segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Dicas para conseguir um coração mais 'jovem'

Cuidar da saúde cardiovascular é uma preocupação que tende a chegar apenas depois da meia-idade. Apesar de ser nessa altura em que os cuidados devem ser redobrados e mais especializados, a verdade é que o coração merece mais atenção o quanto antes.

Seguir uma alimentação saudável desde a infância e ter um estilo de vida amigo do corpo, da mente e do ambiente é a base para um coração forte e saudável. Mas é preciso fazer mais do que isso, especialmente assim que se passa para a fase adulta da vida.

Em primeiro lugar, destaca o "The Guardian", há que analisar a ‘real idade’ do coração, isto é, medir junto de um médico o risco de ter uma doença cardiovascular e encontrar todos os potenciais causadores. Caso não tenha tempo de visitar um consultório, pode sempre optar por procurar ferramentas online que possam fazer essa medição – desde que na base do resultado final esteja a análise da idade, do peso, dos hábitos, os níveis de colesterol, os níveis de glicose no sangue etc.

Contudo, tão ou mais importante do que o rastreio de riscos é a realização de exames concretos, como aqueles que medem o IMC, a circunferência da barriga, os níveis de colesterol, a pressão sanguínea, os batimentos cardíacos. Apenas quando se levanta o histórico familiar, os riscos associados e os dados concretos é que é possível definir a melhor forma de cuidar do coração.

Como não poderia deixar de ser, conta a publicação, perder alguns maus hábitos – como o tabagismo e o consumo regular e até elevado de álcool, entre outros – é um outro fator a ter em conta na luta por um coração mais jovem.

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domingo, 14 de janeiro de 2018

6 postagens que as pessoas com baixa autoestima publicam nas redes

Não há dúvidas de que as redes sociais se tornaram uma maneira de interação entre as pessoas e, cada vez mais, as postagens nestas ferramentas estão sendo usadas como forma de análise de perfil, quer seja por futuros pretendentes, familiares e até mesmo empresas.

Facebook, Instagram, Twitter, todas as redes sociais mostram características que estão sendo analisadas por empresas de recursos humanos para avaliar estilo de vida, personalidade, relações sociais, até algum problema psicológico, como baixa autoestima, dos potenciais candidatos.

Confira abaixo 6 postagens que, segundo especialistas ouvidos pelo site Mujer 10, mostram que os usuários possuem baixa autoestima, e podem prejudicá-los em alguma seleção de emprego.

1. Compartilhar sua localização o tempo todo.

2. Publicar fotos em academia, lugares públicos, querendo mostrar o corpo sarado e o esforço físico feito diariamente.

3. Publicar fotos de comida o tempo todo, pois desta maneira você é visto como alguém que só quer ganhar curtidas, afinal, este conteúdo não interessa a ninguém a não ser você mesmo.

4. Selfies, selfies, selfies. A baixa autoestima gera insegurança e pouco amor próprio, que são refletidos em muitas selfies, pois estas pessoas precisam receber sempre muitos feedbacks para se sentirem aprovadas.

5. Marcar toda vez que faz compras e ostentar marcas é uma maneira de mostrar que precisa da aprovação de outras pessoas.

6. Publicar seu estado sentimental mostra insegurança com relação aos seus sentimentos e falta de senso de privacidade.

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domingo, 31 de dezembro de 2017

12 passos simples para pintar as paredes de casa

O final do ano, além de ser uma época agitada com a preparação para as festas, é um momento de renovação e confraternizações muito esperado pela família e amigos. E para conciliar a praticidade à correria do dia a dia, a Suvinil preparou algumas dicas para dar um toque especial e ágil na decoração da casa e levar essa pegada de transformação para a mobília e diferentes ambientes.

A mudança pode ser pequena, como repaginar um móvel antigo ou uma parede, ou ela pode ser na casa toda, depende da vontade e disposição do morador. Aproveite esta ocasião para fazer uma integração e convidar os amigos e familiares que adoram colocar a mão na massa para ajudar nesta tarefa. Com o passo a passo abaixo, é possível transformar a decoração de forma simples, leve e divertida e ainda tornar esse momento muito especial.

1. Antes de iniciar a pintura, coloque roupas confortáveis. Opte por camisas de mangas compridas e não se esqueça dos óculos para proteger os olhos. Separe também sua lista de músicas favoritas e aperte o play;

2. Forre o chão com jornal, lona ou papel específico para proteger dos respingos;

3. Cubra os móveis com plástico e as maçanetas com papel alumínio;

4. Defina a área a ser pintada e coloque fita crepe ao redor das portas e batentes;

5. O primeiro passo é preparar a superfície, é fundamental lixá-la para abrir os poros da parede e retirar o brilho da tinta anterior, facilitando a absorção do produto;

6. Retire o excesso de pó com uma vassoura e passe um pano úmido para finalizar. Caso o local possua alguma mancha ou esteja engordurado, lave a superfície utilizando apenas água e um sabão neutro;

7. Dilua a tinta conforme indicado na embalagem, coloque-a no recipiente e molhe o pincel e o rolo, retirando o excesso do produto;

8. Utilize o pincel para pintar os cantos de paredes, teto, portas e etc. Após esse processo, com o rolo, faça um “N” na parede e preencha a letra espalhando a tinta;

9. Depois desse passo, deixe a tinta secar por 4 horas. Se o dia estiver úmido ou chuvoso, o ideal é deixar o produto secar por 8 horas. Sempre confira o tempo de secagem na embalagem, pois pode variar de acordo com o tipo do produto;

10. Depois do tempo de secagem, aplique a segunda demão da mesma maneira que a primeira;

11. Caso tenha sobrado tinta, guarde-a conforme indicado na embalagem;

12. Agora, com a nova decoração, está tudo pronto para seu ano começar em grande estilo! Peça uma pizza e relaxe com os amigos.

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domingo, 3 de dezembro de 2017

Conheça as 7 reclamações mais comuns dos casais nas terapias

A terapia de casais é uma alternativa que muitos parceiros recorrem para tentar salvar a relação. Este valioso recurso pode transformar a vida dos companheiros e conseguir fazê-los superar as situações difíceis que todas as relações passam. “E, se antes, a iniciativa partia principalmente das mulheres, agora os homens têm se mostrado cada vez mais interessados nessa terapia a dois”, diz Margarete Volpi, psicoterapeuta do casal e familiar, ouvida pelo UOL. Contudo, nem sempre é possível salvar a relação, principalmente em casos onde já ouve desrespeito e o amor acabou, ressalta a terapeuta.

Os especialistas listaram as sete reclamações mais comuns ouvidas nos consultórios. Confira:

1. Pouco sexo - O sexo costuma ser um termômetro da relação, ou seja, quando o casal não está bem na cama, isso demonstra que eles estão com problemas. Entre as maiores justificativas para a queda na frequência do sexo estão cansaço, estresse no trabalho, demanda de filhos, privação de sono e baixa autoestima.

2. Traição - Quem procura a terapia por este motivo, realmente quer salvar a relação, esclarece Marina Vasconcellos, terapeuta de casal e família pela Unifesp. “Normalmente, a traição é acarretada por falta de diálogo entre as partes. Isso acaba fazendo o outro se sentir invisível, rejeitado, pouco amado", explica.

3. Dificuldade de falar - Muitos parceiros não falam sobre suas necessidades e anseios por medo da reação do outro, o que acarreta em comportamentos agressivos. Segundo as especialistas, é importante evitar acusações para que o outro não fique na defensiva.

4. Problemas psiquiátricos - Crises de insônia, depressão, estresse, ansiedade. Todas essas situações podem minar a relação. “Se a pessoa aceitar se tratar e se houver amor, é possível reverter a crise”, diz, Marina. 5. Liberdade sexual - Para o casal se abrir a novas experiências conjugais, é preciso que eles tenham a mente muito aberta, ser muito seguro e abusar do diálogo. E, claro, é necessário que exista um consenso absoluto de ambas as partes na hora de tomar decisões como essa.

6. Uso excessivo do celular - Com o uso cada vez maior dos smartphones, alguns parceiros se sentem invisíveis para a outra parte, podendo causar empatia em seu relacionamento.

7. Ciúmes - Com a autonomia cada vez maior das mulheres em relação ao posto de trabalho, a sua independencia, elas estão mais exigentes na escolha. Uma crise de ciúmes pode interferir e muito no relacionamento a dois, sendo uma constante na terapia de casais.

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segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Alimentação influencia diretamente no cérebro, para melhor ou pior

A saúde (física, mental e emocional) depende diretamente do que se come diariamente. Por ter um efeito tanto para o bem e para o mal no organismo, a busca por uma alimentação saudável é imprescindível na busca por uma melhor qualidade de vida.

Para melhorar a saúde mental, o segredo so sucesso está na escolha certa dos alimentos, escolha que deverá fazer parte de um plano alimentar saudável e variado.

Embora a alimentação deve ser personalizada de acordo com as necessidades individuais, existem alimentos que têm impacto positivo e negativo na saúde mental.

Comecemos pelos amigos do cérebro. Como lista o site Eat This, Not That!, entre os principais aliados do cérebro está o chá de camomila, uma bebida com poder relaxante e que melhora a qualidade do sono, fator fundamental para ter um cérebro forte e saudável. Ainda com poder relaxante, é essencial apostar em alimentos ricos em magnésio, como o feijão preto, pois também promove a saciedade e exerce um poder benéfico na corrente sanguínea.

A vitamina D tem inúmeras funções no organismo (sendo a prevenção de estados depressivos uma das mais importantes) por isso, o consumo de ovos - e outros alimentos ricos nesta vitamina do sol - é ótimo para quem pretende assegurar a saúde mental; o consumo de manteiga de amêndoas, rica em vitamina E (antioxidante), conhecida por reduzir o risco de declínio cognitivo e Alzheimer, também ajuda neste processo.

A vitamina K é mais uma amiga do cérebro, podendo ser encontrada no brócolis, vegetal conhecido por frear episódios de perda de memória. Por ajudar a combater a gordura acumulada e por reforçar o sistema imunológico, o abacate é mais um dos alimentos que deve ser incluído com frequência na alimentação, tal como o salmão selvagem, rico em ácidos graxos ômega 3.

O tomate, o mirtilo e a beterraba são outros alimentos 'coloridos' que dão saúde ao cérebro a curto, médio e longo prazo. A lista inclui ainda chá verde, nozes e açafrão-das-índias, também conhecido como cúrcuma, entre os outros aliados do cérebro saudável. Esta última especiaria, diz a ciência, é capaz de prevenir e aliviar os sintomas de Alzheimer, diz o site.

O óleo de coco tem uma grande concentração de triglicerídeos de cadeia média, sendo, portanto, ótimos para a mente. Por fim, os espinafres, também ricos em vitamina K, devem entrar no cardápio.

Mas se já sabemos o que faz bem à mente, é importante saber o que faz mal e que deve ser excluído ao máximo da alimentação. São considerados inimigos todo e qualquer alimento processado, uma vez que se trata de um alimento sem nutrientes e repleto de calorias provenientes de gorduras saturadas, sódio e açúcar. E por falar em sódio, o molho de soja deve ser consumido com muita moderação, pois uma simples colher de sopa oferece 40% da dose diária recomendada de sódio.

Os sucos de pacote, com ou sem gás, devem também ser evitados, assim como atum em lata, que não deve ser consumido mais do que duas vezes por semana devido à contaminação por mercúrio .

A carne vermelha, a carne curada e a carne processada são também inimigas do cérebro, assim como as pizzas e refeições pré-prontas, as batatas fritas (sejam caseiras ou empacotadas) e as bebidas alcoólicas, que devem ser consumidas com muita moderação.

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sábado, 30 de setembro de 2017

Workaholic: você trabalha muito? Saiba os cuidados a serem tomados

Sintomas desse distúrbio de comportamento é uma autoestima exagerada, insônia, mau-humor, impotência sexual, atitudes agressivas em situações de pressão e, muitas vezes, depressão.

Cenas comuns em reuniões de negócios são executivos disputarem quem está trabalhando mais, como se isso fosse motivo de orgulho, contudo, o que não se percebe nessas situações é que pode se estar caracterizando uma disfunção, que é o fato de ser um workaholic.

Mas, o que é workaholic e quais os riscos envolvidos com esse problema? CelsoBazzola, diretor executivo da Bazz Consultoria, listou as principais dúvidas relacionadas ao tema.

Veja alguns pontos relacionados ao tema:

1 - Características do workaholic

Características de pessoas com esse problemas são fáceis de perceber, são elas que constantemente trabalham mais de 12 horas por dia no escritório e ainda leva serviço para casa, é ela também que constantemente recebe críticas por no fim de semana ficar sempre de olho no celular e checar as mensagens a cada hora para ver se existe alguma pendência no trabalho.

2 - Eu sou? Segundo o especialista em recursos humanos Celso Bazzola, diretor executivo da Bazz Consultoria, é mais fácil localizar uma pessoa com esse problema do que tratar. “Hoje são constantes os casos de workaholics e isso se percebe a partir do momento que a pessoa não consegue se desligar do trabalho, deixando de lado sua convivência social, seja com familiares ou amigos. Assim a pessoa se torna um trabalhador viciado e compulsivo, mesmo fora de seu ambiente de trabalho ele cria um novo ambiente recheados de temas sobre seus negócios, não há situação que o faça se desligar do trabalho”.

Sintomas desse distúrbio de comportamento é uma autoestima exagerada, insônia, mau-humor, impotência sexual, atitudes agressivas em situações de pressão e, muitas vezes, depressão.

3 - Problemas relacionados

Para Bazzola, a situação pode ser bastante problemática e pode trazer sérios prejuízos para o profissional e, até mesmo, à empresa. “Acredito que para empresa a situação traz mais desvantagens do que vantagens. Inicialmente pode ser interessante, pois a velocidade dos resultados é satisfatória, porém há um desgaste emocional natural do profissional, pois ele estará isolado e restrito ao tema trabalho, bloqueando sua sociabilização o que poderá resultar em sérios transtornos futuros para sua vida”.

A situação pode ser tão grave que estudos recentes de casos clínicos em consultórios psicológicos e psiquiátricos apontam que o vício de trabalho é similar à adição ao álcool ou cocaína. Tornado o trabalho, nesses casos uma obsessão doentia.

4 - É preciso saber viver!

Segundo Celso Bazzola, “não há pecados em trabalhar esporadicamente além de sua carga diária, desde que essa ação seja meramente por necessidade de urgência e de impacto específico. Isso, para o mercado de trabalho, acaba sendo um diferencial, mas, o profissional e as áreas de Recursos Humanos devem identificar quando não há exageros em uma rotina normal de trabalho. A partir do momento que a carga horária começa a extrapolar constantemente é momento de refletir. O trabalho será saudável enquanto não aprisiona a pessoa na necessidade constante de falar e estar agindo pelo trabalho”.

O caminho para combater esse problema é assegurar o equilíbrio, entre a vida pessoal e profissional, buscar valorizar mais os momentos de lazer e perceber que o descanso é fundamental para melhoria de resultados e busca de novas ideias que podem potencializar os resultados no trabalho.

5 - Workaholic x Worklover

É importante sabermos diferenciar o amor ao trabalho do vício. Um worklover tem noção de que o excesso se refletirá em conflitos nos relacionamentos pessoais, além de proporcionar efeitos nocivos à saúde e bem-estar. Existem profissionais que buscam entregar resultados e isso é positivo. É importante ter em mente que, o fato de ser um workaholic não significa que o profissional seja mais produtivo. Muitas vezes, vemos pessoas que não conseguem ter organização no seu dia a dia e acabam trabalhando mais tempo para entregar o mesmo resultado.

É importante lembrar que a vida é muito mais do que só trabalhar e que uma mente que não descansa não é totalmente sã. Assim, não adianta trabalhar demais, isso possivelmente ocasionará erros e retrabalhos. Portanto, tem que parar de trabalhar até para poder trabalhar bem. É uma questão de lógica.

Com informações da DSOP Educação Financeira.

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quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Sanduicheira suja? Veja as 4 melhores técnicas de limpeza do aparelho

No desespero, há quem apele para a faca ou para materiais abrasivos, que acabam danificando o antiaderente do aparelho.

A sanduicheira é um item quase indispensável para muitas pessoas, pois é capaz de deixar o pão tostadinho, o queijo derretido e o presunto quente em apenas poucos minutos. O grande problema é que, com o uso contínuo, a sanduicheira tende a ficar com muitos resquícios de comida, que precisam ser retirados. No desespero, há quem apele para a faca ou para materiais abrasivos, que acabam danificando o antiaderente do aparelho.

A sanduicheira é um item quase indispensável para muitas pessoas, pois é capaz de deixar o pão tostadinho, o queijo derretido e o presunto quente em apenas poucos minutos.

1. Limpeza rápida - Quando a sanduicheira possui apenas gordura na superfície ou alguns farelos de pão, basta apenas passar um pano macio para fazer a limpeza.

2. Água morna e detergente - Para uma limpeza mais profunda e evitar a proliferação de microorganismos, faça uma solução com água morna e detergente e molhe um pano nessa solução. Em seguida passe na superfície do grill. Não encharque o pano e use esponja macia ou pano de cozinha.

3. Palito de dentes - Para alcançar locais mais difíceis ou entre as ranhuras sem usar esponja, utilize um palito de dentes para retirar a comida que ficou grudada, como queijo derretido ou pedaços de carne.

4. Escova de dentes - Caso você sinta necessidade de uma limpeza mais profunda, pode usar uma escova de dentes para limpar os cantinhos, sem esfregar com força, para não arranhar a chapa.

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Descansar também é produtivo: os benefícios do ócio para a mente

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