quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Ômega 3 é um poderoso aliado da saúde mental; Conheça

Depressão, esquizofrenia, transtorno de personalidade, transtorno obsessivo compulsivo e défice de atenção são os problemas mentais que podem ser prevenidos ou ver os seus efeitos reduzidos ao se tomar ômega 3 de forma frequente.

Esta foi a conclusão de um estudo feito por um grupo de investigadores da Universidade de Harvard, que fizeram a investigação consciente de que já haviam cerca de 30 estudos sobre o mesmo tempo, em que se analisava a associação entre antidepressivos e a ingestão de ômega 3.

Ao contrários dos estudos anteriores, no entanto, este se foca apenas em tomar ômega 3 diretamente. Aqui, ele é a principal fonte para a cura, em vez de ser visto como um complemento ao tratamento.

A diferença parece ter tido sucesso, e permitiu aos autores do estudo comprovar que o ômega 3 atua nas células cerebrais responsáveis pelo estado de ânimo, além de ter capacidade anti-inflamatório, que ajuda também no combate à depressão.

Além da ingestão direta, os especialistas aconselham ainda que se consuma sempre alimentos ricos em ômega 3, como forma de prevenção (também) destas doenças, sendo a dose recomendada de dez gramas diárias.

Site de Pesquisa: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

E-Mail de Contato: apiacawebradio@zipmail.com.br

Facebook: www.facebook.com/apiacawebradio

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

7 sinais de que você está comendo pouca proteína

A proteína é o bloco de construção dos músculos, pele, enzimas e hormônios, desempenhando ainda um papel essencial no bom funcionamento de todos os tecidos do corpo humano. Ela ajuda ainda nas tarefas de recuperação após o esforço físico, ou na manutenção da saciedade a seguir às refeições. 

A quantidade de proteína ideal varia de indivíduo para indivíduo e é determinada por fatores como a idade, peso ou nível de atividade física diária.

Os especialistas recomendam a ingestão de cerca de um grama de proteína por quilo de peso corporal, para uma pessoa com pouca ou nenhuma atividade física, no entanto esses valores podem duplicar para quem pratica exercício regular de forma intensa.

Apesar da proteína poder ser encontrada em inúmeros alimentos, a sua deficiência na alimentação ainda é muito comum. Esteja atento a estes sinais e perceba se está a sofrer com déficit de proteína. 

Site de Pesquisa: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

E-Mail de Contato: apiacawebradio@zipmail.com.br

Facebook: www.facebook.com/apiacawebradio

segunda-feira, 16 de julho de 2018

5 dicas para celíacos deixarem de consumir alimentos com glúten

O glúten é uma proteína presente em muitos alimentos à base de trigo, centeio, cevada e aveia. Para quem sofre da chamada doença celíaca, a ingestão do glúten causa um processo de inflamação no intestino delgado, gerando desconfortos como diarreia, perda do apetite, dor abdominal, sensação de inchaço e até mesmo anemia e osteoporose.

A principal medida a ser tomada é fazer as devidas substituições dos alimentos que causam esses problemas. “É possível substitui-lo por diversos itens, como amêndoa e chia, por exemplo. Porém, antes de fazer essa retirada, é imprescindível que o indivíduo consulte um profissional especializado”, afirma Cyntia Maureen, nutricionista e consultora da Superbom, empresa alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis.

1. Abandone os alimentos que contém glúten - A doença celíaca não tem cura. Logo, seu único tratamento é a abstinência completa de tudo que contenha glúten. “Como ele é a principal proteína encontrada no trigo, centeio, cevada, malte e aveia, pratos como massas, pizzas, pães, bolos, bolachas e biscoitos são proibidos na dieta dos celíacos”, comenta a especialista.

2. Opte por produtos isentos da substância - Há diversas opções no mercado que podem ser consumidas pelos intolerantes. Para cozinhar em casa, ingredientes como fubá, amido de milho e farinhas de amêndoa, linhaça, chia, arroz e mandioca podem ser usados para substituir a farinha de trigo em diversas receitas populares. A tapioca também é uma ótima alternativa para o café da manhã e o lanche da tarde.

3. Atenção aos rótulos - É imprescindível analisar as etiquetas dos produtos antes de comprá-los e procurar pelas expressões “contém glúten”, “não contém glúten” ou “gluten free”.

4. Consumir alimentos ricos em fibras, ferro, vitamina C e cálcio - É importante suprir a necessidade dos nutrientes que são consumidos juntamente ao glúten, ao retirá-lo da dieta. “As fibras, por exemplo, são importantes para manter a saúde da flora intestinal e o bom funcionamento do nosso sistema digestivo”, explica Cyntia.

O ferro, a vitamina C e o cálcio também estão entre as vantagens da ingestão de trigo. Portanto, ao cortá-lo das refeições, é indicado comer alimentos como laranja, feijão, mandioca, espinafre, ervilha, grão-de-bico e soja.

5. Cuidado na preparação dos alimentos - Refeições sem glúten não devem ser preparadas ou servidas nos mesmos recipientes em que foram manipulados produtos com a presença dessa proteína. Os utensílios utilizados devem ser de uso exclusivo ou estar totalmente limpos, para que não haja contaminação cruzada.

Site de Pesquisa: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

E-Mail de Contato: apiacawebradio@zipmail.com.br

Facebook: www.facebook.com/apiacawebradio

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Saiba quantas vezes pode reutilizar o óleo para fritar alimentos

Se há quem prefira a primeira fritura, aquela da qual as batatas fritas saem ‘limpinhas’, fritas no óleo estrado, outros apontam que a terceira fritura de uma dose de óleo é que é a mais saborosa e crocante, pois conta já com algum sabor dos anteriores alimentos que por ali passaram.

O Lavanguardia explica que sim, o melhor óleo é aquele que já aqueceu e fritou por duas ou três vezes, isto porque o óleo precisa de se ‘abrir’. Mas atenção que tudo depende do alimento frito já que, com quanta mais gordura contar, menos propício fica o óleo para os próximos usos.

Especialistas garantem que não. Se separar o óleo utilizado dos resíduos desagregados durante a fritura, e o deixar arrefecer bem antes de o voltar a guardar, o óleo de fritar as batatas pode durar até sete meses, aponta Brígida Jiménez, doutorada em farmácia.

Tal como acontece em específico nas batatas por ser um alimento baixo em gorduras que não ‘suja’ muito o óleo de fritar. O mesmo não ocorre com a fritura de peixe ou mesmo carne, em que ocorre a libertação de várias gorduras que põem em causa a próxima utilização daquele mesmo óleo.

Para saber, em cada caso, quando é que o óleo já deu o que tinha a dar, atente na quantidade de bolhas que são formadas durante a fritura: se forem muitas, poderá estar na altura de mudar o óleo. O próprio sabor do alimento altera-se quando é frito num óleo de baixa qualidade.

Posto isso, será boa ideia manter um frasco específico para cada óleo a reutilizar: o do peixe e o da carne (um para cada, para se evitar a mistura de sabores) serão usados mais uma, duas ou três vezes, provavelmente, já o das batatas fritas, vale a pena manter separado, por ser muito mais duradouro.

Site de Pesquisa: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

E-Mail de Contato: apiacawebradio@zipmail.com.br

Facebook: www.facebook.com/apiacawebradio

domingo, 17 de junho de 2018

Tudo o que você deve saber na hora de escolher um psiquiatra

A busca por um tratamento psiquiátrico muitas vezes acontece de forma tardia, devido ao estigma que ainda ronda as pessoas que sofrem de transtornos mentais. Além disso, a falta de informações faz com que os pacientes e seus familiares tenham dificuldade em entender a necessidade de procurar um especialista.

Para o Dr. Caio Macedo Athayde Bonadio, psiquiatra e médico do sono, “qualquer sofrimento psíquico que esteja atrapalhando a vida do indivíduo merece uma avaliação psiquiátrica para verificar se isso representa, ou não, uma doença mental”.

Um levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que os transtornos mentais atingem 10% da população mundial, o que corresponde a mais de 700 milhões de pessoas. No Brasil, cerca de 46 milhões de pessoas sofrem de transtornos mentais, de acordo com o Ministério da Saúde.

Em relação ao tratamento, o órgão do governo federal estima que 3% da população brasileira necessitam de cuidados contínuos em saúde mental, devido a transtornos severos e persistentes, e 9% precisam de atendimentos eventuais.

Esses dados mostram a importância do acesso a serviços de saúde mental e a profissionais especializados, para essa população receba o diagnóstico e o tratamento adequados. Por isso, neste post esclareceremos algumas questões para ajudá-lo a escolher um psiquiatra qualificado e de confiança.

O que faz um psiquiatra?

Muitas pessoas ficam em dúvida se devem consultar um psicólogo ou um psiquiatra, quando procuram orientação sobre doenças mentais. Apesar de poderem se especializar e atuar no tratamento desse tipo de transtorno, esses dois profissionais têm conhecimentos e formações diferentes.

Psiquiatra

A formação do psiquiatra tem início no curso de graduação em Medicina, com duração mínima de seis anos. Após essa primeira etapa, o médico precisa realizar uma especialização, ou residência médica, em psiquiatria para obter o Registro de Qualificação de Especialista (RQE) no Conselho Federal de Medicina (CFM).

O médico que deseja ter o título de especialista em psiquiatria, concedido pela Associação Médica Brasileira (AMB), deve ser aprovado em três avaliações. Nesse caso, o especialista precisa comprovar sua atualização na área a cada cinco anos para manter a qualificação profissional.

Segundo Bonadio, o psiquiatra “é responsável pelo diagnóstico e tratamento das doenças mentais. Ele também pode coordenar equipes multidisciplinares (médicos, psicólogos, terapeutas ocupacionais), que muitas vezes conduzem o tratamento dos pacientes”. Além disso, esse profissional está habilitado a receitar medicações.

Psicólogo

Quem deseja ser psicólogo precisa realizar um curso de graduação em Psicologia, com duração mínima de cinco anos. Assim como o médico, esse profissional pode se especializar na área de saúde mental e atuar em equipes multidisciplinares no tratamento de pessoas com transtorno, por meio de psicoterapias, como a psicanálise e a terapia cognitivo comportamental.

Por não ter a mesma formação de um profissional de Medicina, o psicólogo não pode realizar procedimentos médicos ou prescrever remédios, apesar de ter conhecimentos básicos sobre como as medicações atuam no cérebro. “O apoio psicológico ao sofrimento psíquico é importante, e o tratamento combinado geralmente é o que alcança os melhores resultados”, afirma o doutor.

Quando buscar ajuda?

De acordo com o Dr. Bonadio, o psiquiatra deve ser procurado quando o indivíduo apresenta sintomas que estão prejudicando a sua vida profissional, social, familiar e conjugal, bem como o seu autocuidado pessoal — que inclui higiene pessoal, alterações de peso corporal e hábitos alimentares. Entre os principais sintomas que exigem o atendimento de um psiquiatra, estão:

- pensamentos de morte;

- planejamento de suicídio;

- alucinações;

- delírios;

- compulsões (compras excessivas, sexo, manias de limpeza e organização, automutilação, entre outros);

- alterações de memória;

- alterações de sono;

- irritabilidade intensa;

- desinteresse pela vida pessoal;

- perda de prazer em atividades corriqueiras;

- ansiedade extrema;

- medo intenso.

O doutor ressalta que a dependência química também é um transtorno mental, e nesses casos o paciente deve passar por uma avaliação psiquiátrica, sendo os sintomas que exigem o atendimento de um psiquiatra:

- perda do controle do uso da substância;

- exposição a situações de risco por conta do uso da substância (agressões físicas, acidentes automobilísticos, idas ao pronto socorro);

- prejuízos financeiros;

- deterioração das relações familiares, sociais e conjugais devido ao uso da substância;

- apresentar fissura e sintomas de abstinência quando está sem a substância;

- abandono de atividades habituais para usar a substância.

“Muitas vezes a dependência química é lembrada somente por conta do álcool e das drogas, como cocaína e crack. Porém, vale a pena lembrar que existe dependência química de medicações para dormir, café, cigarro, anestésicos, energéticos, estimulantes (como a anfetamina), hormônios anabolizantes e muitas outras substâncias”, complementa.

Quais fatores devem ser considerados para escolher um psiquiatra?

Procure um médico com especialização em psiquiatria

Segundo o Dr. Bonadio, qualquer médico deve ser registrado no Conselho Regional de Medicina do seu estado de atuação e ter esse número ativo. Além disso, o profissional deve ter um número RQE, que comprova a realização de residência médica em psiquiatria. Essas informações podem ser consultadas no site de cada conselho.

Busque indicações de médicos e outros profissionais de saúde

Para o psiquiatra do Hospital Santa Mônica, buscar referências de outros profissionais e até mesmo de pacientes que já passaram por um determinado médico é fundamental.

Site de Pesquisa: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

E-Mail de Contato: apiacawebradio@zipmail.com.br

Facebook: www.facebook.com/apiacawebradio

segunda-feira, 28 de maio de 2018

Mulheres passam milhares de horas obcecadas com o que comem

Um novo estudo britânico revelou que 87% das mulheres são ‘consumidas’ por sentimentos de culpa devido aquilo que comem ou bebem, pelo menos durante três horas todos os dias. Também se sente assim?

De acordo com a pesquisa inédita as mulheres experienciam em média, ao longo da vida, 45,990 horas daquilo que os investigadores apelidaram de ‘agonia calórica’.

Apesar de 66% das inquiridas ter admitido que comer e beber era sem dúvida um dos maiores prazeres da vida, também concordaram que era uma experiência agridoce e que ao mesmo tempo traz “imensa dor psicológica”. Os pesquisadores concluíram que, em média, as mulheres sentem esses sentimentos de culpa alimentar duas vezes por dia.

Durante a vida adulta, estima-se que os episódios corroam cerca de 45,990 horas, com 25% das mulheres vivenciamdo sentimentos de auto-aversão cada vez que comem uma refeição.

Segundo os resultados apurados, esses sentimentos de culpa duram até três horas após terem consumido fast-food ou um take-away, duas horas depois de terem comido doces e até quatro horas quando acabam os restos de comida que os filhos deixaram no prato.

Quase uma em 20 mulheres afirmou que beber um copo de vinho numa sexta-feira à noite as deixava repletas de culpa; enquanto que 26% se auto recrimina constantemente por comer sobremesa, em casa ou num restaurante; e 29% sente-se mal por comer uma bolacha ou um bolo ao lanche. Mais ainda, uma em 20 mulheres também admitiu sentir-se culpada por temperar a salada com condimentos.

O inquérito contemplou um universo de duas mil mulheres e revelou ainda que oito em 10 gostaria de deixar de se auto castigar e aproveitar a vida sem a recriminação contínua, enquanto que quase metade das inquiridas, cerca de 43%, sente que é injusto que o seu marido ou parceiro não sinta qualquer culpa quando se trata daquilo que come ou bebe.

Olivia Buckland, que esteve envolvida no estudo, disse: “Acredito que a mensagem mais importante por trás desta pesquisa seja o fato de não devermos viver ‘presos’ e obcecados com coisas mínimas e sem importância”.

E acrescentou: “Temos que aproveitar aquilo que a vida tem de bom, seja beber um copo de vinho ou comer uma fatia de pizza, em moderação claro, e não nos sentirmos culpados ou paralisados com essas ações!”.

Site de Pesquisa: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

E-Mail de Contato: apiacawebradio@zipmail.com.br

Facebook: www.facebook.com/apiacawebradio

quinta-feira, 17 de maio de 2018

5 dicas para ser chamado para uma entrevista de emprego

Ao buscarem uma oportunidade em vagas de estágio e trainee, muitos candidatos ficam ansiosos para saber quem vai ligar ou se irão conseguir aquela tão sonhada entrevista.

“Muitas vezes não temos as atitudes corretas na busca de uma vaga no mercado de trabalho e isso pode atrapalhar bastante. Há alguns caminhos a serem percorridos antes de se chegar a essa fase. É preciso ponderar algumas questões e o candidato precisa estar atento a elas para não queimar etapas”, explica Ricardo Haag, diretor da Page Talent.

Confira abaixo cinco dicas do consultor para ajudar candidatos a uma vaga de estágio e trainee a conseguir a tão sonhada entrevista.

1 - Personalize seu currículo

Nós sabemos o quão difícil é escolher o que escrever em nosso currículo. Enchemos nossas horas na faculdade com atividades extracurriculares, monitorias e o que mais queremos é exibir tudo para as empresas, certo? Porém, uma das melhores estratégias para conseguir uma entrevista é personalizar seu currículo.

Após escolher a vaga que mais se encaixa no seu perfil, é hora de customizar suas habilidades para ela. Ou seja, leia atentamente quais as características que serão mais importantes para os processos de seleção e faça uma análise do seu perfil: quais habilidades você tem que são compatíveis? quais traços de sua personalidade são essenciais para esse trabalho? encontre uma maneira de fazer com que seu currículo mostre quem você é mas com um foco especial na vaga. Por mais que você tenha orgulho do seu curso livre de cinema, nem sempre ele é ideal para uma vaga na área comercial, por exemplo.

2 - Não faça uma busca aleatória. Tenha foco e filtre suas opções

Quando começamos a procurar um novo emprego (seja o primeiro ou em uma transição de carreira), tendemos a “atirar para todos os lados” e procurar de tudo um pouco. É verdade que no começo temos vontade de experimentar o máximo que conseguirmos, porém é importante notar que isso nem sempre é saudável para sua busca.

É sempre preciso ter um objetivo final: não adianta mandar seu currículo para todas as áreas de uma empresa pois em algum momento você vai se confundir e acabar se atrapalhando na busca, além de perder energia se candidatando em vagas que não têm afinidade com seu perfil.

Por isso, procure ter foco em algumas áreas e talvez pense em áreas que sejam congruentes, por exemplo: Comercial, Relacionamento com o Cliente, Planejamento Comercial e Marketing de Vendas são áreas afins, e em muitos casos com sinergia de projetos.

3 - Encare a busca de emprego como um trabalho

Não adianta mandar um currículo aqui, outro ali, semana sim, semana não. A busca precisa ser diária. Separe algumas horas por dia para se dedicar a isso. Assim como um mestrado, um TCC ou MBA, a busca por emprego é algo que pode ser de médio e longo prazo, portanto é um projeto que exige disciplina.

Procure sempre atualizar seu currículo e tenha foco diário. Em processos longos, como os de trainee, tente criar calendários de provas, dinâmicas, entrevistas. Com outras vagas você pode criar um cronograma de quando abriram e quando vão fechar para que você se organize e mande um currículo e carta de apresentação personalizados. Leia muito sobre as empresas que você tem interesse em trabalhar e siga colunas e blogs sobre a sua futura área de atuação, além de buscar informações sobre o mercado em geral. Desta forma, quando uma entrevista for marcada, você estará preparado!

4 - Tome a iniciativa

Nem sempre as empresas que queremos estão com vagas abertas, ou mesmo se estiverem é muito bem-vindo que você tome a iniciativa de ligar, mandar e-mail e perguntar sobre vagas. Às vezes a demanda interna impediu que uma certa vaga fosse publicada em tempo e sua iniciativa de ligar pode ser um diferencial na hora em que o processo começar.

Por exemplo, você pode ligar falando que tem muito interesse em trabalhar com a empresa, contando brevemente seu histórico (formação por exemplo). Certamente vão te passar o e-mail do RH e você poderá então preparar seu currículo e um e-mail de apresentação, abrindo uma nova porta para você.

5 - Prepare seu discurso para a dinâmica de grupo ou entrevista

É fundamental ter em mente um discurso organizado, breve e agradável sobre a própria trajetória de vida, campos de interesse, experiências pessoais que tiveram grande valor de aprendizado – mesmo que tenham sido em momentos de lazer ou em viagens – enfim, você precisa ser objetivo e claro, mas também deve ser generoso nas informações, demonstrar entusiasmo e foco no que realmente lhe fez crescer como pessoa, acima de tudo. Mais do que apenas um discurso, você deve saber (e até apreciar a oportunidade) de falar de suas virtudes dentro de uma dinâmica profissional.

Site de Pesquisa: https://www.noticiasaominuto.com.br/lifestyle/

E-Mail de Contato: apiacawebradio@zipmail.com.br

Facebook: www.facebook.com/apiacawebradio

Descansar também é produtivo: os benefícios do ócio para a mente

  Psicóloga explica como momentos de pausa podem favorecer a criatividade, reduzir o estresse e promover o bem-estar emocional. E m uma soci...