quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

13 hábitos que deixam a sua casa mais suja e que passam despercebidos

 


Descubra os 13 hábitos comuns que podem estar deixando a sua casa mais suja do que imagina. Estes erros podem ser a razão pela qual a sua casa acumula sujeira e pó com facilidade, mesmo quando se esforça para mantê-la limpa.






Se a sua casa parece acumular sujeira e poeira rápido demais, mesmo com limpezas frequentes, alguns hábitos cotidianos podem estar contribuindo sem que você perceba. Profissionais consultados pelo site Martha Stewart apontam comportamentos comuns que, embora pareçam inofensivos, deixam o ambiente mais sujo e favorecem a proliferação de germes. A seguir, veja os 13 erros mais frequentes que podem estar sabotando a limpeza da sua casa.

1. Usar sapatos dentro de casa

Os sapatos carregam germes e bactérias acumulados durante o dia. Deixá-los na entrada ajuda a reduzir a sujeira espalhada pelos ambientes.

2. Não fechar a tampa do vaso

Ao dar descarga com a tampa aberta, gotículas com bactérias podem se espalhar pela pia, toalhas e escovas de dente.

3. Aspirar com o saco cheio

Se o saco do aspirador estiver cheio, ele perde eficiência e pode até devolver a sujeira para o ar. O ideal é esvaziar antes de usar.

4. Não lavar os panos de cozinha

Panos de cozinha acumulam bactérias rapidamente. O mesmo vale para toalhas de banho. Lave com frequência.

5. Deixar janelas abertas por muito tempo

É importante ventilar a casa diariamente, mas janelas abertas por longos períodos facilitam a entrada de poeira, pólen e poluentes.

6. Não limpar o pet ao voltar da rua

Patas e pelos podem trazer sujeira do passeio. Limpar rapidamente com uma toalha úmida já faz grande diferença.

7. Acumular tralha nas gavetas

Além de desorganização, gavetas "entulhadas" acumulam poeira com facilidade. Mantenha apenas o necessário.

8. Deixar roupa suja no chão

Quando o cesto enche, muita gente acaba deixando peças no chão. Isso atrai poeira, mau cheiro e pode favorecer mofo em roupas úmidas. Evite não acumular roupas sujas por muitos dias

9. Não arrumar a cama

Arrumar a cama ajuda a reduzir o acúmulo de poeira nos lençóis e deixa o quarto visualmente mais limpo.

10. Usar utensílios de limpeza sujos

Esponjas, panos e vassouras também acumulam sujeira e bactérias. Se não forem limpos, espalham contaminação pela casa.

11. Deixar roupa molhada na máquina

A roupa molhada pode desenvolver cheiro de mofo em poucas horas. O ideal é retirar no mesmo dia e estender logo após o ciclo.

12. Manter armários desorganizados

Armários bagunçados dificultam a circulação de ar e aumentam a formação de pó. Doar o que não usa e reorganizar o espaço ajuda muito.

13. Esquecer roupas no varal

Peças deixadas por muito tempo no varal acumulam poeira novamente, reduzindo o efeito da lavagem e proporcinando uma limpeza mais facil e abrangente.

São 13 habitos simples que podem ser adequados a qualquer ambiente, proporcionando saúde e bem estar a todos.

Esses ajustes simples na rotina podem transformar a limpeza diária e manter a casa mais saudável por mais tempo, deixando aquela sensação de bem estar no seu ambiente.




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domingo, 23 de novembro de 2025

Quando roncar é sinal de alerta e motivo para ir ao médico

 

Médicos alertam que o problema pode estar ligado à apneia do sono e a doenças como hipertensão, diabetes e distúrbios cardíacos, exigindo avaliação médica e mudanças nos hábitos de sono.






Roncar pode parecer algo inofensivo, mas em alguns casos é sinal de alerta para problemas de saúde que exigem atenção médica. Embora muitas pessoas encarem o ronco apenas como um incômodo noturno, ele pode estar relacionado a distúrbios respiratórios e cardíacos.

O médico Girish Anand explicou ao site Only My Health quando o ronco passa a ser motivo de preocupação. Segundo ele, o problema se torna grave “quando é alto, frequente ou vem acompanhado de pausas na respiração”.

Roncos leves e ocasionais costumam ser inofensivos, mas o ronco constante pode indicar apneia obstrutiva do sono, uma condição em que as vias respiratórias ficam parcialmente bloqueadas durante o descanso. O médico alerta que isso pode reduzir os níveis de oxigênio no sangue, causar cansaço durante o dia, dificuldades de concentração e alterações de humor.

Além disso, o ronco persistente pode aumentar o risco de hipertensão, doenças cardíacas, AVC e diabetes. Fatores como obesidade, tabagismo e consumo de álcool tendem a agravar o quadro. Anand recomenda que quem ronca de forma intensa procure um médico para avaliação e tratamento adequado.

Há, porém, formas de prevenir o problema. Manter as vias nasais desobstruídas, parar de fumar e adotar bons hábitos de sono são medidas que podem ajudar. Em alguns casos, o uso de travesseiros especiais, dispositivos orais ou tratamentos médicos específicos é indicado. O especialista também recomenda manter um peso saudável, evitar bebidas alcoólicas e sedativos antes de dormir e preferir deitar-se de lado.

O médico do sono Scott Kutscher reforça que dormir de lado ou com a cabeça levemente elevada ajuda a reduzir o ronco. “Nunca durma de costas. O objetivo é impedir que a gravidade empurre as vias respiratórias para baixo e cause o bloqueio que provoca o ronco”, explica.

Caso o problema persista, é importante investigar a possibilidade de apneia do sono, distúrbio que interrompe a respiração por breves períodos e está ligado a condições como obesidade, ansiedade e depressão.




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domingo, 9 de novembro de 2025

Colega tóxico no trabalho? Veja 6 estratégias para lidar com a situação


Críticas constantes, manipulação e fofocas podem transformar o ambiente profissional em um espaço insuportável. 

Especialistas explicam como identificar comportamentos tóxicos e adotam seis medidas práticas para se proteger emocionalmente e preservar a saúde mental no trabalho.







Trabalhar em equipe pode ser um grande desafio, especialmente quando há colegas tóxicos (prejudicial ou nocivo) que criam um ambiente pesado e negativo. 

Críticas constantes, comportamentos passivo-agressivos, reclamações sem fim e manipulação são atitudes que, com o tempo, podem afetar a saúde mental e até levar ao esgotamento pessoal.

Por isso, aprender a lidar com pessoas difíceis é essencial não apenas para o sucesso profissional, mas também para manter o equilíbrio emocional e profissional.

De acordo com o médico Bhumesh Tyagi, em entrevista ao site Only My Health, “pessoas tóxicas podem causar sofrimento emocional intenso, levando à ansiedade, insônia e até problemas físicos, como aumento da pressão arterial e dores de cabeça constantes”. O especialista reforça que estabelecer limites é fundamental para preservar a mente e o bem-estar.

Como identificar comportamentos tóxicos no trabalho

Ambientes de trabalho tóxicos nem sempre são fáceis de reconhecer. Algumas atitudes negativas podem ser confundidas com competitividade, ironia ou “brincadeiras”. Mas Tyagi alerta para sinais que merecem atenção:

Negatividade constante: reclamações frequentes, críticas e tendência a culpar os outros.

Como lidar com colegas tóxicos
Existem estratégias práticas que ajudam a se proteger e manter o equilíbrio diante de pessoas difíceis.

1. Estabeleça limites
Aprenda a dizer “não” com educação e firmeza. Evite permitir que colegas tóxicos invadam seu espaço pessoal ou emocional. Mantenha as conversas profissionais e não compartilhe informações pessoais que possam ser usadas contra você.

2. Não alimente o drama
Pessoas tóxicas se alimentam de reações alheias. Quanto mais atenção recebem, mais controle exercem. Mantenha a calma, evite fofocas e não entre em discussões desnecessarias . “Manter o autocontrole demonstra maturidade emocional e tira delas o poder que buscam”, diz Tyagi.

3. Registre tudo
Se o comportamento do colega estiver prejudicando sua reputação ou trabalho, registre os fatos — por e-mail, mensagens ou atas de reunião. Esses registros podem servir de prova em casos de denúncia aos recursos humanos ou à liderança.

4. Busque apoio
Converse com amigos, familiares ou mentores de confiança. O apoio emocional é essencial e primordial. “O isolamento agrava o impacto dos comportamentos tóxicos. Ter pessoas por perto traz perspectiva e mostra que você não está sozinho”, afirma o médico.

5. Acione o RH ou a chefia
Se o comportamento ultrapassar os limites profissionais ou éticos — como casos de bullying, discriminação ou assédio —, é preciso comunicar imediatamente aos superiores ou ao setor de recursos humanos. Intervenções precoces evitam danos maiores.

6. Cuide da sua saúde mental
Ambientes tóxicos podem levar ao burnout e à ansiedade. Tire pausas, pratique meditação, respire fundo e invista em atividades prazerosas fora do trabalho. “A saúde mental nunca deve ser sacrificada por causa do emprego. Se o ambiente se tornar insustentável, talvez seja hora de buscar novas oportunidades”, alerta Tyagi.

Manipulação: vitimização, falsos elogios e mentiras para atingir objetivos. Isso pode caracterizar um auto dominio próprio, se sentindo superior ao outro colega de trabalho. 

Falta de responsabilidade: recusa em admitir erros e hábito de “apontar o dedo” para os colegas sendo que isso pode demonstrar incapacidade pessoal de adquimitir que esta errando.

Fofocas e rumores: criação de intrigas e clima de desconfiança podem ser constantes no ambiente de trabalho. Esteja sempre atento aos pequenos detalhes de cada tarefa a ser realizada.

Desvalorização dos outros: roubo de créditos pelo trabalho alheio e humilhações públicas são atitudes que desvalorizam o poder de persuasão de quem esta sendo vitima.

empatia: é a capacidade psicológica de se colocar no lugar de outra pessoa para compreender seus sentimentos, desejos e perspectivas. Ela vai além de simplesmente sentir compaixão; envolve uma conexão genuína e a habilidade de entender a situação do outro a partir do ponto de vista dele, e não do seu próprio



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terça-feira, 30 de setembro de 2025

Bicarbonato de sódio: o 'remédio esquecido' que pode transformar a saúde

 


Barato, sem patente e de fácil acesso, substância já foi usada contra epidemias e hoje volta a ser estudada como aliada em doenças crônicas.







Escondido em prateleiras de cozinhas e farmácias, o bicarbonato de sódio já ocupou um papel central na medicina. Durante a epidemia de gripe de 1924, nos Estados Unidos, ele foi amplamente utilizado para prevenir e tratar a doença.

Quase um século depois, pesquisas voltam a apontar para seus benefícios, que vão desde o suporte ao sistema digestivo até a possibilidade de auxiliar no combate ao câncer.

Mas se tem tantos efeitos, por que caiu em desuso? A resposta, segundo o médico nutrologista Dr. Adriano Faustino, desenvolvedor do Protocolo C.A.U.S.A. – Câncer, Autocuidado, Unidade, Saúde e Ação e um dos maiores especialistas em medicina integrativa do Brasil, é simples:

“O bicarbonato de sódio é barato e não pode ser patenteado. Em um mercado dominado pela indústria farmacêutica, substâncias sem potencial comercial acabam sendo deixadas de lado, mesmo quando apresentam eficácia.”


Sete usos reconhecidos do bicarbonato de sódio

1. Equilíbrio do pH do corpo

O bicarbonato é uma substância alcalina que ajuda a neutralizar a acidez excessiva, mantendo o equilíbrio interno essencial para as funções vitais.

“Um pH equilibrado garante que o organismo funcione em harmonia. O bicarbonato age como um estabilizador temporário, evitando sobrecargas”, explica o Dr. Faustino.

2. Saúde oral

Neutraliza a acidez da boca, prevenindo cáries, desgaste do esmalte e contribuindo para gengivas mais saudáveis e hálito fresco.

3. Antiácido natural

Alivia rapidamente azia, queimação e indigestão ao neutralizar o excesso de ácido no estômago.

4. Recuperação muscular

Muito usado por atletas no passado, ajuda a neutralizar o ácido lático produzido nos treinos intensos, reduzindo fadiga e desconforto muscular.

5. Proteção renal

Atua como suporte aos rins, neutralizando ácidos em excesso no sangue e prevenindo sobrecargas nesses órgãos.

6. Auxílio digestivo

Reduz a sensação de inchaço e peso após as refeições, favorecendo uma digestão mais leve.

7. Desodorante natural

Neutraliza ácidos e bactérias responsáveis pelo mau odor, oferecendo uma alternativa simples e sem químicos agressivos.

Uma ferramenta esquecida pela modernidade

“O bicarbonato não é uma cura milagrosa, mas é uma ferramenta poderosa. Ele ajuda a reequilibrar o organismo e proteger a saúde de forma acessível e eficaz”, conclui o Dr. Adriano Faustino.

Com custo baixo e efeitos múltiplos, o bicarbonato de sódio volta ao debate científico e clínico como um dos exemplos mais claros de como soluções simples podem ter grande impacto na saúde.






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quarta-feira, 3 de setembro de 2025

Exercitar-se no inverno gasta mais calorias e auxilia na saúde mental

 


Especialista aponta principais benefícios em manter a rotina de atividades físicas no período e dá dicas para evitar lesões.






Com a queda das temperaturas, o desejo de permanecer em ambientes fechados, sob cobertores, tende a aumentar. Apesar da resistência inicial que o frio costuma causar, a estação pode oferecer vantagens para quem decide se movimentar. As baixas temperaturas favorecem a queima calórica, já que o corpo precisa trabalhar mais para manter sua temperatura interna. O clima ameno, por sua vez, tende a tornar as atividades mais confortáveis, reduzindo a sensação de cansaço comum em dias muito quentes.

Mesmo​​ que pareça desafiador, manter uma rotina de atividade física durante o inverno é fundamental para a saúde física e mental. É o que reforça a médica clínica geral Juliana Fernandes de Almeida, coordenadora da UPA Campo dos Alemães, em São José dos Campos, gerenciada pelo CEJAM (Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim”), em parceria com a prefeitura local.

“A atividade física ajuda não só a fortalecer o sistema imunológico, mas também melhora a circulação sanguínea, combate o sedentarismo e previne doenças cardiovasculares e metabólicas”, destaca a médica. “Além ​​disso​​, os exercícios ​​auxiliam no controle do​​ estresse e ​dos ​sintomas de ansiedade ou depressão, que podem se intensificar nos dias mais frios.”

​​Para quem está sedentário ou pretende iniciar uma rotina de exercícios, é preciso atenção aos cuidados prévios, especialmente nas estações mais frias. “O frio reduz a elasticidade muscular e articular, o que aumenta o risco de lesões, como distensões e entorses. Por isso, é ​​necessário​​​​ ​​ iniciar com um bom aquecimento e com atividades leves e progressivas”, explica​ ​. ​​​ 

Outras recomendações envolvem o uso de roupas adequadas, que protejam do frio sem impedir a transpiração, e manter a hidratação, mesmo sem a sensação de sede, que é reduzida em temperaturas mais baixas. O consumo inadequado de água no frio, inclusive, pode prejudicar o desempenho físico e aumentar o risco de câimbras, fadiga e lesões.

De acordo com a Dra. Juliana, a escolha da atividade deve considerar o perfil de cada pessoa. “A idade, condição física, histórico de saúde e preferências pessoais ​​são norteadores para essa​​​​ ​​ decisão. De forma geral, caminhadas, alongamentos, pilates e exercícios funcionais em ambientes fechados e bem ventilados são boas opções”, aponta. A regularidade é mais importante do que a intensidade, ​​principalmente​​ para quem está retomando uma rotina de movimentação.

Pessoas com doenças crônicas, como hipertensão e diabetes, também ​​necessitam​​​​ ​​ de ​​cuidados​​ ​​especiais​​ no inverno. Estudos mostram que a exposição ao frio pode elevar a pressão arterial e interferir na ação da insulina. “Nesses casos, é essencial evitar exercícios em jejum, manter alimentação adequada e realizar a prática em horários de temperatura mais amena, como no meio da manhã ou início da tarde”, orienta ​Dra. ​Juliana. Além disso, o acompanhamento médico regular ​​precisa​​ ser mantido e ajustes no plano de atividade física devem ser feitos com base na avaliação clínica de cada paciente.

A ​​profissional​​ destaca ainda que alguns sinais ​​exigem atenção​​ durante a prática: dor no peito, falta de ar intensa, tontura, palpitações, dormência ou fraqueza em membros e dores musculares persistentes são indícios de que a atividade deve ser interrompida. “Nessas situações, é ​​primordial​​ buscar avaliação médica antes de retomar os exercícios”, enfatiza.

Segundo a médica, criar uma rotina que se encaixe na realidade de cada pessoa é o primeiro passo para vencer a inércia e transformar o exercício em hábito. Mais do que buscar resultados imediatos, o foco ​​é manter a​​ consistência e ​​valorizar o​​ impacto positivo que a prática regular tem na saúde física e emocional.

“Lembrar-se dos benefícios a longo prazo e da sensação de bem-estar após o exercício pode ser o melhor motivador para manter a constância, mesmo no inverno”, finaliza.




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Descansar também é produtivo: os benefícios do ócio para a mente

  Psicóloga explica como momentos de pausa podem favorecer a criatividade, reduzir o estresse e promover o bem-estar emocional. E m uma soci...