Mudanças bruscas de comportamento, impulsividade e até problemas com a polícia podem ser sinais de demência frontotemporal, um tipo raro que pode afetar pessoas com menos de 30 anos. A condição costuma ser confundida com bipolaridade ou crise emocional, atrasando o diagnóstico correto.
Paul Little, CEO da empresa de biotecnologia Vesper Bio, que trabalha com pacientes com DFT, alerta para o risco de erros de avaliação médica. “Casos diagnosticados aos 29 anos não são incomuns. É comum confundir a DFT com transtorno bipolar ou até uma crise de meia-idade, já que há mudanças bruscas de comportamento. O paciente pode começar a beber demais, se envolver com a polícia e receber o tipo errado de ajuda”, afirmou ao Daily Mail.
Ainda sem cura, a demência frontotemporal impõe uma sobrecarga à família, que precisa lidar com os comportamentos imprevisíveis e, com o tempo, passa a cuidar do paciente em tempo integral.
O caso de Bruce Willis
Um dos casos mais conhecidos é o do ator Bruce Willis. Em 2022, sua família revelou que ele havia sido diagnosticado com afasia — distúrbio que afeta a comunicação. No ano seguinte, o diagnóstico foi atualizado para demência frontotemporal. Desde então, o astro se afastou das telas e vive sob os cuidados de um médico e de sua família.
Willis tem cinco filhas — três com a ex-esposa Demi Moore e duas com a atual mulher, Emma Heming Willis — e recebe apoio constante das duas famílias. Demi Moore continua presente no cotidiano do ator, mesmo após o fim do casamento. Este ano, Bruce completou 70 anos e 16 anos de casamento com Emma.
Esposa de Bruce Willis fala sobre impacto da demência
O ator Bruce Willis tem doença neurodegenerativa e sem cura que afeta sua coordenação motora, sendo responsavel por sua dificuldade em falar normalmente.
Ele foi diagnosticado inicialmente com afasia, em 2022, mas o quadro evoluiu para demência frontotemporal no ano seguinte.
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