

- ansiedade extrema;

- medo intenso.

O doutor ressalta que a dependência química também é um transtorno mental, e nesses casos o paciente deve passar por uma avaliação psiquiátrica, sendo os sintomas que exigem o atendimento de um psiquiatra:

- perda do controle do uso da substância;

- exposição a situações de risco por conta do uso da substância (agressões físicas, acidentes automobilísticos, idas ao pronto socorro);

- prejuízos financeiros;

- deterioração das relações familiares, sociais e conjugais devido ao uso da substância;

- apresentar fissura e sintomas de abstinência quando está sem a substância;

- abandono de atividades habituais para usar a substância.

“Muitas vezes a dependência química é lembrada somente por conta do álcool e das drogas, como cocaína e crack. Porém, vale a pena lembrar que existe dependência química de medicações para dormir, café, cigarro, anestésicos, energéticos, estimulantes (como a anfetamina), hormônios anabolizantes e muitas outras substâncias”, complementa.

Quais fatores devem ser considerados para escolher um psiquiatra?

Procure um médico com especialização em psiquiatria

Segundo o Dr. Bonadio, qualquer médico deve ser registrado no Conselho Regional de Medicina do seu estado de atuação e ter esse número ativo. Além disso, o profissional deve ter um número RQE, que comprova a realização de residência médica em psiquiatria. Essas informações podem ser consultadas no site de cada conselho.

Busque indicações de médicos e outros profissionais de saúde

Para o psiquiatra do Hospital Santa Mônica, buscar referências de outros profissionais e até mesmo de pacientes que já passaram por um determinado médico é fundamental.

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segunda-feira, 28 de maio de 2018

Mulheres passam milhares de horas obcecadas com o que comem

Um novo estudo britânico revelou que 87% das mulheres são ‘consumidas’ por sentimentos de culpa devido aquilo que comem ou bebem, pelo menos durante três horas todos os dias. Também se sente assim?

De acordo com a pesquisa inédita as mulheres experienciam em média, ao longo da vida, 45,990 horas daquilo que os investigadores apelidaram de ‘agonia calórica’.

Apesar de 66% das inquiridas ter admitido que comer e beber era sem dúvida um dos maiores prazeres da vida, também concordaram que era uma experiência agridoce e que ao mesmo tempo traz “imensa dor psicológica”. Os pesquisadores concluíram que, em média, as mulheres sentem esses sentimentos de culpa alimentar duas vezes por dia.

Durante a vida adulta, estima-se que os episódios corroam cerca de 45,990 horas, com 25% das mulheres vivenciamdo sentimentos de auto-aversão cada vez que comem uma refeição.

Segundo os resultados apurados, esses sentimentos de culpa duram até três horas após terem consumido fast-food ou um take-away, duas horas depois de terem comido doces e até quatro horas quando acabam os restos de comida que os filhos deixaram no prato.

Quase uma em 20 mulheres afirmou que beber um copo de vinho numa sexta-feira à noite as deixava repletas de culpa; enquanto que 26% se auto recrimina constantemente por comer sobremesa, em casa ou num restaurante; e 29% sente-se mal por comer uma bolacha ou um bolo ao lanche. Mais ainda, uma em 20 mulheres também admitiu sentir-se culpada por temperar a salada com condimentos.

O inquérito contemplou um universo de duas mil mulheres e revelou ainda que oito em 10 gostaria de deixar de se auto castigar e aproveitar a vida sem a recriminação contínua, enquanto que quase metade das inquiridas, cerca de 43%, sente que é injusto que o seu marido ou parceiro não sinta qualquer culpa quando se trata daquilo que come ou bebe.

Olivia Buckland, que esteve envolvida no estudo, disse: “Acredito que a mensagem mais importante por trás desta pesquisa seja o fato de não devermos viver ‘presos’ e obcecados com coisas mínimas e sem importância”.

E acrescentou: “Temos que aproveitar aquilo que a vida tem de bom, seja beber um copo de vinho ou comer uma fatia de pizza, em moderação claro, e não nos sentirmos culpados ou paralisados com essas ações!”.

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quinta-feira, 17 de maio de 2018

5 dicas para ser chamado para uma entrevista de emprego

Ao buscarem uma oportunidade em vagas de estágio e trainee, muitos candidatos ficam ansiosos para saber quem vai ligar ou se irão conseguir aquela tão sonhada entrevista.

“Muitas vezes não temos as atitudes corretas na busca de uma vaga no mercado de trabalho e isso pode atrapalhar bastante. Há alguns caminhos a serem percorridos antes de se chegar a essa fase. É preciso ponderar algumas questões e o candidato precisa estar atento a elas para não queimar etapas”, explica Ricardo Haag, diretor da Page Talent.

Confira abaixo cinco dicas do consultor para ajudar candidatos a uma vaga de estágio e trainee a conseguir a tão sonhada entrevista.

1 - Personalize seu currículo

Nós sabemos o quão difícil é escolher o que escrever em nosso currículo. Enchemos nossas horas na faculdade com atividades extracurriculares, monitorias e o que mais queremos é exibir tudo para as empresas, certo? Porém, uma das melhores estratégias para conseguir uma entrevista é personalizar seu currículo.

Após escolher a vaga que mais se encaixa no seu perfil, é hora de customizar suas habilidades para ela. Ou seja, leia atentamente quais as características que serão mais importantes para os processos de seleção e faça uma análise do seu perfil: quais habilidades você tem que são compatíveis? quais traços de sua personalidade são essenciais para esse trabalho? encontre uma maneira de fazer com que seu currículo mostre quem você é mas com um foco especial na vaga. Por mais que você tenha orgulho do seu curso livre de cinema, nem sempre ele é ideal para uma vaga na área comercial, por exemplo.

2 - Não faça uma busca aleatória. Tenha foco e filtre suas opções

Quando começamos a procurar um novo emprego (seja o primeiro ou em uma transição de carreira), tendemos a “atirar para todos os lados” e procurar de tudo um pouco. É verdade que no começo temos vontade de experimentar o máximo que conseguirmos, porém é importante notar que isso nem sempre é saudável para sua busca.

É sempre preciso ter um objetivo final: não adianta mandar seu currículo para todas as áreas de uma empresa pois em algum momento você vai se confundir e acabar se atrapalhando na busca, além de perder energia se candidatando em vagas que não têm afinidade com seu perfil.

Por isso, procure ter foco em algumas áreas e talvez pense em áreas que sejam congruentes, por exemplo: Comercial, Relacionamento com o Cliente, Planejamento Comercial e Marketing de Vendas são áreas afins, e em muitos casos com sinergia de projetos.

3 - Encare a busca de emprego como um trabalho

Não adianta mandar um currículo aqui, outro ali, semana sim, semana não. A busca precisa ser diária. Separe algumas horas por dia para se dedicar a isso. Assim como um mestrado, um TCC ou MBA, a busca por emprego é algo que pode ser de médio e longo prazo, portanto é um projeto que exige disciplina.

Procure sempre atualizar seu currículo e tenha foco diário. Em processos longos, como os de trainee, tente criar calendários de provas, dinâmicas, entrevistas. Com outras vagas você pode criar um cronograma de quando abriram e quando vão fechar para que você se organize e mande um currículo e carta de apresentação personalizados. Leia muito sobre as empresas que você tem interesse em trabalhar e siga colunas e blogs sobre a sua futura área de atuação, além de buscar informações sobre o mercado em geral. Desta forma, quando uma entrevista for marcada, você estará preparado!

4 - Tome a iniciativa

Nem sempre as empresas que queremos estão com vagas abertas, ou mesmo se estiverem é muito bem-vindo que você tome a iniciativa de ligar, mandar e-mail e perguntar sobre vagas. Às vezes a demanda interna impediu que uma certa vaga fosse publicada em tempo e sua iniciativa de ligar pode ser um diferencial na hora em que o processo começar.

Por exemplo, você pode ligar falando que tem muito interesse em trabalhar com a empresa, contando brevemente seu histórico (formação por exemplo). Certamente vão te passar o e-mail do RH e você poderá então preparar seu currículo e um e-mail de apresentação, abrindo uma nova porta para você.

5 - Prepare seu discurso para a dinâmica de grupo ou entrevista

É fundamental ter em mente um discurso organizado, breve e agradável sobre a própria trajetória de vida, campos de interesse, experiências pessoais que tiveram grande valor de aprendizado – mesmo que tenham sido em momentos de lazer ou em viagens – enfim, você precisa ser objetivo e claro, mas também deve ser generoso nas informações, demonstrar entusiasmo e foco no que realmente lhe fez crescer como pessoa, acima de tudo. Mais do que apenas um discurso, você deve saber (e até apreciar a oportunidade) de falar de suas virtudes dentro de uma dinâmica profissional.

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sábado, 28 de abril de 2018

Saiba o que comer no café da manhã para não engordar e ter mais saúde

Certas escolhas fazem toda a diferença na hora do desjejum. Confira a lista preparada pelo site 'Saude', de alguns alimentos que serão seu aliado para uma dieta saudável e que ajudam a manter o peso.

Mamão formosa

Por que não: a cor desbotada do mamão formosa denuncia uma de suas deficiências: a falta de licopeno. Esse pigmento, que faz parte da família dos carotenoides (potentes antioxidantes por exemplo, na cenoura), tinge os vegetais de laranja forte ou vermelho.

1 fatia média (150g) tem 48 Kcal.

Mamão papaia

Por que sim: entre os mamões, ele é campeão em fibras. Para quem precisa dar um empurrão ao trânsito intestinal, vale começar o dia com ½ unidade da fruta, que oferece 2,5 gramas da substância. Sem contar as boas doses de vitamina C, o nutriente que blinda o sistema imune.

1/2 unidade (150g) tem 57 Kcal.

Leite integral

Por que não: a resposta está no teor gorduroso. Embora a gordura seja essencial ao organismo, exagerar na quantidade serve de estopim para o acúmulo de tecido adiposo, ou seja, para o ganho de quilos extras. E a obesidade está por trás de doenças como a hipertensão e o diabetes.

1 copo de 200 ml tem 114 calorias

Leite desnatado

Por que sim: primeiro porque ele está livre de gordura saturada e as artérias não vão correr perigo. Segundo porque ainda assim o leite continua super nutritivo. Para começar, seus teores de proteína são idênticos ao tipo integral, ou seja, 6 gramas em 1 copo. Já em relação ao cálcio, existem algumas bebidas desnatadas que até superam as versões engorduradas.

1 copo de 200 ml tem 70 calorias.

Achocolatado com leite desnatado

Por que não: a mistura concentra alta dose de açúcar. E exageros açucarados abrem portas para a uma série de problemas nos dentes. Os micro-organismos que se escondem na gengiva fermentam o doce, que se transforma em um composto ácido e corrosivo. Assim, mais fraquinhos, eles ficam suscetíveis aos ataques de outras bactérias, o que levará à cárie.

1 xícara de chá (200ml) tem 125 Kcal.

Café com leite desnatado

Por que sim: para início de conversa, há economia em calorias. Mas o melhor motivo é se valer das propriedades do café. Estudos mostram que ele protege o fígado e ainda afasta o diabetes. No entanto, ficou famoso mesmo por melhorar a concentração. Misturado ao leite, é bem-vindo, inclusive, na xícara de café da manhã da criançada a partir dos 7 anos.

1 xícara (200ml) tem 72 Kcal.

Pão francês

Por que não: o que depõe contra o tradicional pãozinho é o índice glicêmico (IG). Esse indicador, é uma classificação para alimentos cheios de carboidrato e está relacionado com a velocidade da digestão e com a entrada do açúcar nas células. Existem dois grupos de comida nessa história: aqueles de baixo IG ( 75), do qual o pão branco faz parte. Acontece que a turma mais elevada é capaz de provocar um rápido aumento da glicemia, o que faz com que a fome venha ligeira, favorecendo a subida no ponteiro da balança.

1 unidade (50g) tem 134 Kcal.

Pão integral com linhaça

Por que sim: esse tipo de pão é preparado com a farinha de trigo integral. Além de contribuir com as fibras, o que aumenta a saciedade, o ingrediente oferece vitaminas do complexo B e por isso dá mais pique e colabora para melhorar o humor.

2 fatias de 25g têm 150 Kcal.

Manteiga

Por que não: o problema atende pelo nome de saturada. Esse tipo de gordura tem uma textura mais consistente do que as outras, na cozinha, por exemplo, é a última a ficar mole, já que precisa de temperaturas altas para liquefazer. E no nosso organismo se comporta de maneira parecida, daí estar associada ao entupimento de artérias. Em apenas 1 colher de sopa de manteiga é possível encontrar mais da metade do valor recomendado por dia para consumo.

1 colher de sopa (20g) tem 148 Kcal.

Margarina

Por que apostar: aqui é o arranjo de gorduras que faz a diferença. Boas margarinas costumam oferecer um mix de mono e poli-insaturadas e essa dupla tem grande afinidade com assuntos do coração. Basta lembrar que, do grupo das poli, faz parte o ômega-3, um aliado na redução do colesterol ruim.

1 colher de sopa (20g) tem 73 Kcal.

Queijo de minas

Por que não: dependendo da marca, esse queijo consegue ser bastante salgado. E não pense que as pitadas a mais prejudicam somente os hipertensos. Pesquisas mostram que sal em excesso causa danos aos mais diferentes órgãos. O estômago é um deles. Existem suspeitas de que o ingrediente contribua até para a gastrite.

2 fatias (50g) têm 121 Kcal.

Ricota

Por que sim: no ranking das calorias e de gorduras, a ricota, em sua versão fresca, é imbatível entre a maioria dos queijos. Outra vantagem é que não concentra altos teores de sódio.

1 fatia grossa (50g) tem 69 Kcal.

Omelete normal

Por que não: se a preparação contar com mais de um ovo, a recomendação de consumo diário de colesterol é ultrapassada. Os especialistas sugerem o consumo máximo de 300 mg dessa substância por dia e, no caso de indivíduos cardíacos, o limite é até mais rígido: 200 mg.Embora nosso organismo produza boa parte do colesterol em circulação, lá no fígado, a alimentação tem papel importante. E tudo piora quando se junta ao colesterol a gordura saturada. Por isso, fuja de omeletes com queijo, uma receita que soma a dupla. 1 porção de 100 g (2 ovos inteiros) tem 141 Kcal.

Omelete de claras

Por que sim: além de estar livre de gordura e de colesterol, o grande mérito dessa receita é, sem dúvida, sua riqueza proteica. A clara do ovo é fonte de proteína de alto valor biológico e um dos destaques é a albumina, substância aliada dos praticantes de atividade física porque fortalece os músculos. Também vale salientar que a ótima concentração de aminoóacidos - pedacinhos proteicos - que aparece na omelete é benéfica ao controle de peso, especialmente quando consumida no café da manhã.

1 porção de 100 g (4 claras) tem 55 Kcal.

Iogurte natural

Por que não: a presença marcante de gordura, especialmente a do tipo saturada, que faz com que o iogurte seja substituído à mesa do café da manhã. Entretanto, é preciso deixar claro que essa substância não precisa ser completamente excluída do cardápio. Diferentemente da famigerada trans, para a gordura saturada, o que vale, é a lei da parcimônia, ou seja, menos é melhor, afinal, ela é acusada de fazer aumentar os teores de colesterol em circulação.

1 porção de 100 g (1 pote pequeno) tem 71 Kcal.

Iogurte desnatado com fibras

Por que sim: além de estar livre de doses generosas de gordura, esse lácteo oferece um tipo de fibra que tem ação prebiótica, ou seja, serve de alimento para micro-organismos que habitam nossa barriga. No intestino, moram milhões de bactérias do bem, caso das bifidobactérias e dos lactobacilos, que, entre outras coisas, trabalham em prol do sistema imunológico.

1 porção de 100 g (1 pote pequeno) tem 60 Kcal.

Leite

Sintomas que vão do inchaço da barriga à formação de gases, passando por diarreia e constipação, podem sugerir o que os especialistas chamam de intolerância à lactose. A tal substância, que é um tipo de açúcar encontrado em todos os tipos de leite, precisa de uma enzima, a lactase, para ser quebrada e digerida pelo organismo. Acontece que em algumas pessoas a produção da lactose não é suficiente, talvez por herança genética.

1 copo de 200 ml tem 114 Kcal.

Iogurte

Por que sim: o iogurte e outros derivados do leite, como os queijos, têm uma vantagem: durante o processo de fabricação passam por fermentação, o que resulta em um teor bem reduzido de lactose. Isso se dá porque bactérias benéficas, caso da Streptococcus thermophilus, se alimentam de proteínas e de açúcares. Além de interferir com os teores de lactose, esses micro-organismos produzem vitaminas, como o ácido fólico e a B12.

1 porção de 100g (1 pote pequeno) tem 60 Kcal.

Requeijão

Por que não: embora esse queijo pastoso seja preparado com um ingrediente magro, o soro, na sua receita também entra o creme de leite, que incorpora uma magnífica porção de gordura ao alimento. Isso sem contar o teor calórico.

1 colher de sopa (30g) tem 74 Kcal.

Geleia

Por que sim: ela empresta doçura a biscoitos, pães, torradas, panquecas e tantas outras preparações que aparecem na primeira refeição do dia. A geleia também costuma encher o cardápio com as substâncias protetoras vindas das frutas usadas no seu preparo. Das berries e das uvas, por exemplo, se aproveitam as afamadas antocianinas, que defendem nossas células de moléculas devastadoras. Dos frutos alaranjados, caso do damasco, se obtém o betacaroteno, um pigmento protetor da pele e dos olhos. Sabor sem gordura.

1 colher de sopa cheia (30g) tem 46 Kcal.

Cereal matinal com açucar

Por que não: esse cereal tem alta dosagem de açúcar. E, apesar desse ingrediente sempre aparecer relacionado ao diabetes, estudos revelam que o consumo excessivo pode trazer danos ao coração.

1 xícara de chá (30g) tem 113 Kcal.

Cereal matinal sem açúcar

Por que sim: o consumo desse tipo de cereal ajuda na economia de açúcar no cardápio. E a saúde ganha muito com essa atitude. Além de dar um chega pra lá no risco do diabetes, ao reduzir as porções açucaradas você protege suas artérias.

1 xícara de chá (30g) tem 106 Kcal.

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domingo, 8 de abril de 2018

7 truques psicológicos que ajudam a causar uma boa impressão

Ter atenção e honestidade com a pessoa que você está se relacionando é primordial.

Isso é quase uma unanimidade: a primeira impressão realmente é a que fica. . Os julgamentos iniciais sobre uma pessoa, segundo psicólogos, dificilmente são desfeitos e, mesmo que outras informações contradigam a opinião formada no primeiro momento, ela permanece por muito tempo.

Para evitar uma má impressão, a dica é usar alguns 'truques' de comportamento, que na verdade nada mais são do que ter atenção e honestidade com a pessoa que você está se relacionando. Pode ser seu amigo, marido, namorado ou colega de trabalho. Leia as observações abaixo elaboradas pelo site 'Megacurioso' e não falhe nunca mais.

1. Imite a pessoa com quem você está falando

O primeiro truque consiste em imitar de maneira sutil o que a outra pessoa faz. Pesquisadores estudaram esse comportamento em 1999 e o batizaram de “efeito camaleão”. Eles descobriram que os participantes eram mais propensos a dizer que gostavam de alguém se essa pessoa os copiasse.

Mas faça isso de maneira discreta: copie com cuidado apenas algumas das expressões corporais, gestuais e faciais. Isso fará com que a pessoa se sinta mais à vontade.

2. Deixe que ela fale mais que você

Ser um bom ouvinte é uma qualidade imprescindível, tanto nas relações pessoais como nas profissionais, e mesmo as pessoas que são naturalmente quietas e tímidas gostam quando têm a oportunidade de falar sobre elas mesmas para alguém que parece interessado.

Faça perguntas sobre ela, mas, principalmente, demonstre que você está realmente prestando atenção. Ou seja, esqueça o celular e olhe para a pessoa em questão.

3. Revele seus defeitos

Nós temos uma tendência natural de nos apresentarmos da forma mais perfeita possível, até porque ninguém gosta de mostrar seus defeitos. Mas um estudo descobriu que as pessoas vão gostar mais de você depois que você cometer um erro.

Por isso, seria interessante revelar um defeito, ou, pelo menos, ser um pouco autodepreciativo. E não esqueça: falhar é humano.

4. Elogie

Elogios são uma maneira fácil de conquistar o coração de alguém. Mas não se trata apenas de elogiar a pessoa a quem você está tentando causar uma boa impressão: é também sobre elogios de uma forma geral.

Quando você fala bem de alguém que está no ambiente, mas não está na mesma conversa que você, isso faz você parecer uma boa pessoa. Aquele com quem você está falando realmente começará a associar esses elogios à sua personalidade.

5. Enfatize similaridades

Caso você conheça uma pessoa nova e tenha percebido semelhanças entre vocês, conte para ela o mais breve possível. Uma pesquisa mostrou que as pessoas gostam daqueles que têm valores semelhantes a elas. Mas atenção: nada de falsidade.

6. Seja vulnerável

Se você é uma pessoa fechada, tímida e muito misteriosa, os outros provavelmente não vão se conectar à sua personalidade. Por isso, é melhor agir de uma forma aberta e vulnerável. Você precisa ter a capacidade de compartilhar suas emoções com os outros, embora isso possa trazer riscos, como não saber se essa exposição emocional será aceita e retribuída ou rejeitada e ignorada.

7. Mantenha um tom positivo

Manter uma postura positiva é obviamente muito melhor do que uma negativa quando se trata de causar uma boa primeira impressão. Isso também inclui o seu tom de voz: estudos descobriram que confiabilidade e simpatia estão ligadas à maneira como alguém diz algo.

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sábado, 10 de março de 2018

11 sinais de que existe muita negatividade no seu relacionamento

Nem tudo é perfeito a toda hora no relacionamento e ninguém é perfeito. O problema é quando essa tentativar de ajustar a relação se transforma numa vontade de mudar a outra pessoa e as suas ações são negativas e críticas. O site Bustle destacou 11 sinais claros de que sua negatividade está afetando a relação:

1. Estão sempre discutindo e geralmente é você quem começa;

2. Reclama dele/dela constantemente aos amigos;

3. A outra pessoa já não desabafa com você;

4. Mesmo quando fala de forma neutra, o seu parceiro interpreta que está dizendo algo de forma negativa;

5. Está insatisfeito no geral e não se considera uma pessoa feliz;

6. Já não fazem sexo tantas vezes nem são afetuosos;

7. Não presta atenção à sua linguagem corporal, fazendo com o que diz não bata com a forma como está dizendo, o que confunde o seu parceiro;

8. Tem sempre de dar opinião ou comentar de forma negativa o que o seu parceiro diz ou faz;

9. O seu parceiro conta novidades ou coisas boas que lhe acontecem com outras pessoas antes de contar a você;

10. Ele/Ela parou de lhe fazer coisas especiais que fazia antes;

11. Você não celebra as coisas que ele/ela consegue conquistar - seja uma promoção ou a conclusão de um projeto.

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Descansar também é produtivo: os benefícios do ócio para a mente

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