quinta-feira, 1 de novembro de 2018

8 truques surpreendentes para emagrecer

Segundo Brian Wansink, diretor do Laboratório de Alimentos da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, em entrevista à BBC News, perder peso 'sem pensar' e sem dietas restritivas é possível. O especialista sugere que são apenas necessárias algumas mudanças nos hábitos diários de estilo de vida para se comer menos.

Estas recomendações são baseadas nos estudos de Wansink e de uma equipe de pesquisadores, publicadas no livro ‘Slim by Design’ (ou ‘Magro por Encomenda’).

O especialista afirma que o atual estilo de vida, acelerado e extremamente ocupado, reduz a força de vontade para conseguir perder peso por um esforço consciente e contínuo, e que a melhor solução é incorporar uma série de mudanças que nos façam comer menos sem esforço.

Eis o que deve fazer de acordo com Wansink e a BBC:

1- Sirva o seu prato diretamente no fogão e não à mesa

Este pequeno truque te ajuda a consumir cerca de 19% menos comida por dia, já que assim terá menos tendência a repetir a dose.

2- Guarde os sucrilhos no armário e coloque os alimentos mais saudáveis à frente

Quem mantém os cereais à vista pesa, em média, cerca de 9,5 quilos a mais comparativamente a quem não o faz.

3- Coloque as frutas e verduras na parte mais visível da geladeira

Esta atitude triplica a ingestão desses alimentos. A ideia é deixar os alimentos mais calóricos nas prateleiras mais baixas e menos visíveis.

4- Se beber vinho, opte pelo tinto e por um copo pequeno

Em média, serve-se 12% a menos de vinho numa taça de vinho branco, que é menor, do que em uma de vinho tinto.

Além disso, tendemos a beber menos vinho tinto do que branco, já que a cor mais visível nos torna consequente mais conscientes das quantidades ingeridas.

7- Divida o carrinho de compras em duas partes, com as frutas e os vegetais à frente e o resto atrás.

Isso faz com que pense mais no que está colocando no carrinho e fará comprar 23% mais vegetais.

8- No trabalho, guarde os doces num recipiente opaco e fechado

Para que estas guloseimas fiquem menos acessíveis, Wansink alerta que quem deixa os doces em cima da mesa no escritório tende a pesar cerca de 6,8 quilos a mais, em relação a quem os mantém longe da vista, do coração e da mente! 

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quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Dor de cabeça pode ser causada por abuso de analgésico, alerta médico

Um tipo de cefaleia desconhecida pela população, mas cada vez mais frequente nos consultórios médicos, é a dor de cabeça provocada por uso excessivo de analgésicos. O caso foi apresentado nesta semana no Congresso Brasileiro e Panamericano de Neurologia, na capital paulista.

Segundo Márcio Nattan Portes Souza, neurologista do Hospital das Clínicas de São Paulo, o paciente que sofre constantemente com dores de cabeça e passa a abusar da medicação pode desenvolver ainda mais cefaleia. “A gente observa que o paciente sabe disso, que começa a diminuir o efeito do analgésico. Então, antes [a dor de cabeça] melhorava completamente, agora não melhora tanto. Antes, ele [o paciente] ficava três dias sem dor depois que tomava um analgésico, agora ele fica meio dia e a dor volta”, disse o médico.

O especialista lembra que, por ser um desconforto comum entre a população, poucas pessoas procuram ajuda médica, o que só piora o problema. “A Sociedade Brasileira de Neurologia recomenda que em casos de mais de três dias com dor de cabeça por mês ou de mais de três meses de dores de cabeça frequentes, é preciso procurar a ajuda de um neurologista”.

Tratamento

Além da conscientização do paciente para eliminar os abusos, existe o tratamento contínuo que evita o surgimento das dores. “Quando você está fazendo o tratamento profilático, você toma uma medicação todos os dias. Em quatro semanas, começa a diminuir a frequência da dor de cabeça. Sem esse tratamento, principalmente para quem tem dor muito frequente, não há como melhorar”, esclarece o médico.

Ele recomenda também uma reflexão sobre os hábitos. Nattan sugere que o paciente invista em atividade física, na redução do peso (para obesos), melhora do sono, no combate ao estresse e tratamento dos sintomas de depressão e ansiedade. A meditação também pode ser uma boa aliada.

Enxaqueca

O especialista explica que a enxaqueca tem influência genética e que o gatilho nem sempre é a causa do problema. Gatilhos são fatores desencadeadores das dores, sendo os mais comuns a ingestão de chocolate, alimentos embutidos, enlatados e bebidas alcóolicas, especialmente o vinho tinto com alto teor de tanino. A cafeina (presente no café, refrigerante de cola e energético) é contraditória, pois pode tanto auxiliar no tratamento, quanto servir como gatilho na piora da dor.

Quando a cefaelia dura mais de 15 dias (com oito dias de características típicas da doença), em um mês já pode ser considerada crônica. Essa forma mais grave de cefaleia afeta 15% da população mundial e é responsável por 20% dos dias perdidos no trabalho nos Estados Unidos. Entre os que sofrem de enxaqueca, o abuso de analgésicos também é presente - de 25% a 50% dos pacientes fazem uso excessivo desses medicamentos.

Sinais de perigo

Dor de cabeça pode ser sintoma de uma doença mais grave. “A dor de cabeça ser forte, em si, não significa sinal de alarme. Mas quando a dor de cabeça começa subitamente e, em poucos segundo já está extremamente intensa, é chamada de trovoada. Parece que está explodindo a cabeça. A pessoa não deve marcar consulta e sim ir para o Pronto-Socorro”, alerta o médico.

Outros sinais citados por Nattan são desmaio, dor de cabeça diferente do habitual e associada a febre. Além disso, pessoas com mais de 50 anos, sem histórico de dores, devem se preocupar se apresentar os sintomas. Pacientes transplantados ou com doenças imunodepressoras também devem ficar atentos.

Com informações da Agência Brasil.

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sábado, 6 de outubro de 2018

Descubra como prevenir e tratar dores na coluna

No dia 1º de Outubro foi comemorado o Dia Internacional do Idoso e o envelhecimento é um processo natural pelo qual todas pessoas passam durante a vida, e com o avanço da idade é comum que algumas doenças comecem a prejudicar a saúde desse público. Pesquisas da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que 80% da população mundial sofre ou sofrerá um dia com dores nas costas, sendo que com o passar dos anos o incômodo é ainda mais comum e persistente.

“Essas doenças podem ocorrer devido as más posturas, traumas diretos ou indiretos, mudanças fisiológicas no paciente, tal como a diminuição da massa óssea, e atrofia dos músculos que pode levar a uma osteoporose, bem como também a degeneração das juntas e fraqueza muscular”, explica o ortopedista, cirurgião de coluna vertebral e professor da Faculdade de Medicina Santa Marcelina, Dr. Luiz Cláudio Lacerda.

As causas das dores em idosos são variadas. Dentro desse grupo, é mais comum a presença de osteoartrose (artrose de coluna), degeneração e hérnias dos discos, o estreitamento do canal da medula e fraturas das vértebras desencadeadas principalmente pela osteoporose.

E para prevenir o problema vale apostar em algumas dicas: “Pratique atividades físicas regularmente para garantir força e resistência, mantenha atenção à postura para dirigir, ler ou usar o computador, controle o peso e a alimentação , em caso de algum desconforto na região, evite a automedicação e procure uma avaliação médica”, finaliza o ortopedista.

Atualmente, existem inúmeras opções de tratamentos e ate alguns minimamente invasivos que possibilitam uma rápida recuperação do paciente, mas para isso é essencial ter um diagnóstico preciso da doença e iniciar com o método adequado para cada caso.

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quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Poluição também prejudica a saúde do coração

O pulmão não é o único órgão atingido pela poluição do ar: uma recente pesquisa realizada na Queen Mary University, de Londres, estudou 4 mil voluntários britânicos, entre 40 e 69 anos, que não possuíam histórico de doenças cardiovasculares. O resultado apontou que havia um aumento dos ventrículos entre os participantes que moraram em áreas mais poluídas. Através dessa pesquisa foi comprovado que a exposição a partículas poluentes pode resultar na alteração das estruturas do coração.

Segundo o cirurgião cardíaco e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular, Dr. Élcio Pires Júnior, toda alteração no coração deve ser investigada. “O ventrículo aumentado pode complicar o bombeamento do sangue, comprometendo a oxigenação necessária do organismo”, conta.

Um artigo publicado na Revista Circulation, da Associação Americana do Coração, constatou que doenças cardiovasculares resultantes da poluição do ar causaram 3,3 milhões de mortes no mundo inteiro no ano de 2016. “Poluentes como óxidos de nitrogênio e dióxido de carbono causam irritações nos vasos sanguíneos e facilitam o acúmulo de gordura nas artérias, conhecido como aterosclerose. Em casos mais avançados, essa formação de placas de gordura pode obstruir os vasos, levando à complicações mais graves como AVC e infarto do miocárdio”, explica o especialista.

Para cuidar do coração

Morar na cidade de São Paulo é desafiador quando o assunto é ficar longe de poluição. Além dos cuidados básicos para manter a saúde do coração como boa alimentação e prática de exercícios físicos, algumas situações podem ser evitadas para nos manter afastados dos riscos oferecidos pela poluição do ar: “Evite caminhar ou andar de bicicleta em horários em que o trânsito esteja intenso, os engarrafamentos em vias principais tem grande concentração de emissores poluentes. Outra medida é escolher o local de moradia, se manter afastado de grandes centros urbanos onde existe a alta concentração de gás carbônico pode ajudar a manter a saúde do coração”, finaliza o cirurgião.

Dr. Elcio Pires Júnior é coordenador da cirurgia cardiovascular do Hospital e Maternidade Sino Brasileiro - Rede D'or - Osasco, e coordenador da cirurgia cardiovascular do Hospital Bom Clima de Guarulhos. É membro especialista da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular e membro internacional da The Society of Thoracic Surgeons dos EUA. Especialização em Cirurgia Cardiovascular pela Real e Benemérita Associação Portuguesa de Beneficência de São Paulo e Pós Graduação em Cirurgia Endovascular e Angiorradiologia pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

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quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Falta de atividade física prejudica 47% da população do Brasil

A OMS (Organização Mundial da Saúde) alerta que as taxas mundiais de inatividade física continuam elevadas - 27% das pessoas não fazem exercícios. Enquanto isso, na América Latina e no Brasil, o sedentarismo cresce.

A pesquisa levou em conta dados de quase 2 milhões de pessoas de 168 países. A OMS classifica como atividade física insuficiente os casos em que a pessoa dedica menos de 150 minutos semanais aos exercícios de intensidade moderada ou menos de 75 minutos aos intensos.

A meta da OMS é que até 2025 a taxa de sedentarismo diminua 10%.

Desde 2002, a taxas de inatividade no Brasil cresceu mais de 15%. As informações mais recentes, de 2016, usadas na pesquisa mostram que 47% dos brasileiros não se exercitam o suficiente.

Tendências similares de crescimento de inatividade foram documentadas na Alemanha, Bulgária, Filipinas e Singapura.

O estudo da OMS, publicado nesta terça (04/09) na revista The Lancet Global Health, mostra que a América Latina e Caribe é a região com maior prevalência de inatividade física, 39%. A taxa global aponta que pouco mais de um quarto das pessoas tem atividade física insuficiente, número próximo ao de 2001.

Uma das possíveis explicações para o mau desempenho da América Latina na análise é a baixa qualidade ou a falta de dados referentes à prática de exercícios. Bolívia, Haiti e Peru -países com mais de 10 milhões de habitantes- não tinham informações sobre o assunto.

Países de alta renda do ocidente e da região Ásia-Pacífico, do centro e leste europeus são as outras áreas que apresentam as altas taxas de inatividade física.

A pesquisa estima que mais de 1,4 bilhão de adultos corra risco de desenvolver ou agravar doenças por causa da falta de exercícios físicos.

Segundo a OMS, é necessário mais empenho para que as taxas de sedentarismo sejam reduzidas. Para isso, a agência da ONU diz que os países devem implementar políticas para encorajar formas não motorizadas de transporte, como caminhada e ciclismo, além de buscar a promoção de atividade recreativas e esportes durante o tempo livre das pessoas.

Para isso, seriam necessários, segundo o documento, a oferta de infraestrutura de caminha e ciclismo, além da criação de oportunidades para prática de esportes ao ar livre.

A variação da qualidade e disponibilidade de dados está entre as principais limitações do estudo da OMS. Além disso, o estudo é baseado em relatos dos participantes, o que pode impactar na precisão das informações obtidas.

Com informações da Folhapress.

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quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Ômega 3 é um poderoso aliado da saúde mental; Conheça

Depressão, esquizofrenia, transtorno de personalidade, transtorno obsessivo compulsivo e défice de atenção são os problemas mentais que podem ser prevenidos ou ver os seus efeitos reduzidos ao se tomar ômega 3 de forma frequente.

Esta foi a conclusão de um estudo feito por um grupo de investigadores da Universidade de Harvard, que fizeram a investigação consciente de que já haviam cerca de 30 estudos sobre o mesmo tempo, em que se analisava a associação entre antidepressivos e a ingestão de ômega 3.

Ao contrários dos estudos anteriores, no entanto, este se foca apenas em tomar ômega 3 diretamente. Aqui, ele é a principal fonte para a cura, em vez de ser visto como um complemento ao tratamento.

A diferença parece ter tido sucesso, e permitiu aos autores do estudo comprovar que o ômega 3 atua nas células cerebrais responsáveis pelo estado de ânimo, além de ter capacidade anti-inflamatório, que ajuda também no combate à depressão.

Além da ingestão direta, os especialistas aconselham ainda que se consuma sempre alimentos ricos em ômega 3, como forma de prevenção (também) destas doenças, sendo a dose recomendada de dez gramas diárias.

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segunda-feira, 13 de agosto de 2018

7 sinais de que você está comendo pouca proteína

A proteína é o bloco de construção dos músculos, pele, enzimas e hormônios, desempenhando ainda um papel essencial no bom funcionamento de todos os tecidos do corpo humano. Ela ajuda ainda nas tarefas de recuperação após o esforço físico, ou na manutenção da saciedade a seguir às refeições. 

A quantidade de proteína ideal varia de indivíduo para indivíduo e é determinada por fatores como a idade, peso ou nível de atividade física diária.

Os especialistas recomendam a ingestão de cerca de um grama de proteína por quilo de peso corporal, para uma pessoa com pouca ou nenhuma atividade física, no entanto esses valores podem duplicar para quem pratica exercício regular de forma intensa.

Apesar da proteína poder ser encontrada em inúmeros alimentos, a sua deficiência na alimentação ainda é muito comum. Esteja atento a estes sinais e perceba se está a sofrer com déficit de proteína. 

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