sábado, 6 de outubro de 2018

Descubra como prevenir e tratar dores na coluna

No dia 1º de Outubro foi comemorado o Dia Internacional do Idoso e o envelhecimento é um processo natural pelo qual todas pessoas passam durante a vida, e com o avanço da idade é comum que algumas doenças comecem a prejudicar a saúde desse público. Pesquisas da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que 80% da população mundial sofre ou sofrerá um dia com dores nas costas, sendo que com o passar dos anos o incômodo é ainda mais comum e persistente.

“Essas doenças podem ocorrer devido as más posturas, traumas diretos ou indiretos, mudanças fisiológicas no paciente, tal como a diminuição da massa óssea, e atrofia dos músculos que pode levar a uma osteoporose, bem como também a degeneração das juntas e fraqueza muscular”, explica o ortopedista, cirurgião de coluna vertebral e professor da Faculdade de Medicina Santa Marcelina, Dr. Luiz Cláudio Lacerda.

As causas das dores em idosos são variadas. Dentro desse grupo, é mais comum a presença de osteoartrose (artrose de coluna), degeneração e hérnias dos discos, o estreitamento do canal da medula e fraturas das vértebras desencadeadas principalmente pela osteoporose.

E para prevenir o problema vale apostar em algumas dicas: “Pratique atividades físicas regularmente para garantir força e resistência, mantenha atenção à postura para dirigir, ler ou usar o computador, controle o peso e a alimentação , em caso de algum desconforto na região, evite a automedicação e procure uma avaliação médica”, finaliza o ortopedista.

Atualmente, existem inúmeras opções de tratamentos e ate alguns minimamente invasivos que possibilitam uma rápida recuperação do paciente, mas para isso é essencial ter um diagnóstico preciso da doença e iniciar com o método adequado para cada caso.

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quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Poluição também prejudica a saúde do coração

O pulmão não é o único órgão atingido pela poluição do ar: uma recente pesquisa realizada na Queen Mary University, de Londres, estudou 4 mil voluntários britânicos, entre 40 e 69 anos, que não possuíam histórico de doenças cardiovasculares. O resultado apontou que havia um aumento dos ventrículos entre os participantes que moraram em áreas mais poluídas. Através dessa pesquisa foi comprovado que a exposição a partículas poluentes pode resultar na alteração das estruturas do coração.

Segundo o cirurgião cardíaco e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular, Dr. Élcio Pires Júnior, toda alteração no coração deve ser investigada. “O ventrículo aumentado pode complicar o bombeamento do sangue, comprometendo a oxigenação necessária do organismo”, conta.

Um artigo publicado na Revista Circulation, da Associação Americana do Coração, constatou que doenças cardiovasculares resultantes da poluição do ar causaram 3,3 milhões de mortes no mundo inteiro no ano de 2016. “Poluentes como óxidos de nitrogênio e dióxido de carbono causam irritações nos vasos sanguíneos e facilitam o acúmulo de gordura nas artérias, conhecido como aterosclerose. Em casos mais avançados, essa formação de placas de gordura pode obstruir os vasos, levando à complicações mais graves como AVC e infarto do miocárdio”, explica o especialista.

Para cuidar do coração

Morar na cidade de São Paulo é desafiador quando o assunto é ficar longe de poluição. Além dos cuidados básicos para manter a saúde do coração como boa alimentação e prática de exercícios físicos, algumas situações podem ser evitadas para nos manter afastados dos riscos oferecidos pela poluição do ar: “Evite caminhar ou andar de bicicleta em horários em que o trânsito esteja intenso, os engarrafamentos em vias principais tem grande concentração de emissores poluentes. Outra medida é escolher o local de moradia, se manter afastado de grandes centros urbanos onde existe a alta concentração de gás carbônico pode ajudar a manter a saúde do coração”, finaliza o cirurgião.

Dr. Elcio Pires Júnior é coordenador da cirurgia cardiovascular do Hospital e Maternidade Sino Brasileiro - Rede D'or - Osasco, e coordenador da cirurgia cardiovascular do Hospital Bom Clima de Guarulhos. É membro especialista da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular e membro internacional da The Society of Thoracic Surgeons dos EUA. Especialização em Cirurgia Cardiovascular pela Real e Benemérita Associação Portuguesa de Beneficência de São Paulo e Pós Graduação em Cirurgia Endovascular e Angiorradiologia pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

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quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Falta de atividade física prejudica 47% da população do Brasil

A OMS (Organização Mundial da Saúde) alerta que as taxas mundiais de inatividade física continuam elevadas - 27% das pessoas não fazem exercícios. Enquanto isso, na América Latina e no Brasil, o sedentarismo cresce.

A pesquisa levou em conta dados de quase 2 milhões de pessoas de 168 países. A OMS classifica como atividade física insuficiente os casos em que a pessoa dedica menos de 150 minutos semanais aos exercícios de intensidade moderada ou menos de 75 minutos aos intensos.

A meta da OMS é que até 2025 a taxa de sedentarismo diminua 10%.

Desde 2002, a taxas de inatividade no Brasil cresceu mais de 15%. As informações mais recentes, de 2016, usadas na pesquisa mostram que 47% dos brasileiros não se exercitam o suficiente.

Tendências similares de crescimento de inatividade foram documentadas na Alemanha, Bulgária, Filipinas e Singapura.

O estudo da OMS, publicado nesta terça (04/09) na revista The Lancet Global Health, mostra que a América Latina e Caribe é a região com maior prevalência de inatividade física, 39%. A taxa global aponta que pouco mais de um quarto das pessoas tem atividade física insuficiente, número próximo ao de 2001.

Uma das possíveis explicações para o mau desempenho da América Latina na análise é a baixa qualidade ou a falta de dados referentes à prática de exercícios. Bolívia, Haiti e Peru -países com mais de 10 milhões de habitantes- não tinham informações sobre o assunto.

Países de alta renda do ocidente e da região Ásia-Pacífico, do centro e leste europeus são as outras áreas que apresentam as altas taxas de inatividade física.

A pesquisa estima que mais de 1,4 bilhão de adultos corra risco de desenvolver ou agravar doenças por causa da falta de exercícios físicos.

Segundo a OMS, é necessário mais empenho para que as taxas de sedentarismo sejam reduzidas. Para isso, a agência da ONU diz que os países devem implementar políticas para encorajar formas não motorizadas de transporte, como caminhada e ciclismo, além de buscar a promoção de atividade recreativas e esportes durante o tempo livre das pessoas.

Para isso, seriam necessários, segundo o documento, a oferta de infraestrutura de caminha e ciclismo, além da criação de oportunidades para prática de esportes ao ar livre.

A variação da qualidade e disponibilidade de dados está entre as principais limitações do estudo da OMS. Além disso, o estudo é baseado em relatos dos participantes, o que pode impactar na precisão das informações obtidas.

Com informações da Folhapress.

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quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Ômega 3 é um poderoso aliado da saúde mental; Conheça

Depressão, esquizofrenia, transtorno de personalidade, transtorno obsessivo compulsivo e défice de atenção são os problemas mentais que podem ser prevenidos ou ver os seus efeitos reduzidos ao se tomar ômega 3 de forma frequente.

Esta foi a conclusão de um estudo feito por um grupo de investigadores da Universidade de Harvard, que fizeram a investigação consciente de que já haviam cerca de 30 estudos sobre o mesmo tempo, em que se analisava a associação entre antidepressivos e a ingestão de ômega 3.

Ao contrários dos estudos anteriores, no entanto, este se foca apenas em tomar ômega 3 diretamente. Aqui, ele é a principal fonte para a cura, em vez de ser visto como um complemento ao tratamento.

A diferença parece ter tido sucesso, e permitiu aos autores do estudo comprovar que o ômega 3 atua nas células cerebrais responsáveis pelo estado de ânimo, além de ter capacidade anti-inflamatório, que ajuda também no combate à depressão.

Além da ingestão direta, os especialistas aconselham ainda que se consuma sempre alimentos ricos em ômega 3, como forma de prevenção (também) destas doenças, sendo a dose recomendada de dez gramas diárias.

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segunda-feira, 13 de agosto de 2018

7 sinais de que você está comendo pouca proteína

A proteína é o bloco de construção dos músculos, pele, enzimas e hormônios, desempenhando ainda um papel essencial no bom funcionamento de todos os tecidos do corpo humano. Ela ajuda ainda nas tarefas de recuperação após o esforço físico, ou na manutenção da saciedade a seguir às refeições. 

A quantidade de proteína ideal varia de indivíduo para indivíduo e é determinada por fatores como a idade, peso ou nível de atividade física diária.

Os especialistas recomendam a ingestão de cerca de um grama de proteína por quilo de peso corporal, para uma pessoa com pouca ou nenhuma atividade física, no entanto esses valores podem duplicar para quem pratica exercício regular de forma intensa.

Apesar da proteína poder ser encontrada em inúmeros alimentos, a sua deficiência na alimentação ainda é muito comum. Esteja atento a estes sinais e perceba se está a sofrer com déficit de proteína. 

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segunda-feira, 16 de julho de 2018

5 dicas para celíacos deixarem de consumir alimentos com glúten

O glúten é uma proteína presente em muitos alimentos à base de trigo, centeio, cevada e aveia. Para quem sofre da chamada doença celíaca, a ingestão do glúten causa um processo de inflamação no intestino delgado, gerando desconfortos como diarreia, perda do apetite, dor abdominal, sensação de inchaço e até mesmo anemia e osteoporose.

A principal medida a ser tomada é fazer as devidas substituições dos alimentos que causam esses problemas. “É possível substitui-lo por diversos itens, como amêndoa e chia, por exemplo. Porém, antes de fazer essa retirada, é imprescindível que o indivíduo consulte um profissional especializado”, afirma Cyntia Maureen, nutricionista e consultora da Superbom, empresa alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis.

1. Abandone os alimentos que contém glúten - A doença celíaca não tem cura. Logo, seu único tratamento é a abstinência completa de tudo que contenha glúten. “Como ele é a principal proteína encontrada no trigo, centeio, cevada, malte e aveia, pratos como massas, pizzas, pães, bolos, bolachas e biscoitos são proibidos na dieta dos celíacos”, comenta a especialista.

2. Opte por produtos isentos da substância - Há diversas opções no mercado que podem ser consumidas pelos intolerantes. Para cozinhar em casa, ingredientes como fubá, amido de milho e farinhas de amêndoa, linhaça, chia, arroz e mandioca podem ser usados para substituir a farinha de trigo em diversas receitas populares. A tapioca também é uma ótima alternativa para o café da manhã e o lanche da tarde.

3. Atenção aos rótulos - É imprescindível analisar as etiquetas dos produtos antes de comprá-los e procurar pelas expressões “contém glúten”, “não contém glúten” ou “gluten free”.

4. Consumir alimentos ricos em fibras, ferro, vitamina C e cálcio - É importante suprir a necessidade dos nutrientes que são consumidos juntamente ao glúten, ao retirá-lo da dieta. “As fibras, por exemplo, são importantes para manter a saúde da flora intestinal e o bom funcionamento do nosso sistema digestivo”, explica Cyntia.

O ferro, a vitamina C e o cálcio também estão entre as vantagens da ingestão de trigo. Portanto, ao cortá-lo das refeições, é indicado comer alimentos como laranja, feijão, mandioca, espinafre, ervilha, grão-de-bico e soja.

5. Cuidado na preparação dos alimentos - Refeições sem glúten não devem ser preparadas ou servidas nos mesmos recipientes em que foram manipulados produtos com a presença dessa proteína. Os utensílios utilizados devem ser de uso exclusivo ou estar totalmente limpos, para que não haja contaminação cruzada.

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segunda-feira, 2 de julho de 2018

Saiba quantas vezes pode reutilizar o óleo para fritar alimentos

Se há quem prefira a primeira fritura, aquela da qual as batatas fritas saem ‘limpinhas’, fritas no óleo estrado, outros apontam que a terceira fritura de uma dose de óleo é que é a mais saborosa e crocante, pois conta já com algum sabor dos anteriores alimentos que por ali passaram.

O Lavanguardia explica que sim, o melhor óleo é aquele que já aqueceu e fritou por duas ou três vezes, isto porque o óleo precisa de se ‘abrir’. Mas atenção que tudo depende do alimento frito já que, com quanta mais gordura contar, menos propício fica o óleo para os próximos usos.

Especialistas garantem que não. Se separar o óleo utilizado dos resíduos desagregados durante a fritura, e o deixar arrefecer bem antes de o voltar a guardar, o óleo de fritar as batatas pode durar até sete meses, aponta Brígida Jiménez, doutorada em farmácia.

Tal como acontece em específico nas batatas por ser um alimento baixo em gorduras que não ‘suja’ muito o óleo de fritar. O mesmo não ocorre com a fritura de peixe ou mesmo carne, em que ocorre a libertação de várias gorduras que põem em causa a próxima utilização daquele mesmo óleo.

Para saber, em cada caso, quando é que o óleo já deu o que tinha a dar, atente na quantidade de bolhas que são formadas durante a fritura: se forem muitas, poderá estar na altura de mudar o óleo. O próprio sabor do alimento altera-se quando é frito num óleo de baixa qualidade.

Posto isso, será boa ideia manter um frasco específico para cada óleo a reutilizar: o do peixe e o da carne (um para cada, para se evitar a mistura de sabores) serão usados mais uma, duas ou três vezes, provavelmente, já o das batatas fritas, vale a pena manter separado, por ser muito mais duradouro.

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